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Transtorno do Espectro Autista (TEA) 1 educacao_pedagogia_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Educação educacao
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Pós-Graduação EAD Transtorno do Espectro Autista (TEA)

De R$ 9.000,00 por

R$6.300,00

em 24x de R$ 262,50

30% OFF

  • Parcelamento sem comprometer o limite do cartão.
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Você se sente realmente seguro para avaliar, intervir e tomar decisões clínicas e educacionais eficazes no atendimento a pessoas com TEA?
A Pós-Graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi estruturada para preencher as lacunas que a formação tradicional não cobre, especialmente na aplicação prática diante de casos reais. O curso desenvolve raciocínio clínico e educacional mais preciso, capacitando o profissional a interpretar demandas complexas, escolher intervenções adequadas e sustentar decisões técnicas com consistência no dia a dia.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD + Encontros Ao Vivo
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi desenvolvida para profissionais que buscam uma formação completa e atualizada em autismo, indo além do diagnóstico e focando na avaliação, intervenção e acompanhamento em diferentes contextos.

 

Com abordagem interdisciplinar e base científica, o curso integra saúde e educação, preparando o aluno para atuar com mais segurança em contextos clínicos, educacionais e institucionais. A formação contempla estratégias práticas, intervenções baseadas em evidências e temas essenciais como ABA, comunicação, manejo comportamental e trabalho com famílias.

 

Mais do que conhecimento teórico, é uma especialização voltada para a prática profissional, ampliando possibilidades de atuação e fortalecendo a qualificação em uma das áreas mais demandadas da atualidade.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Introdução ao Transtorno do Espectro Autista+
Conceito histórico sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Critérios diagnósticos, sinais de alerta, características do autismo, níveis de suporte, etiologia e perspectivas contemporâneas. Aspectos relacionados ao Transtorno em suas diferentes dimensões e complexidades.
Processos Diagnósticos+
Fundamentos teóricos e práticos do processo diagnóstico no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Critérios do DSM-5-TR, avaliação interdisciplinar, diagnóstico diferencial, devolutivas e implicações clínicas, educacionais e sociais.
Comorbidades associadas ao TEA+
TDAH, ansiedade, depressão, dificuldades de aprendizagem, problemas gastrointestinais, epilepsia, transtornos do sono e dificuldades sensoriais, considerando implicações clínicas. Reflexão do processo psicofarmacológico dessas comorbidades.
Avaliação: Instrumentos e escalas+
Análise dos instrumentos para identificar o autismo, compreender as singularidades de cada indivíduo, com foco para que o plano de tratamento seja personalizado e respeite o tempo de desenvolvimento de cada sujeito.
Intervenções e Tratamentos+
Apresentação das principais abordagens terapêuticas no TEA, baseadas em evidências científicas, considerando intervenções clínicas, educacionais e multiprofissionais. Reconhecimento da importância da intervenção quando ocorre dúvidas no diagnóstico, no caso de relação entre Superdotação/Altas Habilidades (AH/SD) e Autismo (TEA).
Autistas crescem: diagnósticos na vida adulta+
Discussão do diagnóstico do TEA em diferentes fases da vida, passando pela adolescência e chegando até à vida adulta. Abordando a camuflagem social, gênero, identidade, saúde mental e os desafios no acesso a serviços e direitos das pessoas com autismo.
Direito da pessoa com autismo: teoria e prática+
Estudo da legislação brasileira e políticas públicas voltadas à pessoa com TEA, incluindo direitos à saúde, educação, inclusão social e acessibilidade, articulando teoria e prática profissional. Exploração das especificidades que envolve a legislação vigente e garantias que resguardam o autista.
A família e o autismo+
Análise do impacto do diagnóstico de autismo no contexto familiar, abordando processos emocionais, redes de apoio, parentalidade, escuta e práticas de acolhimento.
Intervenção precoce no TEA e treinamento de pais+
Fundamentos da intervenção precoce no TEA, principalmente nos primeiros anos de vida. Investimento no treinamento parental, nas práticas mediadas pelos cuidadores e na promoção do desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida.
Comunicação e Linguagem no TEA+
Estudo focado no desenvolvimento da comunicação e linguagem no TEA, incluindo comunicação verbal e não verbal, comunicação alternativa e aumentativa (CAA) e propostas de intervenção.
Manejos comportamentais: crises no autismo+
Análise dos fatores que envolvem as crises comportamentais no TEA, as estratégias de prevenção a serem adotadas pelos profissionais, o manejo adequado e as intervenções baseadas na compreensão funcional do comportamento de cada indivíduo e quais as melhores alternativas para intervenção.
PEI – Plano Educacional Individualizado para o TEA+
Estudo dos fundamentos teóricos e práticos para a elaboração, implementação e acompanhamento do Plano Educacional Individualizado (PEI) no contexto do TEA. Princípios da educação inclusiva, avaliação funcional, adaptação curricular, definição de metas e estratégias pedagógicas. O trabalho colaborativo entre escola, família e equipe multiprofissional, visando à promoção do desenvolvimento, da participação e da aprendizagem do estudante.
ABA - Análise do Comportamento Aplicada (Applied Behavior Analysis) no TEA+
Introdução aos princípios teóricos e metodológicos da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) no contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Estudo de conceitos fundamentais, funções do comportamento, estratégias de intervenção e critérios de tomada de decisão baseado em evidências. Discussão sobre aplicações, limites e desafios da ABA, diferenciando-a enquanto ciência do comportamento e prática terapêutica, bem como sua articulação com abordagens interdisciplinares.
Seletividade alimentar no TEA+
Trabalhar a seletividade alimentar no TEA, abordando fatores sensoriais, comportamentais e emocionais, bem como estratégias de intervenção multiprofissional. Propor um olhar ampliado sobre a seletividade e suas consequências na vida dos autistas.
Autismo: para além do diagnóstico+
Reflexão de maneira crítica sobre o autismo para além dos critérios diagnósticos, considerando dimensões subjetivas, sociais, culturais e relacionais. Conceitos de identidade, neurodiversidade, inclusão, escuta sensível e práticas centradas na pessoa. Construção de olhares e intervenções que respeitem as singularidades, os direitos e a participação ativa da pessoa autista em diferentes contextos de vida.
Integração sensorial e AVDs – Atividades de vida diária+
Fundamentos da integração sensorial no TEA e sua relação com o desempenho nas atividades de vida diária, promovendo autonomia, funcionalidade e qualidade de vida.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais com formação superior nas áreas da saúde e educação, como psicologia, pedagogia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, serviço social e áreas afins, que buscam qualificação para atuação no Transtorno do Espectro Autista.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Contexto Clínico: avaliação, planejamento e intervenção terapêutica no atendimento a crianças, adolescentes e adultos com TEA.
  • Contexto Educacional: desenvolvimento de estratégias inclusivas, adaptação curricular e elaboração de Plano Educacional Individualizado (PEI).
  • Contexto Institucional: atuação em equipes multiprofissionais em clínicas, escolas, centros especializados e instituições públicas ou privadas.
  • Orientação Familiar e Consultoria: suporte a famílias, capacitação de cuidadores e atuação em projetos, treinamentos e consultorias na área do autismo.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
Clique no botão abaixo para se inscrever e comece agora mesmo sua jornada de aprendizado!

Por que fazer uma Pós-Graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA)?

Fazer uma pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma decisão estratégica para quem deseja acompanhar a crescente demanda por profissionais qualificados e atuar com mais consistência em um campo que exige preparo técnico, atualização constante e capacidade de lidar com demandas complexas na prática.

Aprofundamento em uma área em expansão: o aumento dos diagnósticos e da demanda por atendimento qualificado torna o TEA um dos campos com maior necessidade de profissionais preparados.

Maior precisão na tomada de decisão profissional: a especialização contribui para uma análise mais criteriosa dos casos, reduzindo intervenções genéricas e aumentando a efetividade das condutas.

Ampliação de oportunidades de atuação: o conhecimento especializado permite atuar em diferentes contextos, como clínico, educacional, institucional e em projetos ou consultorias.

Diferenciação no mercado profissional: a formação em TEA fortalece o posicionamento do profissional, agregando valor ao currículo e aumentando sua competitividade.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

  • Interatividade, com tutoria e suporte ao alcance da sua mão.

  • Biblioteca Virtual com recursos completos para complementar seus estudos.

Baixe o aplicativo assim que se matricular e comece sua jornada de aprendizado com toda a conveniência que a educação a distância pode proporcionar.
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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Quais são os critérios diagnósticos atuais para TEA no DSM-5-TR e na CID-11, e quais as principais diferenças?

    Ambos os manuais descrevem o TEA por déficits persistentes na comunicação/interação social e por padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, presentes desde o desenvolvimento inicial e com impacto funcional. O DSM-5-TR inclui especificadores (com/sem deficiência intelectual; com/sem comprometimento de linguagem; associado a condição médica/genética; catatonia) e níveis de suporte (1 a 3) como descrição da intensidade de apoio necessário. A CID-11 utiliza subcategorias que combinam presença de deficiência intelectual e linguagem, enfatiza o impacto no funcionamento e reconhece alterações sensoriais, mas não adota níveis numéricos de suporte. Em ambos, o diagnóstico é clínico, baseado em múltiplas fontes (história, observação, instrumentos padronizados) e exige exclusão e/ou identificação de comorbidades e condições diferenciais relevantes.

  • Como diferenciar TEA de Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) e de TDAH em avaliações clínicas?

    No TEA, há combinação de déficits na reciprocidade social/comunicativa com comportamentos restritos e repetitivos (incluindo peculiaridades sensoriais). No Transtorno da Comunicação Social, os déficits são primariamente pragmáticos (uso social da linguagem) sem repertório de comportamentos restritos e repetitivos. No TDAH, predominam desatenção/impulsividade/hiperatividade, com dificuldades sociais secundárias; estereotipias e interesses restritos não são centrais. A diferenciação exige:

    • História do desenvolvimento detalhada e informantes múltiplos.
    • Observação em mais de um contexto.
    • Avaliação de pragmática, funções executivas e presença/ausência de RRBs.
    • Triagem de comorbidades, pois condições podem coexistir.

    Instrumentos padronizados auxiliam, mas a decisão diagnóstica é integrativa e feita por profissionais habilitados, considerando perfil funcional e curso temporal.

  • Quais instrumentos de triagem e avaliação são mais utilizados em TEA e quando indicá-los?

    Para triagem precoce, M-CHAT-R/F é comum em crianças pequenas; SCQ e SRS-2 auxiliam em idades maiores. Para avaliação diagnóstica, ADOS-2 (observacional) e ADI-R (entrevista com cuidadores) são amplamente referenciados, assim como CARS-2. Medidas funcionais como Vineland-3 avaliam habilidades adaptativas. Indicação típica:

    • Triagem quando há preocupação de desenvolvimento ou risco clínico.
    • Avaliações formais ao investigar diagnóstico ou planejar intervenção.

    É essencial utilizar versões validadas culturalmente, respeitar propriedades psicométricas e limites de cada medida. A aplicação e interpretação requerem capacitação específica e não substituem o julgamento clínico. Falsos positivos/negativos podem ocorrer; por isso, integra-se resultados com história, observação em contexto natural e informações escolares/familiares.

  • Quais intervenções baseadas em evidências têm suporte para pessoas com TEA e em quais contextos se aplicam melhor?

    A literatura apoia intervenções comportamentais e desenvolvimentistas, com destaque para abordagens baseadas em Análise do Comportamento (p. ex., ensino por tentativas discretas e intervenções naturalísticas/NDBI como ESDM e PRT), programas de ensino estruturado (p. ex., princípios do TEACCH), treinamento de habilidades sociais, práticas mediadas por cuidadores, comunicação aumentativa/alternativa e terapias focadas em participação (fonoaudiologia e terapia ocupacional). A seleção considera idade, objetivos funcionais, perfil sensorial/linguístico, contexto (clínica, escola, domicílio) e disponibilidade de parceiros de comunicação. Boas práticas incluem definição clara de metas, monitoramento de fidelidade e dados de progresso, generalização para ambientes naturais e revisão periódica. Abordagens sem evidência (p. ex., quelantes, câmaras hiperbáricas) não são recomendadas devido a riscos e falta de suporte científico.

  • Quais riscos e responsabilidades éticas ao manejar comportamentos desafiadores no TEA?

    Intervenções devem partir de avaliação funcional robusta, visando reduzir riscos e aumentar qualidade de vida. Princípios éticos incluem:

    • Consentimento informado e busca ativa de assentimento.
    • Uso de estratégias menos restritivas e baseadas em função.
    • Evitar práticas punitivas/coercitivas e monitorar sinais de sofrimento.
    • Planejamento de segurança e comunicação clara com responsáveis e equipe.
    • Proteção de dados, respeito cultural e foco em objetivos socialmente válidos.

    Documentar decisões clínicas, critérios de revisão e efeitos colaterais é parte do dever profissional. Situações de crise requerem protocolos institucionais, supervisão e, quando aplicável, cumprimento de regulamentações locais. A formação continuada e a supervisão técnica reduzem riscos e favorecem intervenções mais seguras e efetivas.

  • Como definir objetivos mensuráveis e monitorar progresso em intervenções para TEA?

    Objetivos devem ser funcionais, específicos e alinhados a prioridades da pessoa e da família. Práticas comuns incluem:

    • Metas SMART (específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes, temporais) e/ou escalas de avaliação de objetivos (GAS).
    • Linhas de base claras e seleção de métricas sensíveis à mudança (p. ex., frequência de iniciações comunicativas, independência em rotinas, participação escolar).
    • Combinação de medidas padronizadas, registros observacionais e relatos de cuidadores.

    Monitorar generalização entre pessoas, atividades e ambientes é crucial. Revisões periódicas com análise visual e, quando pertinente, estatística simples, apoiam decisões. Acordo entre avaliadores e registros de fidelidade de implementação aumentam validade. Metas devem ser ajustadas conforme dados de progresso, evitando inflar objetivos sem respaldo funcional.

  • Quais critérios técnicos orientam a seleção e implementação de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) no TEA?

    A seleção de CAA considera perfil motor, cognitivo, sensorial, linguístico e preferências do usuário e parceiros. Recomenda-se avaliar:

    • Modalidades: sem auxílio (gestos, sinais) e com auxílio (pranchas, livros de figuras, dispositivos e aplicativos).
    • Acesso: toque direto, varredura, acionadores, controle ocular.
    • Vocabulário: núcleo (palavras frequentes) e periférico (específico), com múltiplas funções comunicativas além de pedir.

    Boas práticas incluem modelagem de linguagem assistida, oportunidades de uso em contextos naturais, treinamento de parceiros e integração com objetivos acadêmicos/ocupacionais. Não há "pré-requisitos" rígidos para iniciar CAA, e sua adoção não impede o desenvolvimento da fala. O acompanhamento contínuo garante ajustes de layout, simbologia e estratégias conforme evolução e contextos.

  • Como apoiar a inclusão escolar de estudantes com TEA de forma efetiva e mensurável?

    O suporte efetivo combina adaptações pedagógicas, ambientais e sociais, com metas claras e dados de acompanhamento. Práticas recomendadas:

    • Planejamento colaborativo entre escola, família e profissionais externos.
    • Rotinas previsíveis, instruções claras, apoios visuais e organização de tarefas.
    • Apoios sensoriais razoáveis e ensino explícito de habilidades acadêmicas e socioemocionais.
    • Intervenções mediadas por pares e estratégias pró-sociais.
    • Ajustes de avaliação focados no objetivo da competência, mantendo critérios de qualidade.

    Documentar intervenções, indicadores (p. ex., participação, produtividade, comportamento on-task) e revisar periodicamente favorece decisões baseadas em evidências. A inclusão deve priorizar pertencimento e aprendizagem, evitando isolamentos não justificados e assegurando transições bem planejadas entre séries e contextos.

  • Quais comorbidades são frequentes no TEA e como influenciam o planejamento de cuidado?

    Comorbidades comuns incluem TDAH, ansiedade, depressão, deficiência intelectual, transtornos de linguagem, epilepsia, distúrbios do sono, dificuldades alimentares, condições gastrointestinais e perfis sensoriais atípicos. Também podem ocorrer dispraxia/motricidade fina prejudicada. Implicações práticas:

    • Triagem sistemática e encaminhamento para especialistas quando necessário.
    • Ajuste de objetivos e estratégias (p. ex., foco em autorregulação se ansiedade for proeminente).
    • Coordenação interprofissional para evitar intervenções conflitantes.
    • Monitoramento de efeitos de medicamentos por profissionais habilitados e seu impacto no engajamento e aprendizagem.

    Reconhecer e tratar comorbidades reduz barreiras à participação e melhora a efetividade das intervenções educacionais e terapêuticas.

  • Quais são oportunidades e limitações do teleatendimento em TEA, incluindo privacidade e qualidade?

    O teleatendimento pode ampliar acesso, permitir coaching de cuidadores e observação em ambientes naturais. Boas práticas incluem metas claras, materiais adaptados ao remoto e monitoramento de dados funcionalmente relevantes. Limitações comuns: variabilidade do ambiente domiciliar, conectividade, engajamento de crianças pequenas e menor controle de estímulos. Aspectos de segurança e compliance:

    • Plataformas seguras, consentimento informado e gestão adequada de gravações.
    • Proteção de dados sensíveis e controle de acesso.
    • Planos de segurança quando há comportamentos de risco, com contatos e procedimentos definidos previamente.

    Modelos híbridos podem mitigar limitações. É essencial avaliar continuamente a adequação do formato ao perfil e objetivos, mantendo padrões de qualidade e documentação equivalentes ao atendimento presencial.

  • Quais competências profissionais são mais demandadas para atuar com TEA em contextos educacionais e de saúde?

    Competências valorizadas incluem leitura crítica de evidências, avaliação multidimensional (comportamental, comunicativa, adaptativa), definição de metas funcionais, construção de planos baseados em análise funcional, e monitoramento de dados. Também são essenciais:

    • Comunicação eficaz com famílias e equipes multidisciplinares.
    • Conhecimento de CAA, práticas inclusivas e apoios sensoriais razoáveis.
    • Planejamento centrado na pessoa e sensibilidade à neurodiversidade.
    • Compliance com ética e privacidade, além de registro técnico claro e auditável.

    Profissionais de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, pedagogia, enfermagem, serviço social, medicina e gestão de serviços educacionais/saúde interagem frequentemente, exigindo coordenação e linguagem comum orientada a resultados mensuráveis e socialmente válidos.

  • Quando é recomendado buscar avaliação especializada para TEA e quais sinais de alerta por faixa etária?

    Encaminhe para avaliação quando houver preocupações persistentes sobre comunicação social, reciprocidade, brincadeira simbólica, comportamentos repetitivos ou sensorialidades atípicas. Exemplos:

    • Primeiros anos: pouco contato visual compartilhado, respostas limitadas ao nome, atraso/regressão de linguagem comunicativa, ausência de gestos declarativos, interesses restritos.
    • Idade escolar: dificuldades em flexibilizar rotinas, compreender normas sociais implícitas, literalidade marcante, crises frente a mudanças.
    • Adolescentes/adultos: histórico desde a infância de diferenças sociais e padrões restritos, com impacto acadêmico/ocupacional.

    Exclusões auditivas/visuais e triagens de linguagem são úteis no processo. A avaliação deve ser realizada por profissionais qualificados, integrando informações de família e escola e, quando apropriado, instrumentos padronizados.

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