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Psicanálise, Educação e Teorias do Comportamento Humano 10 turismo_hotelaria_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Psicologia psicologia
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Pós-Graduação EAD Psicanálise, Educação e Teorias do Comportamento Humano

De R$ 6.708,00 por

R$4.696,00

em 24x de R$ 195,67

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Como compreender o que está por trás dos comportamentos, conflitos e dificuldades de aprendizagem no ambiente escolar?
A Pós-Graduação em Psicanálise, Educação e Teorias do Comportamento Humano foi desenvolvida para oferecer essa compreensão, aproximando os fundamentos da psicanálise do contexto educacional. Ao longo do curso, o estudante desenvolve uma leitura mais profunda sobre o desenvolvimento do psiquismo e sobre as dinâmicas subjetivas que atravessam o processo de aprendizagem, ampliando sua capacidade de análise diante das demandas emocionais, comportamentais e relacionais presentes no cotidiano escolar. Dessa forma, a formação contribui para uma atuação mais consciente, sensível e fundamentada nos diferentes contextos da educação.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Psicanálise, Educação e Teorias do Comportamento Humano foi desenvolvida para profissionais que desejam compreender de forma mais aprofundada os processos psíquicos que influenciam o desenvolvimento humano e suas manifestações no contexto educacional. Em um cenário em que escolas e profissionais da educação lidam cada vez mais com questões emocionais e comportamentais, o curso oferece fundamentos da psicanálise e das teorias do comportamento humano para interpretar essas demandas no ambiente escolar.

Ao longo da formação, o estudante desenvolve uma compreensão mais qualificada sobre o desenvolvimento do psiquismo, os processos inconscientes e os fatores afetivos que impactam a aprendizagem e as relações na escola. A especialização contribui para ampliar a capacidade de análise diante de dificuldades de aprendizagem, conflitos escolares e situações de sofrimento psíquico, favorecendo uma escuta mais sensível e uma atuação profissional mais consciente no contexto educacional.



Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Fundamentos e Teorias Psicanalíticas+
Introdução aos fundamentos epistemológicos e históricos da psicanálise. Apresentação do movimento psicanalítico a partir do trabalho teórico/clínico concebido por Freud e seus principais colaboradores. As dissidências internas ao campo psicanalítico e seus desdobramentos teóricos. As principais escolas pós-freudianas, seus fundamentos e contraposições. Principais autores e publicações atuais.
Relações entre Psicanálise e Educação+
Abordagem de conceitos fundamentais da teoria psicanalítica. Análise das relações entre a Psicanálise e as práticas pedagógicas. Reflexões sobre a afetividade na educação. As relações transferenciais na sala de aula e o papel da escola. A criança, o desejo de saber e a Psicanálise: a educação como filiação simbólica. A modernidade e o Estatuto do Discurso (Psico) Pedagógico Hegemônico: a educação impossível.
Psicanálise, Infância e Adolescência+
A evolução da compreensão do desenvolvimento psíquico na história da psicanálise. A sexualidade humana e suas fases. Sexualidade infantil. Complexo de Édipo. Estudos dos princípios fundamentais em psicanálise com crianças. As contribuições de Melanie Klein e Donald Winnicott na clínica psicanalítica com crianças.
Psicanálise e Processos Educacionais+
Elementos de psicanálise para uma reflexão no campo educativo voltada à infância que propicie a consideração da criança como um sujeito do desejo.
Psicanálise com Crianças+
Adaptações da técnica psicanalítica para trabalhar com crianças. Os desenhos, os jogos e as brincadeiras como instrumentos de análise na clínica psicanalítica com crianças. Estudos de casos clínicos. A entrevista com os pais.
Teoria da Personalidade e Sonhos+
Desenvolvimento da teoria psicanalítica de Freud. Revisão dos principais conceitos da psicanálise em especial em relação às teorias da personalidade e o trabalho do sonho. Psicopatologia e o tratamento sob a perspectiva de uma teoria da personalidade. Método de interpretação dos sonhos em psicanálise. Processos de elaboração nos sonhos. Desejos, fantasias e pulsões.
O Inconsciente e o Ato Educativo+
Implicações do campo da psicanálise para a prática educativa do cotidiano escolar. O sujeito do inconsciente.
A Prática Educativa em Contextos Escolares e não Escolares+
A psicanálise como ferramenta importante de reflexão e prática docente em ambientes escolares e não escolares.
Sofrimentos Psíquicos e Psicopatologias+
Por que diagnosticar? O normal e o patológico. Psicopatologia ateórica. Funções psíquicas e suas disfunções. Avaliação das funções cognitivas e diagnóstico diferencial (temporalidade dos sintomas). Apresentação DSM 5tr. Transtorno depressivo, Transtorno bipolar, Transtorno de Ansiedade,TEPT, Transtornos Alimentares, Transtornos Disruptivos, Uso de substâncias, Transtorno do Neurodesenvolvimento e Neurocognitivos, Sono-Vigília, Disfunções Sexuais, Transtornos Somáticos, Transtornos dissociativos, Espectro da Esquizofrenia. Personalidade.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais com formação superior nas áreas da educação, psicologia, pedagogia, serviço social e áreas afins que desejam compreender o desenvolvimento psíquico e suas implicações no processo educativo.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Ambiente escolar e instituições de ensino: contribuindo para compreender comportamentos, dificuldades de aprendizagem e conflitos no cotidiano escolar.
  • Orientação educacional e apoio pedagógico: realizando escuta, acolhimento e orientação a estudantes, famílias e equipes escolares.
  • Projetos educacionais e institucionais: participando da construção de práticas pedagógicas mais sensíveis ao desenvolvimento subjetivo.
  • Atuação interdisciplinar em contextos educacionais e sociais: colaborando com equipes multiprofissionais no acompanhamento e encaminhamento de situações de sofrimento psíquico.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que fazer uma Pós-Graduação em Psicanálise, Educação e Teorias do Comportamento Humano?

A educação contemporânea enfrenta desafios que vão além do conteúdo pedagógico, envolvendo questões emocionais, comportamentais e relacionais cada vez mais presentes no cotidiano escolar. A Pós-Graduação em Psicanálise, Educação e Teorias do Comportamento Humano integra fundamentos da psicanálise à reflexão sobre os processos educativos, ampliando a compreensão do comportamento, da aprendizagem e das relações no ambiente escolar.

Compreensão do comportamento humano: A formação amplia o entendimento dos processos psíquicos que influenciam emoções, comportamentos e relações no contexto educacional.

Integração entre psicanálise e educação: O curso aproxima conceitos da psicanálise da prática educativa, ampliando a compreensão do desenvolvimento humano no contexto escolar.

Maior preparo para lidar com desafios escolares: A especialização contribui para compreender conflitos, dificuldades de aprendizagem e sofrimento psíquico no ambiente educacional.

Fortalecimento da atuação profissional na educação: A formação amplia o repertório teórico e a capacidade de análise para atuação em escolas e contextos educacionais.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

  • Interatividade, com tutoria e suporte ao alcance da sua mão.

  • Biblioteca Virtual com recursos completos para complementar seus estudos.

Baixe o aplicativo assim que se matricular e comece sua jornada de aprendizado com toda a conveniência que a educação a distância pode proporcionar.
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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Como articular referenciais psicanalíticos com abordagens comportamentais em contextos educacionais sem incorrer em reducionismos?

    É viável trabalhar com pluralismo teórico quando se respeitam níveis de análise distintos. A psicanálise opera com hipóteses sobre sujeito, desejo e dinâmica inconsciente; a análise do comportamento foca contingências, funções de resposta e ambiente. Para reduzir tensões, delimite objetivos (p. ex., manejo cotidiano de sala vs. compreensão de impasses subjetivos), explicite pressupostos e registre critérios de decisão. Utilize indicadores mistos (qualitativos e quantitativos) e documente as fronteiras do que cada referencial pode explicar. Evite traduzir termos de uma abordagem diretamente na outra. Promova reuniões interprofissionais, acordos éticos e consentimentos informados claros com responsáveis. Por fim, revise periodicamente resultados e efeitos não intencionais, mantendo abertura para ajustar o plano conforme evidências e escuta clínica-pedagógica.

  • Quais critérios técnicos usar para avaliar intervenções escolares inspiradas na psicanálise versus intervenções comportamentais?

    Avaliações devem combinar validade ecológica e rigor. Em intervenções comportamentais, priorize definição operacional dos alvos, linha de base, medidas de frequência/duração, fidelidade de implementação e análise de função. Em propostas informadas pela psicanálise, privilegie indicadores de processo (aliança educativa, participação, narrativas, transferência institucional) e desfechos qualitativos (redução de impasses, engajamento simbólico), triangulados com dados observacionais. Em ambos os casos:

    • Estabeleça critérios de sucesso mensuráveis e revisáveis.
    • Monitore efeitos colaterais e equidade (impactos por subgrupos).
    • Use múltiplas fontes (professores, família, equipe técnica).
    • Defina janelas de follow-up para verificar manutenção dos ganhos.
    • Registre contexto e adaptações, para interpretar replicabilidade.
  • Qual a diferença entre inconsciente freudiano, inconsciente lacaniano e constructos cognitivos como memória implícita em pesquisas educacionais?

    O inconsciente freudiano é dinâmico, marcado por conflitos, recalcamento e formações de compromisso; investiga-se por manifestações como atos falhos, sonhos e sintomas. O lacaniano enfatiza a estrutura pela linguagem (simbólico, imaginário, real), com foco em discurso e posição do sujeito no desejo do Outro. Já a memória implícita e vieses cognitivos são constructos operacionalizáveis em tarefas experimentais, envolvendo processos automáticos não declarativos. Em contexto educacional, isso implica metodologias distintas: análises discursivas e narrativas clínicas para referenciais psicanalíticos; protocolos padronizados e medidas comportamentais para cognitivo-comportamentais. A triangulação pode aproximar níveis de evidência sem confundir ontologias: hipóteses subjetivas orientam compreensão de sentido, enquanto indicadores cognitivos quantificam desempenho e padrões de resposta.

  • Como documentar casos e intervenções em ambiente escolar respeitando sigilo e conformidade com a LGPD?

    A governança de dados deve seguir princípios de necessidade, finalidade e segurança. Boas práticas incluem:

    • Coletar o mínimo necessário, com base legal adequada e registros de consentimento quando aplicável.
    • Pseudonimizar identificadores; restringir acesso por perfis (need-to-know) e registrar logs de consulta.
    • Utilizar armazenamento seguro (criptografia em repouso e em trânsito) e políticas de senha/duplo fator.
    • Padronizar relatórios com linguagem clínica-pedagógica, evitando detalhes sensíveis desnecessários.
    • Definir prazos de retenção e descarte seguro; prever portabilidade quando cabível.
    • Realizar treinamentos periódicos e avaliações de risco; consultar assessoria jurídica para casos limítrofes.

    Em comunicações intersetoriais, compartilhe apenas o estritamente necessário para a finalidade educacional, registrando justificativas e responsáveis.

  • Quais riscos éticos no uso de técnicas de manejo de comportamento em sala e como mitigá-los?

    Riscos incluem reforço coercitivo, dependência excessiva de recompensas externas, estigmatização de alunos, supressão de expressão emocional e vieses culturais na definição de "comportamento adequado". Para mitigação:

    • Co-construa metas com estudantes e responsáveis, assegurando transparência.
    • Prefira reforços sociais e desenvolvimento de habilidades autorregulatórias a recompensas materiais contínuas.
    • Avalie funções do comportamento para evitar intervenções punitivas disfarçadas.
    • Monitore efeitos colaterais e ajuste contingências para promover autonomia.
    • Garanta sensibilidade cultural e acessibilidade; documente decisões e obtenha supervisão interprofissional quando necessário.

    O foco deve ser aprendizagem e pertencimento, com critérios claros e proporcionais, prevenindo escaladas disciplinares e preservando a dignidade do estudante.

  • Quais sinais indicam necessidade de triagem e possível encaminhamento quando há dificuldades de aprendizagem com componente psíquico?

    Considere triagem quando houver prejuízo funcional persistente em múltiplos contextos (escola, casa), sofrimento subjetivo notável, regressões marcantes, comportamentos de evitação rígidos, alterações de sono/alimentação associadas ao desempenho, ou conflitos repetidos que não respondem a ajustes pedagógicos razoáveis. Observe ainda comorbidades e histórico (p. ex., TEA, TDAH, transtornos específicos de aprendizagem) que podem coexistir com impasses subjetivos. Boas práticas:

    • Registrar evidências objetivas e narrativas de professores/ família.
    • Diferenciar demandas pedagógicas de questões emocionais via observação longitudinal.
    • Acionar equipe multiprofissional da rede quando cabível.
    • Comunicar responsáveis com linguagem clara, propondo avaliação especializada.

    Encaminhamentos devem priorizar serviços qualificados e integração escola-família, com devolutivas que orientem ajustes pedagógicos.

  • Como construir planos individualizados que considerem história subjetiva e contexto sociocultural do estudante?

    Inicie por uma anamnese ampliada (trajetória escolar, relações, eventos de vida) e mapeie recursos do estudante e da comunidade. Defina objetivos observáveis e significativos, mas abertos a revisão conforme a evolução subjetiva. Boas práticas:

    • Estabelecer pactos de convivência e rotinas previsíveis, mantendo espaço para expressão simbólica.
    • Articular intervenções de sala (ajustes de tarefa, feedback formativo) com apoios socioemocionais.
    • Incluir a família como parceira, com limites claros de privacidade.
    • Monitorar progresso com indicadores mistos (produtos de aprendizagem, participação, autorrelatos).
    • Prever checkpoints para replanejamento e registrar decisões e hipóteses de trabalho.

    A coerência entre metas pedagógicas e cuidado subjetivo aumenta aderência e reduz efeitos indesejados.

  • Como utilizar observação participante e registros de campo em pesquisas com crianças minimizando vieses e reatividade?

    Planeje a presença do pesquisador para reduzir novidade e reatividade. Práticas recomendadas incluem:

    • Protocolos de registro com categorias prévias e espaço para achados emergentes.
    • Triangulação de fontes (observação, entrevistas, documentos escolares).
    • Reflexividade sistemática: diário do pesquisador para reconhecer influências pessoais.
    • Codificação dupla e auditoria externa para consistência.
    • Consentimento de responsáveis e assentimento das crianças, com linguagem acessível.
    • Proteção de dados, anonimização e devolutivas éticas à comunidade escolar.

    Combine períodos de familiarização com sessões registradas e análises por ciclos, buscando saturação teórica sem prolongar exposição desnecessária.

  • Quais são os limites da psicanálise na avaliação psicopedagógica e quando priorizar instrumentos padronizados?

    Referenciais psicanalíticos contribuem para compreender sentido, transferência e impasses subjetivos, mas não substituem medidas padronizadas quando a questão exige comparabilidade, diagnóstico diferencial ou decisões com alto impacto administrativo. Priorize instrumentos validados para triagem de transtornos específicos de aprendizagem, monitoramento de progresso curricular e verificação de resposta a intervenções. Use a escuta clínica para contextualizar resultados, evitando leituras reducionistas. Em decisões de elegibilidade a serviços, adote protocolos com critérios transparentes, linha de base e follow-up. A integração prudente ocorre quando medidas objetivas orientam o "o quê" e "quanto" mudar, enquanto a perspectiva clínica clarifica o "como" e "por quê", informando ajustes individualizados e manejo de resistências.

  • Para quem faz sentido estudar a interface entre psicanálise, educação e teorias do comportamento humano?

    É particularmente relevante para profissionais e estudantes que lidam com processos de aprendizagem e convivência escolar: pedagogos, psicólogos escolares, psicopedagogos, coordenadores e gestores, orientadores educacionais, assistentes sociais e profissionais de saúde que atuam na rede de apoio. Também interessa a quem trabalha com políticas educacionais, programas socioemocionais, inclusão e diversidade, e equipes que formulam protocolos de manejo de comportamento. A interface favorece leitura mais complexa de impasses, planejamento de apoios, desenho de intervenções proporcionais e avaliação ética de impactos. Para pesquisadores, oferece um campo fértil de métodos mistos e diálogo entre níveis de análise, desde contingências observáveis até narrativas e significados atribuídos por estudantes e docentes.

  • Qual a diferença entre psicanálise, psicologia analítica e análise do comportamento no cotidiano escolar?

    A psicanálise focaliza dinâmica inconsciente, desejo e transferência, privilegiando escuta e interpretação de sentidos nas relações escolares. A psicologia analítica (Jung) trabalha com simbolismo, arquétipos e individuação, útil para compreender imagens e narrativas coletivas que atravessam a cultura escolar. A análise do comportamento centra-se em funções de resposta e contingências, oferecendo ferramentas para definir alvos, medir eventos e ajustar reforçadores. No cotidiano, podem dialogar sem se confundir: uma fornece hipóteses sobre sentidos e posições subjetivas; outra estrutura procedimentos observáveis e verificáveis; e a terceira amplia leitura simbólica e cultural. A escolha depende do objetivo (compreensão, manejo, prevenção) e dos critérios éticos e de avaliação adotados.

  • Como teorias do comportamento humano podem apoiar gestão de sala de aula sem recorrer a práticas punitivas?

    Gestão efetiva pode combinar princípios de aprendizagem, autorregulação e cultura de pertencimento. Práticas úteis incluem:

    • Rotinas claras e previsíveis, com expectativas co-construídas.
    • Reforço diferencial de comportamentos compatíveis, evitando dependência de prêmios materiais.
    • Feedback imediato, específico e formativo, focado em processo.
    • Arquitetura de escolhas (nudge) para reduzir atritos e facilitar engajamento.
    • Espaços de reparação e justiça restaurativa para lidar com conflitos.

    A leitura psicanalítica pode ajudar a identificar impasses subjetivos por trás de condutas repetitivas, enquanto medidas comportamentais permitem ajustar contingências de modo transparente e mensurável, preservando autonomia e clima socioemocional positivo.

  • Quais competências são valorizadas em equipes interdisciplinares que atuam com educação, psicanálise e análise do comportamento?

    Equipes valorizam competência técnica no próprio referencial e letramento cruzado para dialogar com outras abordagens. São diferenciais:

    • Capacidade de operacionalizar objetivos e indicadores, sem perder de vista singularidades.
    • Ética e domínio de sigilo/dados sensíveis (LGPD, consentimento informado).
    • Habilidade de comunicação com docentes, famílias e gestão, traduzindo achados em ajustes viáveis.
    • Análise crítica de evidências e monitoramento de efeitos colaterais.
    • Reflexividade e supervisão interprofissional para decisões complexas.

    A combinação de pensamento clínico, desenho de intervenção mensurável e sensibilidade institucional tende a produzir planejamentos mais coerentes e sustentáveis no ambiente escolar.

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