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Dependência Digital 1 educacao_pedagogia_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Educação educacao
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Pós-Graduação EAD Dependência Digital

De R$ 7.000,00 por

R$4.900,00

em 24x de R$ 204,17

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Você já se deparou com um paciente com uso compulsivo de tecnologia e não soube exatamente como avaliar ou intervir?
Esta pós-graduação foi desenvolvida para oferecer critérios claros de avaliação e intervenção em casos de uso compulsivo de tecnologia, permitindo diferenciar comportamentos habituais de quadros que exigem manejo clínico. Ao longo do curso, você aprende a conduzir esses casos com mais clareza, utilizando estratégias baseadas em evidências para atuar com segurança diante de uma demanda cada vez mais presente na prática profissional.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

O uso intensivo e excessivo da tecnologia digital transformou profundamente a forma como as pessoas se relacionam, trabalham e constroem vínculos. Ao mesmo tempo, trouxe novos desafios para a saúde mental, como a dependência digital, o uso problemático da internet e os impactos psicológicos associados ao comportamento digital contemporâneo, fenômenos que ainda são pouco reconhecidos ou tratados de forma fragmentada na prática profissional.

 

A Pós-Graduação em Dependência Digital foi estruturada para responder a essa lacuna formativa, oferecendo uma base teórica sólida e aplicada para a compreensão, avaliação, prevenção e intervenção clínica no uso excessivo de tecnologia.

 

Com foco em evidências científicas e estratégias práticas, o curso capacita profissionais a atuar de forma ética e qualificada, promovendo o bem-estar digital, o reequilíbrio da relação com a tecnologia e o cuidado integral em saúde mental em diferentes contextos de atuação.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Introdução aos Transtornos Digitais+
Conceitos e classificação dos transtornos relacionados à tecnologia (DSM-5-tr, CID-11). Diferença entre uso problemático/transtornos e limitações dos manuais diagnósticos atuais. Impactos gerais na saúde mental, física e nas relações interpessoais.

Causas e Fatores de Risco+
Bases neurobiológicas e psicológicas e suas influências. Relação entre transtornos digitais e outros transtornos mentais. Impacto nas relações sociais e familiares. Implicações no desempenho escolar e profissional. Consequências na saúde mental e física, gerando custos sociais e econômicos na saúde e na Sociedade. A importância do contexto familiar e social.

Psicopatologia e Tipos de Transtornos Digitais+
Transtorno do Jogo pela Internet (Internet Gaming Disorder). Nomofobia – “no-mobile phobia” - (medo de ficar sem celular). FOMO “Fear of Missing Out” – (medo de ficar de fora) e suas consequências. Vício em redes sociais e jogos online. Dependência de internet. Cyberbullying e seus impactos psicológicos. Ansiedade e depressão associadas ao uso excessivo de tecnologia. Distúrbios do sono e seus impactos no bem-estar. Comorbidades e diagnósticos diferenciais.

Avaliação e Diagnóstico em Transtornos Digitais+
Metodologias e instrumentos de avaliação psicológica. Entrevista clínica e anamnese específica para transtornos digitais. Questionário e escalas: “Chen Internet Addiction Scale (CIAS)” e “Young's Internet Addiction Test (IAT)”, instrumentos que avaliam a dependência de internet; “Smartphone Addiction Scale”, instrumento que avalia a dependência de smartphones. Avaliação dos impactos em relação a intensidade, frequência, gravidade e prejuízo na vida destes indivíduos, causados pelo uso excessivo de tecnologia. Avaliação multidisciplinar: colaboração entre psicólogos, psiquiatras e outros profissionais.

Terapia Cognitivo-Comportamental Aplicada a Transtornos Digitais+
Fundamentos e aplicações da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) nos transtornos digitais. Identificação de pensamentos automáticos e crenças disfuncionais. Técnicas de reestruturação cognitiva e modificação de comportamentos. Desenvolvimento de habilidades como resolução de problemas, mindfulness e gerenciamento de tempo. Abordagens baseadas em regulação emocional com exposição gradual e controle da impulsividade.

Terapia Familiar e de Grupo em Transtornos Digitais+
Abordagens terapêuticas familiares e grupais: Comunicação; estabelecimento de limites; resolução de conflitos; educação sobre o uso saudável da tecnologia; suporte emocional; envolvimento em atividades familiares. Intervenções para promover a comunicação e o suporte familiar. O impacto do uso excessivo de dispositivos digitais nos relacionamentos familiares e o estabelecimento de limites. Grupos de apoio para suporte social e prevenção de recaídas. Estratégias de desenvolvimento de habilidades sociais para lidar com a solidão e o isolamento social.

Ética e Responsabilidade Profissional em Intervenções Digitais+
O papel dos profissionais de saúde mental. Aspectos éticos do trabalho com transtornos digitais. Privacidade, confidencialidade e segurança dos dados do paciente. Responsabilidade profissional e boas práticas clínicas. Tratamento farmacológico (quando indicado).

Prevenção e Promoção da Saúde Digital+
Estratégias de prevenção primária, secundária e terciária. Educação digital: conscientização sobre o uso saudável da tecnologia. Políticas públicas e legislação.

Intervenções Multidisciplinares e Integração Profissional+
O que são intervenções multidisciplinares. Modelos de colaboração entre profissionais de saúde mental, educação e tecnologia. Superação de desafios, como resistência ao tratamento e coordenação entre profissionais.

Hiperconectividade e seus Efeitos no Desempenho Escolar e no Desenvolvimento Cognitivo+
Definição de hiperconectividade e suas características. Efeitos das tecnologias na atenção, concentração, leitura e escrita. Impactos da sobrecarga de informações no foco e na retenção de conteúdo. Influência dos estímulos digitais no cérebro infantil e adolescente, afetando memória, tomada de decisão e resolução de problemas. Relação entre hiperconectividade e dificuldades de concentração, como o TDAH, e como ela altera os processos de aprendizagem no ambiente acadêmico.
*Organização Curricular sujeita a alterações.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais das áreas de psicologia, psiquiatria, assistência social, educação, gestão de pessoas, recursos humanos, marketing, saúde e tecnologia da informação interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre Dependência Digital.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Contexto clínico: atendimento de pacientes com uso compulsivo de tecnologia.
  • Contexto educacional: desenvolvimento de ações de orientação e prevenção em escolas e instituições de ensino.
  • Contexto organizacional: promoção de saúde mental e uso equilibrado de tecnologia em empresas.
  • Consultoria e projetos: elaboração de estratégias de prevenção e conscientização para diferentes públicos.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que é importante fazer uma Pós em Dependência Digital?

A Dependência Digital já impacta a saúde mental de forma concreta, enquanto grande parte da formação profissional ainda não acompanha essa realidade.

Os efeitos do uso excessivo da tecnologia geram demandas clínicas e institucionais que não estavam presentes nos currículos tradicionais. A pós atualiza o profissional para esse novo cenário.

A formação específica permite compreender padrões de comportamento digital, evitando intervenções fragmentadas e aumentando a precisão das condutas profissionais.

O conhecimento em Dependência Digital fortalece a atuação em diferentes contextos, clínica, educação, família e organizações, respeitando sempre a formação de base.

A pós-graduação oferece fundamentos científicos e práticos para lidar com um fenômeno crescente da saúde mental, promovendo cuidado responsável e bem-estar digital.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Quais definições operacionais diferenciam uso problemático de tecnologias de um transtorno de dependência digital?

    Na prática profissional, "uso problemático" descreve padrões persistentes de uso digital que geram prejuízo funcional relevante (acadêmico, laboral, social ou de saúde), mas sem atender a critérios plenos de transtorno. Já "transtorno" implica perda de controle, saliência (uso domina a vida), continuidade apesar de consequências negativas e prejuízo clinicamente significativo. Formalmente, a CID-11 reconhece o Transtorno do Jogo Eletrônico; outras formas (p.ex., redes sociais) são usualmente classificadas como uso problemático. Definições operacionais robustas combinam: duração e persistência dos sintomas, magnitude do prejuízo, tentativas malsucedidas de reduzir, craving e impacto em sono e rotina. A avaliação deve integrar entrevista clínica, medidas padronizadas e informações de terceiros quando apropriado, evitando reduzir o diagnóstico a "tempo de tela".

  • Quais instrumentos validados são recomendados para triagem e avaliação do uso problemático de internet e jogos?

    Há escalas com boa evidência psicométrica para diferentes faixas etárias e focos. Entre as mais usadas:

    • Internet Addiction Test (IAT) ? triagem ampla de uso problemático de internet.
    • Compulsive Internet Use Scale (CIUS) ? 14 itens, bom desempenho em amostras clínicas e comunitárias.
    • Internet Gaming Disorder Scale ? Short Form (IGDS9-SF) ? alinhada a critérios do transtorno de jogos.
    • Social Media Disorder Scale (SMDS) ? voltada a comportamentos em redes sociais.

    Cortes variam por contexto e cultura; recomenda-se usar escores como indicativos, não determinantes. Combine auto-relatos com entrevista clínica, dados de funcionamento (sono, desempenho escolar/profissional) e, quando pertinente, relatos de pais/cuidadores. Reavaliações periódicas ajudam a monitorar mudança clínica e a responsividade a intervenções.

  • Como conduzir o diagnóstico diferencial entre dependência digital, transtorno do jogo eletrônico e comorbidades frequentes?

    O diagnóstico diferencial requer mapear motivadores, padrão temporal e prejuízos. No transtorno do jogo eletrônico (CID-11), há perda de controle, priorização crescente do jogo e persistência por meses, com impacto marcado. Diferencie de:

    • TDAH: impulsividade e busca de estímulos podem ampliar o uso, mas o quadro é mais difuso.
    • Depressão/ansiedade: uso pode funcionar como evitação; trate o transtorno base.
    • Transtornos do sono: insônia e atraso de fase agravam a exposição noturna.
    • Episódios maníacos/hipomaníacos: aumento global de atividade, não restrito ao digital.

    Avalie também jogos de azar on-line, TOC e TEA. Busque evidências de controle prejudicado específico do digital versus padrão secundário ao quadro principal. Integre histórico longitudinal, escalas padronizadas e funcionalidade em múltiplos domínios.

  • Quais indicadores clínicos e funcionais são úteis para monitorar evolução em casos de uso problemático de tecnologias?

    Monitorar apenas "horas de tela" é insuficiente. Inclua marcadores de resultado centrados em funcionalidade e saúde:

    • Sono: latência para adormecer, despertares, sonolência diurna.
    • Desempenho: produtividade, presença escolar/laboral, atrasos.
    • Relacionamentos: conflitos, isolamento, quebras de rotina familiar.
    • Sintomas: craving, irritabilidade ao interromper, humor.
    • Risco: episódios de uso até madrugada, negligência de autocuidado, gastos não planejados.

    Use escalas repetidas (p.ex., CIUS, IGDS9-SF), diários breves e metas funcionais mensuráveis. Avaliações mensais ajudam a distinguir flutuações naturais de mudanças clinicamente significativas. Garanta que a coleta de dados respeite privacidade, evite vigilância excessiva e seja compartilhada de forma compreensível com o paciente e, quando aplicável, a família.

  • Quais intervenções têm melhor suporte científico no manejo de dependência digital e uso problemático?

    As evidências mais consistentes apontam para intervenções psicológicas estruturadas:

    • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): foco em controle de estímulos, reestruturação cognitiva e solução de problemas.
    • Entrevista Motivacional: trabalha ambivalência e metas alinhadas a valores.
    • Intervenções familiares: rotinas, limites consistentes e comunicação.

    Estratégias de redução de danos incluem higiene do sono, notificações menos intrusivas e metas graduais. "Detox" digital curto pode ser útil como reset comportamental para alguns, mas tem limitações sem plano de manutenção. Tratar comorbidades (p.ex., TDAH, depressão) frequentemente melhora o padrão digital. Não há farmacoterapia específica para "dependência digital"; medicações visam transtornos associados. A escolha deve considerar idade, contexto, preferência e riscos.

  • Quais riscos e responsabilidades de compliance surgem ao lidar com dependência digital em ambientes corporativos?

    Em organizações, uso digital disfuncional pode impactar produtividade, segurança e clima. Pontos críticos:

    • Segurança da informação: maior suscetibilidade a phishing, downloads e vazamentos.
    • Risco psicossocial: hiperconectividade, assédio digital e burnout.
    • Privacidade: limites éticos para monitoramento; necessidade de proporcionalidade e transparência.
    • Governança: políticas de uso aceitável, gestão de notificações e direito a desconexão onde aplicável.

    Recomenda-se combinar educação continuada, desenho de trabalho com janelas de foco, suporte em saúde mental e tecnologias com padrões de minimização de dados. Qualquer coleta de métricas comportamentais deve observar a legislação de proteção de dados vigente e ser acompanhada de comunicação clara sobre finalidades, retenção e acesso.

  • Tempo de tela é um bom critério para definir dependência digital? Quais métricas fazem mais sentido?

    Tempo de tela isolado é um marcador fraco. Métricas clinicamente mais informativas incluem:

    • Função e prejuízo: atrasos, quedas de desempenho, conflitos, negligência de autocuidado.
    • Padrões de uso: noturno prolongado, binges, multitarefa constante durante tarefas críticas.
    • Controle percebido: tentativas falhas de reduzir, craving, saliência.
    • Conteúdo e contexto: finalidade (trabalho, lazer), risco financeiro/social, exposição a reforços variáveis.

    Heurísticas úteis: evitar uso próximo ao horário de dormir, priorizar blocos de foco sem interrupções e proteger tarefas de alta exigência cognitiva. Personalize metas conforme cronotipo, demandas acadêmicas/laborais e comorbidades. O objetivo é restaurar funcionalidade e bem-estar, não alcançar um número arbitrário de horas.

  • Como escolas e famílias podem agir de forma coordenada diante de sinais de uso problemático em adolescentes?

    Abordagens eficazes tendem a combinar consistência, diálogo e estrutura. Boas práticas:

    • Mediação ativa: discutir conteúdos, riscos e autorregulação, não apenas impor bloqueios.
    • Rotinas previsíveis: "zonas" sem telas (refeições, quarto à noite) e horários estáveis.
    • Modelo dos adultos: coerência entre discurso e práticas dos cuidadores.
    • Parceria escola-família: alinhamento de expectativas, comunicação com orientação educacional/psicológica.

    Observe bandeiras vermelhas como queda de rendimento, evasão de atividades off-line e privação de sono. Encaminhe para avaliação especializada quando houver prejuízo persistente. Evite medidas punitivas isoladas; prefira metas gradativas, reforço positivo e ajustes ambientais que reduzam gatilhos sem estigmatizar o adolescente.

  • Quais princípios orientam programas de prevenção em dependência digital sem estigmatizar usuários ou tecnologias?

    Programas efetivos adotam enfoque de saúde pública e competências socioemocionais:

    • Universal, seletivo e indicado: intervenções proporcionais ao risco.
    • Alfabetização midiática: entender design de plataformas, reforços e desinformação.
    • Autorregulação e gestão do tempo: planejamento, metas e monitoramento saudável.
    • Ambiente: regras claras, "stopping cues" e redução de notificações distraidoras.

    Evite narrativas moralistas ou alarmistas; foque em habilidades e escolhas informadas. Co-crie materiais com estudantes/colaboradores, incorpore avaliação de processo e resultado e ajuste com base em dados. Considere determinantes contextuais (tédio, estresse, isolamento) e ofereça alternativas atraentes off-line. A comunicação deve ser inclusiva, culturalmente sensível e baseada em evidências.

  • Quais padrões de design são associados a comportamento compulsivo e como mitigá-los em produtos digitais?

    Alguns elementos de design aumentam risco de uso compulsivo:

    • Rolagem infinita e autoplay: reduz "stopping cues".
    • Recompensas variáveis: badges, streaks, loot boxes.
    • Notificações intrusivas e timing oportunista.
    • Escassez artificial e objetivos sem fim.

    Mitigações incluem: optar por inscrição ativa (opt-in), limites e ritmo de notificações, feeds finitos, prompts de pausa, relatórios de uso compreensíveis e padrões de fricção para binge. Auditorias de ética de design, testes com critérios de bem-estar e governança de produto ajudam a equilibrar engajamento e saúde do usuário. Documente decisões, riscos e trade-offs, envolvendo times de UX, ciência de dados, jurídico e compliance.

  • Como lidar com privacidade e documentação ao usar aplicativos ou dados de uso para apoiar o cuidado?

    O uso de apps e dados de uso requer salvaguardas sólidas:

    • Consentimento informado específico: finalidade, tipos de dado, riscos e revogação.
    • Minimização e necessidade: coletar apenas o essencial; retenção limitada.
    • Segurança: pseudonimização, controle de acesso e trilhas de auditoria.
    • Avaliação de impacto (quando aplicável) e transparência sobre algoritmos.

    Evite monitoramento invasivo que possa prejudicar a aliança terapêutica. Registre no prontuário critérios de coleta, métricas acompanhadas e como serão usadas em decisões clínicas. Garanta conformidade com a legislação de proteção de dados vigente e políticas institucionais, incluindo procedimentos para incidentes e solicitações de acesso ou exclusão pelo paciente.

  • Como as mecânicas de jogos e microtransações se relacionam com riscos de dependência digital?

    Mecânicas como recompensas variáveis, progressões infinitas e microtransações podem amplificar saliência, impulsividade e gastos não planejados. Elementos a observar:

    • Loot boxes e probabilidades opacas, que aproximam a experiência de jogos de azar.
    • Moedas virtuais que reduzem a percepção de custo real.
    • Eventos temporários e FOMO que reforçam sessões prolongadas.

    Para manejo clínico e educativo, mapeie gatilhos, gastos, dívidas e conflitos familiares. Em produtos, maior transparência de odds, limites de gasto, confirmação reforçada para compras e controles parentais com feedback claro ajudam a reduzir risco. Em casos com impacto financeiro ou prejuízo funcional grave, considere avaliação especializada para distinguir uso problemático de transtornos relacionados a jogos e compras compulsivas.

  • Quais trajetórias de carreira existem na área de dependência digital e que competências são mais valorizadas?

    Profissionais atuam em saúde, educação, pesquisa, políticas públicas e tecnologia. Possíveis caminhos:

    • Clínica e saúde mental: avaliação, intervenção breve e coordenação interprofissional.
    • Educação e prevenção: programas escolares e corporativos baseados em evidências.
    • Pesquisa aplicada: psicometria, ensaios de intervenção e ciência de dados comportamentais.
    • UX e ética de produto: auditoria de dark patterns e design para bem-estar.
    • Compliance e governança digital: políticas, privacidade e riscos psicossociais.

    Competências valorizadas incluem avaliação biopsicossocial, uso de escalas validadas, ética e proteção de dados, saúde do sono, comunicação com famílias/organizações e análise crítica de evidências. Integração com psiquiatria, pediatria, TI, jurídico e RH é frequente.

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