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Saúde Pública e Estratégia SUS 5 saude_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Saúde saude
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Pós-Graduação EAD Saúde Pública e Estratégia SUS

De R$ 7.000,00 por

R$4.900,00

em 24x de R$ 204,17

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Você já atua no SUS e quer ampliar sua segurança técnica para planejar e tomar decisões estratégicas?
A Pós-Graduação em Saúde Pública e Estratégia SUS foi desenvolvida para impulsionar esse crescimento. O curso oferece formação estruturada no Sistema Único de Saúde, integrando planejamento em saúde, vigilância, políticas públicas, gestão da clínica e Saúde Digital, preparando o profissional para atuar com visão sistêmica, capacidade analítica e protagonismo na qualificação dos serviços públicos de saúde.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Saúde Pública e Estratégia SUS é voltada para profissionais que desejam aprofundar sua atuação no Sistema Único de Saúde com foco em Gestão em Saúde, Saúde Coletiva e Políticas Públicas de Saúde. O curso integra fundamentos do SUS, planejamento em saúde, vigilância em saúde, Atenção Primária à Saúde e organização das Redes de Atenção.

A formação prepara o profissional para analisar indicadores, utilizar dados epidemiológicos, planejar ações territoriais e qualificar serviços públicos com base em evidências e normativas vigentes. Também aborda Saúde Digital e inovação na gestão do SUS, ampliando a capacidade estratégica para tomada de decisão.

Ao concluir a pós, o profissional estará apto a atuar de forma técnica e estratégica na gestão, no planejamento e na organização de serviços vinculados ao Sistema Único de Saúde.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Fundamentos de Saúde Pública, Saúde Coletiva e Determinantes Sociais+
História da Saúde Pública no Brasil. Constituição de 1988 e a reforma sanitária. Conceitos de saúde, doença e risco. Saúde coletiva versus saúde pública tradicional. Determinantes sociais da saúde e iniquidades. Modelos de atenção à saúde e transição demográfica/epidemiológica. Articulação com Agenda 2030 e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Epidemiologia em Saúde Pública e Vigilância em Saúde+
Conceitos e usos da epidemiologia em saúde pública. Medidas de frequência e associação. Desenhos de estudos epidemiológicos. Vigilância em saúde (epidemiológica, ambiental, sanitária, saúde do trabalhador). Sistemas de informação em saúde (Sinan, SIM, SIH, e-SUS). Análise de indicadores, surtos e agravos relevantes no SUS.
Sistema Único de Saúde: Princípios, Legislação, Financiamento e Governança+
SUS: princípios doutrinários e organizativos. Leis orgânicas da saúde (8.080/1990 e 8.142/1990). Regionalização, hierarquização e descentralização. Pactos em saúde, instâncias de pactuação interfederativa. Financiamento do SUS, fundos de saúde, emendas e novos modelos de remuneração. Controle social e gestão participativa.
Planejamento, Gestão e Avaliação em Saúde no SUS+
Planejamento em saúde: conceitos, métodos e instrumentos (PDC, PDCA, PES). Planejamento ascendente e regional. Gestão por resultados e contratualização. Avaliação em saúde: tipos, modelos lógicos, indicadores. Monitoramento de programas, serviços e redes. Uso de informações para tomada de decisão.
Atenção Primária à Saúde, Redes de Atenção e Estratégia Saúde da Família+
Conceitos de Atenção Primária à Saúde (APS) e Atenção Básica. PNAB, organização da APS no SUS, modelos de equipe. Estratégia Saúde da Família e expansão da cobertura. Coordenação do cuidado, vínculo e longitudinalidade. Redes de Atenção à Saúde (RAS) e papel da APS como coordenadora. Integração APS–urgência, saúde mental, crônicas e hospital.
Promoção da Saúde, Participação Social e Territórios Saudáveis+
Conceitos de promoção da saúde, prevenção e proteção. Declaração de Ottawa e conferências subsequentes. Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e intersetorialidade. Determinantes sociais e enfoque territorial. Participação social, conselhos e conferências de saúde. Metodologias participativas em comunidades e territórios saudáveis.
Gestão da Clínica, Qualidade e Segurança do Paciente no SUS+
Conceitos de gestão da clínica, linhas de cuidado e protocolos assistenciais. Qualidade em saúde: dimensões, indicadores, acreditação. Política Nacional de Segurança do Paciente, protocolos básicos e cultura de segurança. Eventos adversos, análise de incidentes e melhoria contínua. Integração com humanização e experiências do usuário. 
Saúde Digital, Informação em Saúde e Inovação no SUS +
Conceitos de saúde digital, telessaúde, telemedicina e e-saúde. Estratégia de Saúde Digital para o Brasil 2020–2028. Sistemas de informação em saúde (e-SUS, SISREG, CNES, etc.) e interoperabilidade. Proteção de dados e LGPD em saúde. Modelos de inovação, uso de dados para gestão, inteligência em saúde e novas tecnologias (apps, IA, wearables).
Políticas, Programas e Linhas de Cuidado em Saúde Pública+
Políticas e programas prioritários no SUS: saúde da mulher, criança e adolescente, saúde da população negra, saúde mental e RAPS, atenção às condições crônicas, urgência/emergência, HIV/Aids, tuberculose, doenças negligenciadas. Organização de linhas de cuidado ao longo do curso da vida. Integração com APS e redes.
Gestão do Trabalho, Educação Permanente e Liderança em Saúde Pública+
Gestão do trabalho e da educação na saúde. Planejamento de força de trabalho, carreiras, vínculos e precarização. Educação permanente em saúde e aprendizagem no trabalho. Processos de supervisão, preceptoria e apoio matricial. Liderança no SUS, gestão participativa, comunicação e negociação. Cuidado com o trabalhador e saúde mental das equipes.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais graduados em Medicina, Enfermagem, Psicologia, Fisioterapia, Serviço Social, Nutrição, Educação Física, Odontologia, Fonoaudiologia, Gestão em Saúde, Administração Pública e áreas afins que desejam atuar ou se posicionar estrategicamente no Sistema Único de Saúde.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Gestão em Saúde Pública: secretarias municipais e estaduais de saúde, coordenações técnicas, planejamento, regulação e organização de serviços vinculados ao SUS.
  • Atenção Primária à Saúde: coordenação da Estratégia Saúde da Família, organização territorial, monitoramento de indicadores e qualificação do cuidado nas Redes de Atenção.
  • Vigilância em Saúde: vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e saúde do trabalhador, com análise de dados, monitoramento de agravos e gestão de informações.
  • Planejamento e Políticas Públicas de Saúde: elaboração, implementação e avaliação de programas, linhas de cuidado e estratégias voltadas à qualificação do Sistema Único de Saúde.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que fazer uma Pós-Graduação em Saúde Pública e Estratégia SUS?

Atuar no Sistema Único de Saúde exige mais do que boa vontade ou experiência prática. O SUS possui estrutura normativa própria, modelo de financiamento específico, organização em redes e forte base em políticas públicas e indicadores. A pós-graduação em Saúde Pública e Estratégia SUS é importante porque oferece formação técnica e estratégica para compreender o funcionamento real do sistema e atuar com segurança na gestão, no planejamento e na organização dos serviços públicos de saúde.

Domínio técnico do SUS: A especialização aprofunda o conhecimento sobre legislação, financiamento, governança, Atenção Primária à Saúde e Redes de Atenção, permitindo atuação com base normativa sólida e visão sistêmica do Sistema Único de Saúde.

Capacidade de planejar e tomar decisões: A formação desenvolve competências em planejamento em saúde, análise de indicadores, vigilância em saúde e gestão por resultados, essenciais para quem atua em coordenação, gestão ou funções estratégicas.

Diferencial competitivo na carreira pública: Profissionais com pós-graduação em Saúde Pública ampliam suas oportunidades em secretarias de saúde, coordenações técnicas, consultorias, concursos públicos e funções de liderança no SUS.

Atualização em Saúde Digital e inovação: A especialização aborda sistemas de informação, telessaúde, proteção de dados e transformação digital, preparando o profissional para os desafios contemporâneos da gestão em saúde pública.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

  • Interatividade, com tutoria e suporte ao alcance da sua mão.

  • Biblioteca Virtual com recursos completos para complementar seus estudos.

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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Como se estrutura a regionalização e a governança interfederativa no SUS, e quais decisões costumam ser pactuadas em CIR, CIB e CIT?

    A regionalização organiza serviços por territórios, buscando escala, acesso e integralidade. As instâncias interfederativas articulam decisões em níveis complementares: a CIR (regional) pactua fluxos assistenciais, referências entre municípios, programação de oferta e regulação local; a CIB (estadual) define diretrizes operacionais, critérios de alocação de recursos e prioridades regionais; a CIT (nacional) alinha estratégias, normas gerais e pactos tripartites. Boas práticas incluem:

    • Mapear capacidade instalada e vazios assistenciais com dados de cadastro de estabelecimentos e produção.
    • Formalizar pactuações em atas e planos regionais, com metas e prazos.
    • Definir responsabilidades por nível de gestão e mecanismos de transparência.
    • Monitorar resultados e revisar pactos periodicamente para corrigir assimetrias.

    Riscos comuns: pactos sem base em evidências, sobreposição de oferta e ausência de contrarreferência estruturada.

  • Quais indicadores-chave ajudam a monitorar a Atenção Primária como ordenadora do cuidado no SUS?

    É útil combinar indicadores de estrutura, processo e resultado, segmentados por território e vulnerabilidade. Exemplos relevantes:

    • Cobertura de equipes e proporção da população cadastrada/adscrita.
    • Continuidade do cuidado: percentuais de consultas de seguimento e contrarreferências recebidas.
    • Tempos de espera para consultas especializadas e exames prioritários.
    • Condições crônicas: controle de hipertensão/diabetes segundo metas clínicas pactuadas.
    • ICSAP (internações por condições sensíveis à APS) por faixa etária e causa.
    • Saúde materno-infantil: início oportuno e adequação do pré-natal, indicadores de puerpério e vacinação.
    • Vigilância: notificações oportunas e encerramento de casos prioritários.

    Fontes usuais incluem sistemas de informações assistenciais e de vigilância, além de registros da APS. Recomenda-se painel sintético com metas, linhas de base e análise de tendência para orientar decisões.

  • Qual a diferença operacional entre redes de urgência e emergência, atenção psicossocial e materno-infantil no SUS?

    Redes temáticas diferem pelos pontos de atenção, critérios de acesso e linhas de cuidado. Na urgência e emergência, a porta de entrada inclui SAMU, UPA e portas hospitalares, com classificação de risco, leitos de retaguarda e regulação 24/7. Na atenção psicossocial, a coordenação ocorre por serviços territoriais (por exemplo, centros especializados), articulação com APS, leitos de saúde mental em hospitais gerais e dispositivos de reabilitação psicossocial. Na materno-infantil, integra-se pré-natal, parto e puerpério com transporte sanitário e referência neonatal, com protocolos de risco gestacional e vigilância de óbitos.

    Elementos críticos em todas: protocolos clínicos pactuados, fluxo de referência/contrarreferência, transporte regulado, metas e indicadores específicos. Riscos: fragmentação, filas invisíveis e ausência de cuidado longitudinal.

  • Quais práticas fortalecem a regulação assistencial e a classificação de risco para garantir acesso oportuno entre níveis de atenção?

    Uma regulação eficaz combina critérios clínicos claros, informação de capacidade em tempo real e retorno estruturado às equipes de origem. Boas práticas:

    • Adotar protocolos de priorização e classificação de risco aceitos (ex.: sistemas de triagem validados), com auditoria de aderência.
    • Padronizar guias de encaminhamento com requisitos mínimos (hipóteses diagnósticas, exames prévios, estratificação de risco).
    • Operar centrais de regulação com filas transparentes, regras de priorização e comunicação ativa com solicitantes.
    • Garantir contrarreferência e plano de seguimento na APS após cada atendimento especializado.
    • Monitorar tempos de resposta, taxa de rejeição de solicitações e desfechos clínicos associados.

    Erros comuns: pedidos sem critérios, subutilização de teleconsultoria e incapacidade instalada não atualizada.

  • Como a Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) e os PCDT orientam decisões de incorporação e uso racional no SUS?

    A ATS estrutura decisões com base em evidência clínica, custo-efetividade, impacto orçamentário e implicações éticas e de equidade. No Brasil, recomendações nacionais subsidiam padronização do acesso e priorização do financiamento. Os PCDT detalham elegibilidade, posologia, monitoramento e critérios de continuidade/suspensão, reduzindo variações indesejadas.

    Para gestão:

    • Utilize pareceres e diretrizes atualizadas para comissões farmacoterapêuticas e protocolos locais.
    • Implemente mecanismos de auditoria clínica e farmacovigilância.
    • Monitore indicadores de adesão ao protocolo e desfechos (efetividade e eventos adversos).

    Riscos: adoção sem avaliação contextual, pressões de incorporação sem sustentabilidade e falta de desinvestimento em tecnologias obsoletas.

  • Quais cuidados de LGPD e interoperabilidade são críticos no uso de dados de saúde pública e na integração com a RNDS?

    Dados de saúde exigem base legal adequada (execução de políticas públicas e tutela da saúde), minimização, registro de propósito e governança de acesso. Boas práticas incluem:

    • Controle de perfis e trilhas de auditoria para quem acessa, consulta e compartilha dados.
    • Pseudonimização/anonimização quando o dado identificado não é necessário.
    • Avaliação de impacto à proteção de dados (DPIA) para novos fluxos e integrações.
    • Contrato e matriz de responsabilidades entre entes compartilhadores.
    • Planos de resposta a incidentes e notificação a autoridades, quando aplicável.

    Para interoperabilidade, padronize identificadores (CNS/CPF), terminologias (CID, LOINC, SNOMED) e formatos baseados em perfis HL7 FHIR utilizados na RNDS. Garanta consentimento quando exigido e transparência aos titulares.

  • Como integrar vigilância em saúde e atenção para resposta rápida a agravos de notificação compulsória?

    A integração requer fluxos definidos para detecção precoce, notificação oportuna, investigação e retorno ao cuidado. Passos recomendados:

    • Capacitar pontos de atenção para notificar no sistema oficial e distinguir prazos imediatos/semanais.
    • Estabelecer núcleos para análise diária de sinais e validação de alertas.
    • Acionar investigação de campo, coleta de amostras e medidas de bloqueio, articulando laboratórios de referência.
    • Realizar busca ativa e retroalimentar equipes da APS sobre contatos, vigilância de sintomáticos e fechamento de casos.
    • Monitorar indicadores: oportunidade da notificação, tempo até coleta/resultado e encerramento de casos.

    Integrações com prontuários e painéis territoriais favorecem a resposta, desde que respeitados requisitos de confidencialidade e qualidade de dados.

  • Quais são os pilares da gestão da assistência farmacêutica no SUS e como mitigar desabastecimentos?

    Os pilares incluem seleção, programação, aquisição, armazenamento, dispensação e monitoramento do uso. Boas práticas:

    • Lista padronizada (ex.: baseada na RENAME/REMUME) alinhada ao perfil epidemiológico.
    • Programação com métodos de consumo ajustado por sazonalidade e segurança de estoque.
    • Contratações com critérios de qualidade, prazos, penalidades e diversificação de fornecedores.
    • Armazenamento com controle térmico, rastreabilidade e FEFO.
    • Dispensação com registro nominal, conciliação medicamentosa e farmacovigilância.

    Para mitigar faltas: monitoramento preditivo, acordos de nível de serviço, estoques reguladores, planos de contingência terapêutica e comunicação transparente às equipes. Indicadores essenciais: taxa de atendimento, itens críticos em ruptura e tempo médio de reposição.

  • Como estruturar trilhas de auditoria em serviços e redes do SUS para reduzir glosas e fortalecer a conformidade?

    Comece pelo mapeamento de processos críticos (assistenciais e administrativos) e matriz de riscos. Em seguida, construa trilhas de auditoria que cruzem produção informada, registros clínicos e requisitos normativos. Recomenda-se:

    • Amostragem orientada por risco, com foco em procedimentos de alto valor ou alto volume.
    • Verificação documental padronizada (elegibilidade, indicação clínica, protocolos seguidos).
    • Cruzamento de bases assistenciais e cadastrais para consistência.
    • Indicadores de conformidade e retrabalho, com painéis periódicos para gestores.
    • Planos de ação com prazos, responsáveis e reavaliação de efetividade.

    Glosas caem quando há padronização de registros, educação permanente, governança de dados e feedback tempestivo às equipes.

  • Quais erros frequentes no Plano Municipal de Saúde, Programação Anual e Relatório Anual de Gestão e como evitá-los?

    Erros comuns incluem diagnóstico superficial, metas sem linha de base, indicadores inadequados, ações sem orçamento vinculado, baixa integração com a regionalização e monitoramento irregular. Para evitar:

    • Construir diagnóstico situacional com múltiplas fontes e análise de determinantes sociais.
    • Usar árvore de problemas/objetivos e matriz lógica para coerência entre ações, produtos e resultados.
    • Definir metas SMART, com custos, responsáveis e prazos claros.
    • Alinhar a programação às pactuações regionais e às prioridades interfederativas.
    • Fortalecer o monitoramento com painéis trimestrais e ajustes tático-operacionais.

    No RAG, foque em resultados e aprendizados, não apenas execução financeira, relacionando variações às decisões de gestão.

  • Para quem faz sentido se aprofundar em saúde pública e estratégia SUS?

    É especialmente pertinente para profissionais que tomam decisões assistenciais e gerenciais com impacto populacional. Exemplos:

    • Gestores municipais/estaduais, coordenadores de APS e de redes temáticas.
    • Profissionais da Estratégia Saúde da Família, regulação, auditoria e vigilância.
    • Farmacêuticos da assistência farmacêutica, sanitaristas e epidemiologistas.
    • Analistas de dados em saúde digital e profissionais de hospitais contratualizados.
    • Consultores e lideranças de organizações sociais e filantrópicas parceiras do SUS.

    O aprofundamento contribui para compreender governança interfederativa, redes de atenção, indicadores, financiamento, compliance e segurança do paciente, qualificando decisões técnicas e o diálogo com instâncias de pactuação.

  • Qual a diferença entre saúde pública, saúde coletiva e gestão do SUS no contexto brasileiro?

    Saúde pública refere-se ao conjunto de ações estatais de proteção e promoção da saúde, com foco em populações: vigilância, prevenção, controle de riscos e resposta a emergências. Saúde coletiva é um campo interdisciplinar que integra epidemiologia, ciências sociais e gestão, analisando processos saúde-doença e políticas, com ênfase em determinantes sociais e participação social. Gestão do SUS concentra-se na organização da rede, financiamento, regulação, planejamento, contratos e avaliação de desempenho.

    Na prática, os campos se sobrepõem: a gestão operacionaliza políticas de saúde pública e se alimenta de abordagens da saúde coletiva para planejar, implementar e avaliar intervenções com maior efetividade e equidade.

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