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Terapia do Esquema 10 turismo_hotelaria_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Psicologia psicologia
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Pós-Graduação EAD Terapia do Esquema

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Atender casos complexos exige mais do que técnica básica: exige método, estrutura e profundidade clínica.Você está preparado para conduzir esse nível de intervenção?
Casos complexos exigem uma abordagem capaz de acessar e modificar padrões emocionais profundos que sustentam o sofrimento psíquico. A Terapia do Esquema oferece esse modelo ao integrar compreensão clínica, relação terapêutica e intervenções estruturadas.
A Pós-Graduação em Terapia do Esquema forma profissionais para aplicar essa abordagem com segurança e profundidade, qualificando a atuação em demandas clínicas complexas e de difícil evolução.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Terapia do Esquema é uma formação especializada voltada a psicólogos e profissionais da saúde mental que desejam aprofundar sua atuação clínica em casos complexos, crônicos ou de difícil evolução terapêutica. O curso oferece embasamento teórico consistente aliado à aplicação prática da Terapia do Esquema, abordagem reconhecida por sua eficácia no tratamento de transtornos de personalidade, traumas, ansiedade, depressão, transtornos alimentares e outras demandas clínicas recorrentes.

Ao longo da formação, o aluno desenvolve competências para avaliação psicológica, diagnóstico clínico e conceitualização de casos segundo o modelo da Terapia do Esquema, utilizando estratégias cognitivas, comportamentais e vivenciais. A proposta pedagógica integra conteúdo atualizado, sessões interativas e discussão de casos, favorecendo a construção de raciocínio clínico e a tomada de decisão terapêutica com maior segurança.

Ao final da pós-graduação, o profissional estará habilitado para atuar como terapeuta do esquema, conduzindo atendimentos psicoterápicos individuais, com casais ou em grupos, em diferentes contextos clínicos e institucionais, além de atuar em ações de prevenção e promoção da saúde mental.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Bases Teóricas e Históricas da Terapia do Esquema: Teoria do Apego, Neurociência Afetiva e Neurobiologia dos Esquemas+
A história do apego no desenvolvimento da espécie humana. A Teoria do Apego de John Bolwby: os sistemas de apego, os tipos de apego e a relação com a Terapia do Esquema. Neurociência afetiva e neurobiologia dos esquemas. Terapia do Esquema enquanto abordagem integrativa: influências das abordagens cognitivas e comportamentais, rogerianas, psicodinâmicas e da Gestalt-Terapia.

Modelo Teórico: Domínios Esquemáticos, Esquemas Iniciais Desadaptativos s Estratégias de Enfrentamento+
O Modelo Teórico da TE. Origens e características dos EIDs. Domínios de esquemas. Processos esquemáticos e estilos de enfrentamento. Modos esquemáticos. Modelos empíricos atuais de organização de esquemas.

Avaliação e Conceitualização de Caso na Terapia do Esquema+
Conceitualização de caso na TE. Processo de avaliação. Avaliação de conceitualização de esquemas por imagens mentais. Avaliação de conceitualização de esquemas pela história de vida. Avaliação de conceitualização de esquemas através da relação terapêutica. Inventários de esquemas: Questionário de Esquemas de Young (YSQ), Inventário Parental de Young (YPI), Inventário de Modos Esquemáticos de Young-Atkinson (YAMI), Inventário de Evitação de Young-Rygh (YRAI), Inventário de Compensação de Young (YCI). Elaboração de plano de tratamento na TE.

Reparentalização Limitada e Confrontação Empática+
A confrontação empática enquanto estratégia terapêutica na TE. A confrontação empática e a aliança terapêutica. A reparentalização limitada enquanto ferramenta terapêutica e estilo terapêutico. A reparentalização limitada e a relação terapêutica. A reparentalização limitada nas estratégias vivenciais e no trabalho com modos esquemáticos. Construindo habilidades de reparentalização limitada nas áreas alvo de Conexão, Esforços Equilibrados/Autocompaixão, Autonomia e Estrutura e Limites (que se relacionam com os domínios esquemáticos).

Estratégias Vivenciais, Cognitivas e Comportamentais+
As estratégias cognitivas na TE. As estratégias comportamentais na TE. As imagens mentais na avaliação e conceitualização de caso. As imagens mentais e o processamento emocional. Trabalho com cadeiras. Trabalho com modos esquemáticos.

A Relação Terapêutica na Terapia do Esquema+
A relação terapêutica enquanto alicerce da TE. A relação terapêutica durante a avaliação e conceitualização de caso. A relação terapêutica, a confrontação empática e a reparentalização limitada. A relação terapêutica e a mudança esquemática. Os esquemas e estilos de enfrentamento do terapeuta do esquema.

O Trabalho com Modos Esquemáticos+
A concepção de modos esquemáticos no modelo teórico da TE. Avaliação e intervenção com modos esquemáticos na TE. Modos criança: modos de criança vulnerável, criança zangada, criança feliz. Modos pais internalizados: pais punitivos, pais demandantes. Modos de enfrentamento desadaptativos: modos de resignaçao, hipercompensação, evitação. Modo adulto saudável. Estratégias vivenciais no trabalho com modos esquemáticos.

A Terapia do Esquema para Transtornos da Personalidade: Grupo A+
O modelo da TE para os Transtornos da Personalidade do grupo A: Transtorno da Personalidade Paranoide, Esquizoide, Esquizotípica. Os modelos de modos esquemáticos no grupo A. Conceitualização de caso no grupo A. As principais estratégias terapêuticas da TE para o grupo A. Desenvolvimento do modo adulto saudável.

A Terapia do Esquema para Transtornos da Personalidade: Grupo B+
O modelo da TE para os Transtornos da Personalidade do grupo B: Transtorno da Personalidade Narcisista, Borderline, Antissocial e Histriônica. Os modelos de modos esquemáticos no grupo B. Conceitualização de caso no grupo B. As principais estratégias terapêuticas da TE para o grupo B. Desenvolvimento do modo adulto saudável.

A Terapia do Esquema para Transtornos da Personalidade: Grupo C+
O modelo da TE para os Transtornos da Personalidade do grupo C: Transtorno da Personalidade Evitativa, Dependente e Obsessivo-Compulsiva. Os modelos de modos esquemáticos no grupo C. Conceitualização de caso no grupo C. As principais estratégias terapêuticas da TE para o grupo C. Desenvolvimento do modo adulto saudável.

A Terapia do Esquema para Transtorno de Humor e Transtorno de Ansiedade+
A TE e os Transtornos de Humor: Transtornos Depressivos e Transtorno Bipolar. A TE e os Transtornos de Ansiedade. A TE para casos refratários de humor e ansiedade. Avaliação de esquemas e conceitualização de caso em Transtornos de Humor e Ansiedade. Principais estratégias da TE para Transtornos de Humor e Ansiedade.

A Terapia do Esquema para Casais+
O modelo da TE para a compreensão da dinâmica conjugal. Avaliação e intervenção na TE com casais. Química esquemática e o ciclo esquemático nos relacionamentos. Trabalho com modos esquemáticos na TE com casais.

A Terapia do Esquema com Crianças, Adolescentes e Pais+
Os estágios de desenvolvimento e as necessidades emocionais básicas. O desenvolvimento dos EIDs na infância e adolescência. A escola alemã de TE para crianças e adolescentes. Avaliação de EIDs e conceitualização de caso na infância e adolescência. Avaliação e intervenção com modos esquemáticos no trabalho com crianças, adolescentes e pais. Coaching de esquemas com pais. Prevenção e promoção de saúde através da TE com pais. Ferramentas clínicas.

A Terapia do Esquema para Transtornos Alimentares e Transtorno Obssessivo-Compulsivo (TOC)+
O modelo da TE para os Transtornos Alimentares e para o TOC. O trabalho com modos nos Transtornos Alimentares e TOC. Avaliação de Esquemas Iniciais Desadaptativos e conceitualização de caso nos Transtornos Alimentares e TOC. Estratégias específicas para modos e EIDs mais prevalentes nos Transtornos Alimentares e TOC.

A Terapia do Esquema para Transtornos Aditivos e Casos Refratários+
O modelo da TE para os Transtornos Aditivos. O trabalho com modos nos Transtornos Aditivos. Avaliação de Esquemas Iniciais Desadaptativos e conceitualização de caso nos Transtornos Aditivos. Estratégias específicas para modos e EIDs mais prevalentes nos Aditivos. O trabalho da TE com casos refratários: avaliação, intervenção e trabalho com modos esquemáticos.

A Terapia do Esquema para Grupos+
O modelo da TE para o atendimento em grupos. A TE em grupo enquanto a terceira fase de desenvolvimento da TE. O terapeuta e o co-terapeuta na TE em grupo. O grupo na TE. Estágios da terapia do esquema em grupo. Estratégias cognitivas, comportamentais e vivenciais na TE em grupo.

O Processo de Desenvolvimento do Terapeuta do Esquema e Supervisão de Casos Clínicos+
A pessoa do terapeuta e suas habilidades e características pessoais. Habilidades técnicas do terapeuta do esquema. Trabalhando com os EIDs do terapeuta do esquema e como eles interagem com os EIDs dos pacientes. Os estilos de enfrentamento do terapeuta do esquema. A relação terapêutica. Supervisão e discussão de casos clínicos.

Integrando a Terapia do Esquema com as Terapias Cognitivo-Comportamentais de Terceira Onda+
A TE e as Terapias Cognitivo-Comportamentais de Terceira Onda. Terapia Focada na Compaixão. Terapia Baseada em Mindfullness. Terapia de Aceitação e Compromisso. Terapia Comportamental Dialética. Integração da TE com as Terapias Contextuais.

Estudos de Casos Clínicos - Encontros Ao Vivo+
Aplicação da Terapia do Esquema em Transtornos de Personalidade. Intervenção em Esquemas Desadaptativos Precoces. Abordagem da Terapia do Esquema em Transtornos de Humor. Terapia do Esquema e Trauma. Trabalho com Modos e Submodos. Integração de Técnicas Cognitivas, Comportamentais e Emocionais na Terapia do Esquema. Desenvolvimento do Relacionamento Terapêutico na Terapia do Esquema. Aplicações da Terapia do Esquema em Contextos Específicos.
*Organização Curricular sujeita a alterações.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

QUERO ME MATRICULAR

Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Psicólogos, psiquiatras, terapeutas e demais profissionais da área de saúde mental que desejam aprofundar seus conhecimentos em Terapia do Esquema e oferecer intervenções transformadoras aos seus pacientes.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Clínica e consultório psicológico.
  • Clínicas e serviços especializados em saúde mental.
  • Atendimento a casais, famílias e grupos terapêuticos.
  • Instituições de saúde, ensino e contextos interdisciplinares.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que fazer uma Pós em Terapia do Esquema?

A Pós em Terapia do Esquema é indicada para profissionais que desejam avançar além da sintomatologia e intervir nos padrões emocionais profundos que sustentam o sofrimento psíquico, especialmente em casos complexos, crônicos ou de difícil evolução clínica.

A Terapia do Esquema permite compreender e trabalhar esquemas, modos e necessidades emocionais não atendidas que mantêm ciclos repetitivos de sofrimento e recaída.

É uma abordagem especialmente eficaz em transtornos de personalidade, traumas, ansiedade, depressão crônica, transtornos alimentares, dependências e quadros refratários.

O modelo alia intervenções cognitivas, comportamentais e vivenciais a uma relação terapêutica estruturada, aumentando a profundidade e a eficácia do tratamento.

A pós desenvolve não apenas habilidades técnicas, mas também o manejo dos próprios esquemas do terapeuta, fortalecendo a atuação ética, a aliança terapêutica e os resultados clínicos.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Em que a Terapia do Esquema difere da TCC tradicional e quando costuma ser escolhida na prática clínica?

    A Terapia do Esquema amplia a TCC ao focalizar padrões emocionais e relacionais de longa duração, originados em necessidades básicas não atendidas. Vai além da reestruturação cognitiva pontual, integrando técnicas experienciais, trabalho com modos e intervenções relacionais como o reparenting limitado. Na prática, costuma ser escolhida quando há: (a) padrões repetitivos resistentes a intervenções breves; (b) traços de personalidade desadaptativos; (c) história significativa de adversidades precoces; (d) comorbidades que envolvem esquiva crônica, perfeccionismo punitivo ou autoconceitos rígidos. O racional é intervir simultaneamente em esquemas, estilos de enfrentamento e comportamentos de manutenção, com atenção à aliança terapêutica e ao ritmo do paciente. Não substitui outras abordagens; pode ser integrada quando o caso exige processamento emocional profundo aliado a mudança comportamental sustentada.

  • Quais são os componentes centrais do modelo: esquemas iniciais desadaptativos, estilos de enfrentamento e modos?

    O modelo organiza a psicopatologia em três níveis interligados:

    • Esquemas iniciais desadaptativos: padrões amplos e estáveis de memória, emoção, cognição e sensação corporal (ex.: Abandono, Defectividade, Autossacrifício), formados na infância/adolescência.
    • Estilos de enfrentamento: respostas típicas para lidar com a ativação de esquemas, como Rendição (submissão ao esquema), Esquiva (emocional/cognitiva/comportamental) e Supercompensação (contra-ataque, controle, grandiosidade).
    • Modos: estados momentâneos que combinam esquemas e coping, como Criança Vulnerável, Pai Punitivo, Protetor Desligado e Adulto Saudável. Na clínica, o foco em modos orienta o timing das técnicas experienciais e a escolha de intervenções cognitivas e comportamentais, visando fortalecer o Adulto Saudável e reduzir a dominância de modos desadaptativos.
  • Como estruturar uma conceitualização de caso em Terapia do Esquema de forma útil e dinâmica?

    Uma conceitualização efetiva integra história de necessidades emocionais, esquemas nucleares, estilos de enfrentamento e modos predominantes, além dos ciclos interpessoais de manutenção. Elementos práticos incluem:

    • Mapa de esquemas prioritários e gatilhos contextuais.
    • Hipóteses sobre como coping e modos intensificam sintomas e prejuízos funcionais.
    • Fatores protetivos e acesso atual ao modo Adulto Saudável.
    • Objetivos graduais traduzidos em alvos mensuráveis (comportamentais e relacionais).
    • Estratégias de intervenção coerentes com o estágio do caso, com revisão periódica baseada em dados.

    Trate a formulação como documento vivo: atualize-a conforme novas informações emergem, registre efeitos das técnicas e ajuste o foco (esquemas vs. modos) de acordo com a resposta clínica e a segurança do paciente.

  • Quais instrumentos de avaliação são utilizados na área e quais cuidados tomar na interpretação?

    Escalas amplamente usadas incluem o Young Schema Questionnaire (YSQ) para esquemas, o Schema Mode Inventory (SMI) para modos e versões atualizadas do Young Parenting Inventory (YPI-R) para padrões parentais percebidos. Boas práticas:

    • Usar instrumentos com propriedades psicométricas conhecidas na população-alvo.
    • Evitar interpretações dicotômicas; escores sugerem tendências, não diagnósticos.
    • Combinar autorrelato com entrevista clínica, observação de sessão e dados funcionais.
    • Repetir medidas ao longo do tratamento para monitorar mudança e ajustar o plano.
    • Considerar vieses culturais/linguísticos e condições que afetam insight ou resposta (ex.: dissociação, alexitimia).

    A síntese multimétodo orienta a seleção de alvos, o timing das técnicas experienciais e a prevenção de riscos quando esquemas e modos punitivos estão intensamente ativos.

  • Quais limites éticos e de segurança são essenciais no uso de reparenting limitado?

    Reparenting limitado requer uma postura calorosa e estruturante dentro de fronteiras profissionais claras. Pontos críticos:

    • Transparência sobre objetivos, limites e racional clínico, com consentimento informado para intervenções relacionais e experienciais.
    • Gestão rigorosa de fronteiras (tempo, canais de contato, linguagem, toques quando aplicável às normas locais), evitando dupla relação.
    • Sensibilidade cultural e atenção a histórias de trauma e apego, modulando intensidade e ritmo.
    • Monitoramento do impacto da transferência/contratransferência, recorrendo a supervisão ao detectar reencenações.
    • Registro clínico objetivo que justifique escolhas e documente respostas e ajustes.

    O objetivo é promover correções de experiências de cuidado sem ultrapassar limites que comprometam a autonomia, a segurança psicológica e a ética profissional.

  • Quando utilizar técnicas experienciais como imagery rescripting e diálogos de cadeira, e quais precauções adotar?

    Essas técnicas são úteis quando a ativação emocional e os modos infantis ou punitivos estão no centro do problema e a reestruturação cognitiva isolada não basta. Boas práticas incluem:

    • Preparar com psicoeducação, ancoragem no modo Adulto Saudável e estratégias de regulação.
    • Avaliar riscos: dissociação marcada, ideação suicida ativa ou psicose aguda indicam necessidade de estabilização e coordenação de cuidados antes de aprofundar.
    • Graduar intensidade, trabalhar memórias/tópoi toleráveis e encerrar com reforço de segurança.
    • Integrar insights experienciais a tarefas comportamentais concretas.

    Documente critérios de início, sinais de sobrecarga e decisões de pausa. O foco permanece na correção de significados e necessidades, evitando re-traumatização e respeitando limites de tolerância.

  • Como integrar Terapia do Esquema com DBT, ACT ou EMDR em casos complexos sem perder coerência?

    A integração é possível quando há um eixo conceitual claro. Recomenda-se:

    • Usar a formulação por modos/esquemas como mapa principal.
    • Aplicar DBT para estabilização, tolerância ao mal-estar e manejo de crises quando a desregulação impede trabalho experiencial.
    • Incorporar ACT para clarificação de valores e desfusão em modos ruminativos ou críticos.
    • Considerar EMDR para memórias nucleares quando o acesso experiencial é seguro e alinhado aos alvos da conceitualização.

    Evite deriva e eclético indiscriminado: defina critérios de entrada e saída de cada técnica, monitore resultados com medidas repetidas e garanta comunicação com outros provedores (por exemplo, psiquiatria) para coerência do plano global.

  • Quais adaptações são recomendadas para Terapia do Esquema em teleatendimento, especialmente durante técnicas experienciais?

    No formato online, a prioridade é segurança, privacidade e presença terapêutica. Recomendações:

    • Verificar ambiente privado, estabilidade de conexão e alternativas em caso de queda.
    • Incluir no consentimento aspectos de telepsicologia e acordar recursos locais de emergência.
    • Para experiências guiadas, alinhar sinais de pausa, exercícios de ancoragem e plano de estabilização pós-sessão.
    • Ajustar câmeras/áudio para captar expressões e respiração, mantendo postura colaborativa.
    • Documentar modalidade, incidentes técnicos e decisões clínicas associadas.

    Utilize plataformas seguras, reduza estímulos concorrentes e avalie a viabilidade de tarefas comportamentais entre sessões quando o contexto domiciliar influencia modos de esquiva ou punitivos.

  • Quais erros clínicos são frequentes ao aplicar o modelo e como preveni-los?

    Erros recorrentes incluem:

    • Excesso de foco cognitivo, negligenciando modos e o trabalho experiencial necessário.
    • Avançar rápido demais sem estabilização, aumentando esquiva ou dissociação.
    • Subestimar o papel do Adulto Saudável e faltar tarefas de mudança comportamental.
    • Confundir supercompensação com assertividade, reforçando ciclos disfuncionais.
    • Ignorar a contratransferência diante de "química de esquema".

    Prevenção: use conceitualizações vivas, monitore progresso com medidas, combine técnicas cognitivas, experienciais e comportamentais, e desenvolva rotinas de supervisão/consultoria. Registre hipóteses e revise-as com base em dados da sessão, evitando interpretação rígida de rótulos de esquema que não se sustentem clinicamente.

  • Como manejar modos punitivos e autoagressivos preservando segurança clínica e progresso terapêutico?

    Modos punitivos se manifestam como autocrítica severa, vergonha e, por vezes, risco de autolesão. Diretrizes úteis:

    • Psicoeducar sobre o custo do punitivismo e externalizar a voz punitiva para enfraquecer sua fusão com o self.
    • Reforçar o Adulto Saudável com compaixão ativa e limites firmes a autopenalizações.
    • Usar técnicas experienciais para ressignificar origens do punitivismo, com ritmo seguro.
    • Implementar estratégias comportamentais de interrupção de padrões e alternativas de autocuidado.
    • Manter plano de segurança proporcional ao risco, com coordenação multiprofissional quando necessário.

    Monitore intensificação pós-sessão e combine intervenções de curto prazo (regulação) com metas de médio prazo (reconstrução de valores e pertencimento).

  • Em quais contextos profissionais a Terapia do Esquema costuma ser aplicada e com quais especialidades dialoga?

    É aplicada em consultórios, ambulatórios, serviços de saúde mental, contextos de dependência química, reabilitação e, em alguns casos, ambientes forenses. Dialoga com psiquiatria, medicina de família, terapia ocupacional, serviço social clínico e outras terapias cognitivas e baseadas em trauma. Tem utilidade em quadros com padrões relacionais crônicos, traços de personalidade, depressão persistente, transtornos de ansiedade resistentes e trauma complexo. Na prática interprofissional, favorece linguagem comum sobre necessidades emocionais e padrões de coping, facilitando planos de cuidado integrados. A coordenação com manejo farmacológico, intervenções de habilidade (ex.: regulação emocional) e suporte psicosocial aumenta a coerência e a segurança do tratamento.

  • Quais competências são valorizadas para atuar com Terapia do Esquema com qualidade e responsabilidade?

    Competências incluem:

    • Formulação refinada por esquemas, coping e modos, articulada a objetivos comportamentais.
    • Condução segura de técnicas experienciais, com habilidade para modular intensidade e reparar rupturas de aliança.
    • Postura de reparenting limitado com limites éticos claros e sensibilidade cultural.
    • Avaliação de risco e planejamento de segurança, especialmente diante de modos punitivos/esquiva.
    • Medição de resultados e documentação focada em decisão clínica.

    Desenvolver essas capacidades envolve estudo contínuo, prática deliberada, participação em grupos de discussão, supervisão de casos e atualização em literatura empírica sobre esquemas, modos e desfechos terapêuticos.

  • Como planejar desenvolvimento profissional contínuo em Terapia do Esquema ao longo do tempo?

    Um caminho sustentável combina:

    • Leitura de manuais e artigos revisados por pares, com registro de aprendizados aplicáveis.
    • Grupos de estudo e intervisão para discutir conceitualizações, reduzir vieses e fortalecer tomada de decisão.
    • Supervisão clínica para trabalhar contratransferência, limites éticos e refinamento técnico.
    • Prática deliberada com metas específicas (por exemplo, aprimorar condução de imagery ou reparo de rupturas), acompanhada por métricas de resultado e feedback.
    • Integração criteriosa de recursos de outras abordagens, mantendo coerência conceitual.

    O foco é evoluir de competências básicas para proficiência aplicada, com atenção a segurança, efetividade e documentação que sustente a qualidade assistencial.

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