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Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica nos Processos Inclusivos 1 educacao_pedagogia_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Educação educacao
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Pós-Graduação EAD Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica nos Processos Inclusivos

De R$ 6.708,00 por

R$4.696,00

em 24x de R$ 195,67

30% OFF

  • Parcelamento sem comprometer o limite do cartão.
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Você se sente preparado para liderar uma escola diante das exigências da educação inclusiva, da legislação educacional e da pressão por resultados pedagógicos?
A Pós-Graduação em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica nos Processos Inclusivos foi desenvolvida para transformar essa insegurança em competência técnica e liderança estruturada. O curso capacita profissionais para atuar com domínio das políticas públicas, da gestão democrática, do Projeto Político-Pedagógico (PPP) e da coordenação pedagógica, preparando gestores para conduzir escolas com eficiência, inclusão e resultados educacionais consistentes.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica nos Processos Inclusivos prepara profissionais para liderar instituições de ensino com segurança técnica, visão prática e domínio das exigências legais da educação brasileira.

A escola contemporânea exige mais do que gestão administrativa, demandando a compreensão integrada de políticas públicas educacionais, legislação, Projeto Político-Pedagógico (PPP), liderança docente, avaliação e educação inclusiva aplicada à realidade escolar; nesse contexto, a especialização prepara gestores e coordenadores para estruturar processos pedagógicos, organizar equipes, alinhar o currículo e conduzir a instituição com foco em qualidade, equidade e resultados educacionais consistentes.

Com 360 horas, formato 100% EAD e certificação reconhecida pelo MEC, o curso permite que o profissional avance na carreira e atue com maior autoridade na direção, coordenação pedagógica ou orientação educacional.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Gestão Escolar e Processos Inclusivos+
Quem são os gestores escolares; Diferença de gestão educacional e gestão escolar; Atribuições da gestão escolar; Legislação e políticas públicas; Regimento escolar; Plano político pedagógico; Missão e filosofia da instituição; Gestão administrativa e pedagógica; Gestão democrática e seus valores focado no desenvolvimento do indivíduo; Planejamento curricular; Gerenciamento dos espaços escolares e seu corpo humano; Atribuições dos funcionários e docentes.
Educação Especial+
História da educação especial; Ações nacionais e internacionais da educação especial; Criação de  instituições inclusivas; Da educação especial para educação inclusiva; Aspectos históricos e normativos; Principais pesquisadores da educação especial; Inclusão no Brasil; Motivação docente na prática inclusiva; Processo de exclusão, segregação, integração e inclusão; Legislação da educação especial; Professor de atendimento educacional especializado na escola regular; Sala de integração e recursos e sala multifuncional; Educação inclusiva; Subjetividade do estudante típico e atípico; Formação continuada nos processos inclusivos.
Tecnologia e Inclusão Social+
Formação de agentes de integração com papel estratégico na utilização das tecnologias; Técnicas de inclusão digital para os diferentes segmentos da comunidade; Telecentro: gestão e papel social; Excluído digital e o analfabeto digital; O professor como comunicador por meio das tecnologias.
Legislação e Políticas Públicas em Educação+
Contextualização histórica e política. O papel do Estado na elaboração das políticas educacionais. Contexto econômico, político, social e cultural do Brasil contemporâneo. Organização dos sistemas de ensino considerando as peculiaridades nacionais e os contextos internacionais. Política educacional na legislação para os níveis de escolaridade básica, média e superior. Relação entre o público e o privado no contexto da educação brasileira. Impasses e perspectivas das políticas atuais em relação à educação. Análise da Legislação constitucional relacionada à educação e da LDB – Lei de diretrizes e bases da educação nacional.
Teorias da Aprendizagem e Psicologia do Desenvolvimento Humano+
Pensadores ligados à teoria da educação. Educadores do pensamento pedagógico. Conhecimento das teorias da educação. Conhecimento das abordagens dadas ao longo do tempo às questões relacionadas à escola. Articulação da escola com outras atividades sociais. Concepções de ensino e aprendizagem. Perspectivas teórico-metodológicas do desenvolvimento e da aprendizagem humana. Relações entre psicologia, aprendizagem e desenvolvimento humano; As contribuições das principais teorias da aprendizagem contemporâneas para o processo educacional.
Políticas de Formação, Identidade e Trabalho Docente+
A formação de docentes no Brasil no século XXI. Exigências contemporâneas para a formação de docentes. A influência dos organismos internacionais sobre as políticas e estruturas educacionais, a formação e o trabalho do profissional da educação. Identidade docente e autonomia profissional.
Didática na Formação de Professores+
Desafios da Formação docente; A construção do Conhecimento e o currículo; A escola como organização do Trabalho docente; Metodologias e Estratégias docentes; Fundamentos da docência; Habilidades emocionais.
Estruturas Curriculares – Inter e Transdisciplinaridade+
Currículo: conceituação e caracterização histórica do campo. Teorias e paradigmas curriculares. Currículo na história da educação brasileira. Políticas públicas de currículo. Modelos e organização de currículo na educação básica. Processo de desenvolvimento do currículo escolar. O papel do professor no processo de organização curricular.
Avaliação Educacional+
Avaliação educacional e prática avaliativa no contexto do sistema e da educação escolar. A evolução histórica da avaliação, seus diversos conceitos e sua relação com a atualidade; Suas funções, categorias e critérios. Avaliação na perspectiva inclusiva. A avaliação de projetos e de planos. Avaliação institucional.
Educação Brasileira na Contemporaneidade+
Modernidade e educação brasileira: vínculos e contradições. Educação pública e culturas: desafios contemporâneos da educação brasileira. Levantamento do estado e tendências do conhecimento referentes a problemas educacionais brasileiros específicos e contemporâneos. Identificação de problemáticas e temas educacionais carentes de pesquisa. Conhecimento e crítica de análise sobre a educação brasileira, focalizando as persistências e as mudanças em sua estrutura.
Análise e Organização de Contextos Educativos+
Pedagogia: teoria e prática da educação; Escolarização e constituição do sujeito; Eficácia no ensino articulação de habilidades de organização, instrução, gestão da classe e do conteúdo, acompanhamento dos alunos e identificação da aprendizagem; Organização do ensino e elaborações cognitivas, psicomotoras e afetivas; Socialização na sala de aula; Ensino ativo à aprendizagem ativa; Escola, ensino diferenciado e diversidade cultural; Paradigmas de análise do ensino.
Planejamento Educacional e Projeto Político Pedagógico+
O projeto enquanto antecipação da intervenção educativa. Elaboração, implementação e avaliação de projeto de ação. Estudos do planejamento. Fundamentos do planejamento educacional. Planejamento participativo em educação. O processo de planejamento e desenvolvimento de ensino.
Organização e Funcionamento da Escola+
Princípios orientadores, finalidades e objetivos da educação básica. Estrutura didática e administrativa dos diferentes níveis e modalidades de ensino. Estrutura organizacional da educação básica.
Gestão de Pessoas nas Organizações Educacionais+
Princípios e métodos de gestão: cultura organizacional, gestão de pessoas e ética nas organizações. As dimensões financeira, administrativa e pedagógica da gestão.
Políticas Educacionais e os Processos de Gestão na Escola+
Gestão Educacional: conceitos, funções, princípios básicos, escolas e abordagens; Diferenças e relações entre administração e gestão. A função administrativa da unidade escolar e do gestor: contextualização teórica e tendências atuais. A dimensão pedagógica do cotidiano da escola e o papel do administrador escolar. Prática como componente curricular: vivência da ação educativa. Papel do gestor na elaboração e na execução da proposta pedagógica. Levantamento e análise da realidade escolar: o projeto político pedagógico, o regimento escolar, o plano de direção, planejamento participativo e órgãos colegiados da escola, gestão participativa, descentralização e autonomia. Gestão democrática: fundamentos, processos e mecanismos de participação e de decisão coletivos.
Orientação Educacional+
Conceitos da orientação educacional; Atribuições na instituição de ensino; Vida no serviço de orientação educacional; Encaminhamentos e relação com a família; Projetos educacionais; Desenvolvimento e processo de aprendizagem; Conselho de classe; Perfil de turma; Desenvolvimento sócio emocional do estudante; Dificuldades de aprendizagem e transtornos funcionais de aprendizagem; Fichas de atendimentos e cronograma anual do Soe.
Coordenação Pedagógica+
Conceitos da supervisão escolar; Currículo e planejamento para os segmentos; Legislação específicas; Carga horária e dias Letivos; Caderno de chamada; Sistema de  organização de horários dos professores;  Visão geral dos componentes curriculares; Formação de professores; Projetos de coordenação pedagógica; Estratégias de motivação docente nos processos inclusivos; Currículo, adaptação e avaliação;  Pareceres específicos;  Plano político pedagógico; Regimento escolar; Liderança nas escolas; Prática docente e estratégias relacionadas; Planejamento  curricular.
Gestão Escolar Inclusiva+
Relação dos setores com as funcionalidades das atribuições para os processos inclusivos; Investimentos na inclusão escolar e os processos inclusivos na escola regular de ensino; Visão pontual e prática da importância da gestão escolar nos processos inclusivos.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

QUERO ME MATRICULAR

Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Pedagogos, professores, coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais, gestores escolares e demais licenciados que desejam assumir ou fortalecer posições de liderança na Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica, com foco em processos inclusivos, organização institucional e políticas educacionais.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Escolas e Redes de Ensino Públicas e Privadas: Na direção, coordenação pedagógica e organização de processos administrativos e educacionais, com foco em gestão escolar inclusiva.
  • Secretarias de Educação e Órgãos de Gestão Educacional: No planejamento, implementação e acompanhamento de políticas públicas educacionais.
  • Creches, Centros Educacionais e Instituições de Educação Profissionalizante: Na gestão de equipes, organização curricular e desenvolvimento do Projeto Político-Pedagógico (PPP).
  • ONGs, Projetos Sociais e Instituições do Terceiro Setor: Na coordenação de programas educacionais e ações voltadas à inclusão escolar.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
Clique no botão abaixo para se inscrever e comece agora mesmo sua jornada de aprendizado!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

  • Interatividade, com tutoria e suporte ao alcance da sua mão.

  • Biblioteca Virtual com recursos completos para complementar seus estudos.

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Por que fazer uma Pós-Graduação em Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica nos Processos Inclusivos?

A escola atual exige gestores com domínio técnico em gestão, políticas públicas e educação inclusiva para lidar com diversidade, exigências legais, resultados e organização pedagógica com eficiência.

Domínio da Educação Inclusiva na Prática: A especialização prepara o profissional para implementar processos inclusivos, adaptar currículos e estruturar práticas pedagógicas alinhadas à educação especial e às políticas públicas.

Segurança na Gestão e na Tomada de Decisão: O curso fortalece competências em planejamento, organização escolar, elaboração do Projeto Político-Pedagógico (PPP) e liderança de equipes.

Ampliação das Oportunidades de Liderança: A formação amplia as possibilidades de atuação em escolas públicas e privadas, redes de ensino, secretarias e projetos educacionais, fortalecendo o posicionamento profissional.

Alinhamento às Exigências Legais e às Políticas Públicas: Compreender legislação educacional, LDB, gestão democrática e políticas de inclusão é essencial para evitar erros institucionais e conduzir a escola dentro das normas vigentes.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Quais são as responsabilidades da gestão escolar na implementação de políticas de inclusão?

    A gestão escolar coordena a estratégia institucional de inclusão e responde por governança, recursos e conformidade legal. Entre as atribuições estão: diagnóstico de barreiras (arquitetônicas, atitudinais, comunicacionais e pedagógicas); definição de metas e indicadores; alocação orçamentária para acessibilidade e tecnologia assistiva; criação de comitês intersetoriais (coordenação pedagógica, serviços de apoio, famílias e estudantes); políticas de acolhimento e protocolos de atendimento; formação continuada; e monitoramento por ciclos (PDCA). Também cabe estabelecer fluxos de documentação (PEI, relatórios de mediação, registros de incidentes) e assegurar proteção de dados sensíveis segundo a LGPD. A liderança deve fomentar cultura anticapacitista, promover participação democrática em conselhos e priorizar decisões baseadas em evidências, com transparência e prestação de contas à comunidade escolar.

  • Qual a diferença entre Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e adaptações curriculares individualizadas?

    DUA é uma abordagem proativa de planejamento que amplia o acesso ao currículo para todos desde o início, oferecendo múltiplas formas de engajamento, representação e expressão. Foca a remoção de barreiras no ambiente e nas tarefas, não no estudante. Já as adaptações individualizadas respondem a necessidades específicas de um aluno, após avaliação funcional, ajustando metas, métodos, tempo, avaliação ou recursos. Em termos práticos: DUA reduz a necessidade de intervenções caso a caso, enquanto o plano individual (ex.: PEI) detalha acomodações e apoios personalizados quando persistem barreiras. Boas práticas combinam ambos: currículo desenhado com flexibilidade (DUA) e, quando necessário, intervenções individualizadas, sempre documentadas, com participação da família e revisão periódica baseada em evidências de aprendizagem.

  • Como estruturar um fluxo de triagem e encaminhamento multiprofissional preservando LGPD e ética?

    Um fluxo robusto começa pela coleta mínima de dados necessários, com base legal e consentimento informado quando aplicável. Recomenda-se: formulário padronizado de observação pedagógica; reunião de equipe para análise preliminar; comunicação transparente com a família; e encaminhamento, quando pertinente, para serviços especializados da rede. Para proteção de dados, delimite perfis de acesso, registre finalidades, adote controles de versionamento e guarde documentos em repositórios seguros. Evite circular informações sensíveis por e-mail sem criptografia. Utilize identificação por pseudônimos em relatórios analíticos. Estabeleça prazos de retenção e políticas de descarte. Documente pareceres, evitando linguagem diagnóstica se não houver laudo clínico. A coordenação pedagógica deve mediar interfaces, garantir registro de consentimentos e revisar o fluxo anualmente.

  • Quais indicadores acompanhar para avaliar a efetividade dos processos inclusivos?

    Indicadores devem combinar acesso, participação, aprendizagem e clima escolar. Exemplos: taxa de matrícula e permanência de estudantes público-alvo da educação especial; frequência e participação em atividades curriculares e extracurriculares; progresso acadêmico desagregado por perfil, observando metas do PEI; uso e adequação de tecnologias assistivas; ocorrências de barreiras relatadas e tempo de resolução; registros de incidentes discriminatórios; satisfação de estudantes e famílias; engajamento docente em formação continuada; e auditoria de acessibilidade física e digital. Monitore também tempos de resposta para adaptações e disponibilidade de recursos de apoio. Analise tendências e desigualdades entre turmas/etapas, estabelecendo planos de ação com responsáveis e prazos. O ideal é combinar dados quantitativos com evidências qualitativas, como observações e portfólios.

  • Quais elementos um Plano Educacional Individualizado (PEI) deve contemplar para ser executável?

    Um PEI efetivo é claro, mensurável e colaborativo. Recomenda-se incluir: avaliação pedagógica e funcional inicial (pontos fortes, barreiras, preferências); metas específicas e temporalizadas (SMART); estratégias didáticas e acomodações (tempo ampliado, alternativas de resposta, recursos visuais, comunicação alternativa); responsabilidades de cada profissional; recursos e tecnologia assistiva previstos; indicadores de progresso e critérios de revisão; cronograma de monitoramento; estratégias de participação da família e do próprio estudante; e plano de transição entre etapas/anos quando pertinente. O documento deve evitar jargões clínicos sem respaldo e priorizar descritores observáveis de desempenho. A revisão periódica, baseada em evidências de aprendizagem e registro de intervenções, mantém o PEI vivo e alinhado ao currículo, respeitando direitos e confidencialidade.

  • Como planejar acessibilidade arquitetônica, comunicacional e digital de forma integrada?

    Integração exige diagnóstico técnico e priorização por risco e impacto. Na dimensão arquitetônica, referências como ABNT NBR 9050 orientam rotas acessíveis, sinalização tátil, sanitários adaptados e mobiliário. Em comunicação, contemple recursos como Libras, legendas, leitura fácil e materiais em formatos alternativos. No digital, alinhe-se a diretrizes de acessibilidade web (por exemplo, WCAG 2.1), garantindo contraste adequado, navegação por teclado e textos alternativos. Crie um plano único de acessibilidade com metas, orçamento, responsáveis e prazos, evitando soluções isoladas. Promova testes com usuários, capacite equipes de manutenção e tecnologia e estabeleça rotina de auditorias. Registre não conformidades e trate-as por ciclo PDCA, assegurando que compras e contratos incluam requisitos técnicos de acessibilidade e manutenção.

  • Que políticas ajudam a prevenir capacitismo e gerir conflitos relacionados à inclusão?

    Políticas efetivas combinam prevenção, resposta e accountability. Boas práticas incluem: código de conduta explícito contra discriminação; protocolos de relato e apuração de incidentes com prazos; ações educativas contínuas (sensibilização, mediação de pares, currículo anticapacitista); comunicação institucional clara sobre direitos; e formação de equipes para linguagem inclusiva e atendimento acolhedor. Em gestão de conflitos, adote escuta ativa, registro formal, análise de risco e plano restaurativo quando apropriado. Defina responsabilidades e trilhas de escalonamento. Monitore reincidências e fatores de contexto (espaços, horários, supervisão). Envolva famílias quando necessário, preservando a confidencialidade. Revise periodicamente documentos e campanhas, avaliando impacto por indicadores e relatos qualitativos, e conecte as políticas aos processos de acolhimento e clima escolar.

  • Como organizar formação continuada da equipe para práticas inclusivas sem sobrecarga?

    Combine formatos curtos e aplicáveis com acompanhamento leve. Estratégias úteis: microformações dentro do horário de trabalho; comunidades de prática com encontros breves e focados em casos pedagógicos (preservando dados sensíveis); observação entre pares com feedback estruturado; materiais de referência curtos (guias, checklists) alinhados a DUA; plantões de tutoria pedagógica por demanda; e calendário anual que distribua temas críticos. Priorize metas pequenas e mensuráveis, vinculadas a indicadores de sala de aula. Utilize rotação de facilitadores para evitar concentração de carga. Registre participação e evidências de aplicação (p. ex., ajustes em planos de aula). Avalie percepção de relevância e ajuste conteúdos. Preveja tempo institucional para estudo, reforçando que formação é trabalho, não atividade extra.

  • Quais critérios técnicos orientam a escolha de tecnologias assistivas e recursos de acessibilidade?

    A seleção deve ser centrada no usuário e no contexto de uso. Considere: avaliação funcional e objetivos pedagógicos; usabilidade e curva de aprendizagem; compatibilidade com infraestrutura existente; manutenção, suporte e disponibilidade de peças; custo total de propriedade; privacidade e proteção de dados; interoperabilidade com plataformas educacionais; acessibilidade de conteúdo (p. ex., leitores de tela, legendas, teclados alternativos); portabilidade e durabilidade; e possibilidade de personalização. Realize testes com usuários antes da adoção ampla e documente critérios em atas. Preveja plano de capacitação e de substituição em caso de falhas. Evite dependência de soluções proprietárias sem rotas de contingência. Monitore métricas de uso e efetividade para ajustar aquisições futuras com base em evidências.

  • Como envolver família e rede de apoio na inclusão mantendo autonomia pedagógica?

    Transparência e pactos claros orientam a colaboração. Práticas recomendadas: reuniões objetivas com pauta e metas, registradas em ata; canais regulares de comunicação (boletins, agenda digital) com linguagem respeitosa; participação da família na construção e revisão do PEI; orientações sobre estratégias de apoio em casa alinhadas ao que se pratica na escola; e definição de limites de atuação, preservando decisões pedagógicas fundamentadas. Quando pertinente, articule com serviços de saúde e assistência, respeitando a LGPD e consentimentos. Estabeleça um ponto focal na coordenação para evitar mensagens desencontradas. Valorize feedbacks, mas trate solicitações por critérios técnicos e disponibilidade institucional. Revise acordos periodicamente, buscando coerência entre escola, família e rede, sem transferir responsabilidades indevidas.

  • Quem se beneficia dos processos inclusivos na escola e por quê?

    Processos inclusivos beneficiam todo o ecossistema escolar. Estudantes com e sem deficiência tendem a encontrar ambientes mais acessíveis, previsíveis e motivadores quando práticas como DUA e mediação colaborativa são aplicadas. Docentes ganham repertório didático diversificado e instrumentos de avaliação mais justos. A gestão fortalece a governança, com políticas claras, indicadores e participação comunitária. Famílias experimentam comunicação mais estruturada e maior pertencimento. A escola, como instituição, aprimora conformidade legal e reputação pública. Além disso, acessibilidade arquitetônica e digital amplia o uso de espaços e recursos por diferentes perfis. Ao reduzir barreiras e promover cultura antidiscriminatória, a comunidade escolar favorece engajamento, segurança psicológica e continuidade de trajetórias, pilares para aprendizagem sustentável ao longo do tempo.

  • Qual a diferença entre inclusão, integração e educação especial na perspectiva contemporânea?

    Integração pressupõe que o estudante se ajuste ao modelo escolar existente, recebendo apoios pontuais sem mudança estrutural. Inclusão altera o sistema para acolher a diversidade, removendo barreiras e garantindo participação, aprendizagem e pertencimento para todos. Educação especial é um conjunto de serviços e recursos de apoio que podem ser oferecidos em diferentes contextos, preferencialmente na escola comum, para responder a necessidades específicas. Na perspectiva contemporânea, inclusão é o princípio orientador; educação especial atua como suporte, não como segregação; e integração é vista como etapa histórica, limitada por manter barreiras no ambiente. O foco atual recai em desenho universal, acessibilidade, PEI e colaboração interprofissional, com monitoramento por indicadores e participação ativa de estudantes e famílias.

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