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Gestão de Resíduos Sólidos 6 ambiental_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Ambiental ambiental
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Pós-Graduação EAD Gestão de Resíduos Sólidos

De R$ 6.708,00 por

R$4.696,00

em 24x de R$ 195,67

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Você se sente preparado para lidar com os desafios da gestão de resíduos sólidos diante das exigências da legislação ambiental, das políticas públicas e da crescente pressão por práticas sustentáveis?
A Pós-Graduação em Gestão de Resíduos Sólidos capacita o profissional para compreender a legislação ambiental, planejar sistemas de gerenciamento de resíduos e aplicar estratégias de redução, reutilização, reciclagem e tratamento adequado. O curso prepara o aluno para elaborar planos de gestão e implementar soluções que reduzam impactos ambientais em organizações públicas e privadas.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Gestão de Resíduos Sólidos prepara profissionais para atuar de forma estratégica na gestão ambiental, diante do crescimento da geração de resíduos e das exigências cada vez maiores por práticas sustentáveis e conformidade com a legislação ambiental. O curso aborda fundamentos de sustentabilidade, políticas públicas, legislação e métodos de gerenciamento de resíduos, incluindo estratégias de não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento adequado.

Ao concluir a especialização, o profissional estará preparado para planejar, coordenar e implementar ações de gestão de resíduos sólidos em empresas, órgãos públicos e projetos ambientais, contribuindo para a redução de impactos ambientais e para o fortalecimento de práticas alinhadas à economia circular.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Princípios de Sustentabilidade e de Desenvolvimento Sustentável+
Resgate do histórico da sustentabilidade e do movimento ambientalista, no âmbito mundial. Conceitos e diferenças entre “sustentabilidade” e “desenvolvimento sustentável”. A necessária educação ambiental formal e informal, de modo permanente. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Responsabilidade social e governança ambiental. Indicadores de responsabilidade social e sua comunicação. Benefícios da ESG no contexto organizacional, público e privado.
Princípios de Ecologia e Conservação da Natureza+
Conceitos e dinâmicas biológicas dos ecossistemas terrestres e aquáticos (com especial atenção aos usos múltiplos da água e da sua qualidade, quando considerado o consumo humano). Fluxo de energia e ciclagem de nutrientes. Nicho e habitat. Conservação e manejo de espécies. Interações ecológicas: relações intraespecíficas e interespecíficas. Comunidades e suas dinâmicas. Populações e suas dinâmicas (crescimento e suas regulações, capacidade de suporte do ambiente). Os recursos naturais, a demanda humana por estes e a sua conservação.
Legislação Ambiental Brasileira+
Resgate do histórico do movimento ambientalista, no âmbito brasileiro. Conceitos e características do direito ambiental. Principais legislações brasileiras, no contexto ambiental, entre elas: a Constituição Federal de 1988, a Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei dos Crimes Ambientais, a Política Nacional de Recursos Hídricos, a Política Nacional de Educação Ambiental, a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, a Política Nacional de Saneamento Básico, a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Marco Legal do Saneamento Básico, o Novo Código Florestal Brasileiro. Estrutura organizacional e institucional nos âmbitos federal e estadual. O Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA). Desdobramentos das legislações nacionais em diretrizes estaduais e municipais, ou conforme especificidades. O licenciamento ambiental brasileiro. A amplitude do conceito de Meio Ambiente, diante do conjunto de legislações brasileiras correlatas. A necessária abordagem sistêmica destas legislações, consideradas especificidades locais e institucionais que se apresentam ao profissional da área.
Panorama Atual da Geração e da Gestão de Resíduos Sólidos+
Abordagem de dados atuais e de diferentes fontes a respeito da geração dos resíduos sólidos no âmbito mundial e brasileiro. Classificação dos resíduos. Caracterização e composição gravimétrica de resíduos. Tendências e metodologias mais utilizadas na gestão de resíduos sólidos, no âmbito mundial e brasileiro.
Política Nacional de Resíduos Sólidos+
Apresentação e reflexão detalhada a respeito da criação, dos princípios e objetivos, das diretrizes e dos pressupostos da referida política. Definições da Política Nacional de Resíduos, com exemplos práticos. Os instrumentos da Política Nacional de Resíduos, com exemplos. O Marco Legal do Saneamento Básico e as atualizações trazidas por este documento.
Gestão e Gerenciamento de Resíduos Sólidos+
Diferença entre gestão e gerenciamento, em relação aos resíduos sólidos. Responsabilidades dos geradores e do poder público e a responsabilidade compartilhada. Aspectos ambientais, sociais e econômicos relacionados. Operacionalização da gestão e do gerenciamento de resíduos sólidos nos diferentes contextos: individual, institucional e governamental. Exemplos reais, nos diferentes contextos, de gestão e gerenciamento de resíduos.
A Ordem de Prioridade na Gestão de Resíduos+
Ordem de prioridade na gestão de resíduos sólidos (não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos). Sistemas de coleta, triagem, acondicionamento e transporte adequado. Diferenciação entre a reutilização e a reciclagem. Destinação final: possibilidades e desafios. Funcionamento e monitoramento de aterros sanitários e industriais. Controle e monitoramento de emissões gasosas e líquidas destes espaços.
Planos de Gestão de Resíduos Sólidos+
Apresentação e reflexão a partir de exemplos práticos de Planos de Gestão de Resíduos – requisitos e articulação com a legislação pertinente. O Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Os Planos Estaduais de Resíduos Sólidos. Os Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Especificidades locais e de diferentes setores para a elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
Resíduos Orgânicos e Recicláveis+
Técnicas de compostagem, vermicompostagem e biodigestão. Técnicas de reciclagem para diferentes tipos de resíduos. Exemplos práticos/reais, no contexto mundial e brasileiro, tanto no âmbito individual, quanto institucional.
Resíduos Especiais e da Saúde+
Os resíduos perigosos – radioativos, tóxicos, químicos, com contaminação biológica, entre outros. Os resíduos da saúde. Especificidades na gestão e no gerenciamento destes resíduos. Saúde e segurança na gestão e no gerenciamento destes resíduos. Exemplos práticos/reais, no contexto mundial e brasileiro.
Práticas Aplicadas aos Sistemas de Tratamento de Resíduos+
Aproveitamento energético e incineração. Coprocessamento. Aproveitamento de resíduos da e na construção civil. Exemplos práticos/reais, no contexto mundial e brasileiro.
Redução do Volume de Resíduos Gerados+
A importância da não geração e da redução dos resíduos sólidos. Análise do ciclo de vida dos produtos. O consumo consciente e sustentável e o papel das mídias diante do consumismo. Exemplos práticos/reais, no contexto mundial e brasileiro.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

QUERO ME MATRICULAR

Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: profissionais com graduação nas áreas de Ciências Ambientais, Biologia, Engenharia Ambiental, Engenharia Sanitária, Agronomia, Gestão Ambiental, Engenharia Civil, Administração Pública e áreas correlatas que desejam atuar ou se especializar na gestão de resíduos sólidos e na implementação de práticas sustentáveis.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Gestão ambiental em empresas e indústrias: planejando e implementando sistemas de gerenciamento de resíduos e práticas alinhadas à sustentabilidade e à economia circular.
  • Gestão pública e políticas ambientais: atuando em órgãos públicos na elaboração e execução de políticas, programas e planos de gestão de resíduos sólidos.
  • Consultoria e auditoria ambiental: elaborando diagnósticos ambientais, Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) e apoiando organizações no cumprimento da legislação ambiental.
  • Projetos de sustentabilidade e educação ambiental: desenvolvendo iniciativas de redução de resíduos, reciclagem, compostagem e conscientização ambiental.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que fazer uma pós-graduação em Gestão de Resíduos Sólidos?

A pós-graduação em Gestão de Resíduos Sólidos é uma formação estratégica para profissionais que desejam atuar na área ambiental com maior qualificação técnica e alinhamento às exigências legais e às práticas de sustentabilidade.

Domínio da legislação ambiental: Aprofundamento na Política Nacional de Resíduos Sólidos e nas normas que orientam a gestão adequada dos resíduos.

Desenvolvimento de competências em gestão de resíduos: Capacitação para planejar, implementar e monitorar sistemas de gerenciamento de resíduos.

Ampliação das oportunidades profissionais: Atuação em empresas, consultorias ambientais, órgãos públicos e projetos de sustentabilidade.

Contribuição para práticas sustentáveis: Formação voltada à redução de impactos ambientais e à promoção da economia circular.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

  • Interatividade, com tutoria e suporte ao alcance da sua mão.

  • Biblioteca Virtual com recursos completos para complementar seus estudos.

Baixe o aplicativo assim que se matricular e comece sua jornada de aprendizado com toda a conveniência que a educação a distância pode proporcionar.
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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Como a ABNT NBR 10004 classifica os resíduos e por que isso é decisivo para a gestão?

    A ABNT NBR 10004 organiza os resíduos pela periculosidade, direcionando requisitos de segregação, acondicionamento, transporte e destinação. Em linhas gerais, a classificação orienta o risco e o nível de controle operacional necessário, evitando acidentes, contaminações e passivos. Ela também embasa contratos, licenças e evidências de conformidade, além de orientar treinamentos e planos de emergência. Empresas costumam combinar laudos de caracterização com histórico de processo e inspeções de campo para manter a classificação atualizada, especialmente quando há mudanças de insumos ou rotas produtivas.

    • Classe I (Perigosos): inflamáveis, corrosivos, tóxicos, reativos, patogênicos.
    • Classe II A (Não perigosos, não inertes): podem ser biodegradáveis, combustíveis ou solubilizáveis.
    • Classe II B (Inertes): não apresentam reações significativas; baixa solubilização.
    • Implicações: embalagens compatíveis, EPIs, rotulagem, documentação e destinos autorizados.
  • Quais elementos não podem faltar em um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)?

    Um PGRS efetivo consolida responsabilidades, metas e controles do ciclo de vida dos resíduos. Parte de um diagnóstico quantitativo e qualitativo, mapeia pontos de geração, define fluxos de segregação e estabelece requisitos de segurança, rastreabilidade e conformidade. Recomenda-se integrar o PGRS à rotina de compras, manutenção e processos de mudança, garantindo atualização contínua. A governança com indicadores, auditorias e revisão periódica reduz desvios e antecipa riscos.

    • Diagnóstico e inventário (volumes, composição, sazonalidade).
    • Segregação padronizada e rotas internas de coleta/armazenamento.
    • Infraestrutura e requisitos de acondicionamento/compatibilidade.
    • Contratação e qualificação de transportadores/destinadores.
    • Indicadores, metas, capacitação e plano de resposta a emergências.
  • Quais critérios técnicos orientam a escolha entre reciclagem, compostagem, coprocessamento, incineração ou aterro?

    A seleção da rota depende de propriedades do resíduo, objetivos operacionais e viabilidade regulatória e econômica. Não existe solução única: o ideal é aplicar a hierarquia de resíduos (prevenção, reutilização, reciclagem, recuperação e, por fim, disposição final) e comparar cenários com dados confiáveis. Avaliações multidisciplinares reduzem riscos de lock-in tecnológico e ajudam a priorizar opções com melhor desempenho ambiental e de conformidade.

    • Características: composição, umidade, PCI, contaminantes, estabilidade.
    • Escala e logística: volumes, localização, cadeias reversas e contratos.
    • Regulação e mercados: aceitação legal, demanda por reciclados/energia.
    • Desempenho ambiental: emissões, resíduos secundários, ACV.
    • Custos e riscos: CAPEX/OPEX, redundâncias, contingências e seguros.
  • O que significa responsabilidade compartilhada e como implementar logística reversa na prática?

    Responsabilidade compartilhada distribui obrigações entre fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e serviços públicos para reduzir impactos dos resíduos. Logística reversa é o sistema que operacionaliza a devolução e destinação adequada de produtos e embalagens pós-consumo, favorecendo reuso, reciclagem ou recuperação. Implementar exige mapeamento de obrigações, parcerias e governança de dados para comprovar resultados e mitigar riscos de greenwashing.

    • Mapear produtos/embalagens sujeitos a sistemas de retorno e acordos setoriais.
    • Estruturar pontos de coleta, contratos e metas com operadores qualificados.
    • Integrar compras, marketing e pós-venda para reduzir contaminação do fluxo.
    • Medir, auditar e evidenciar (inventários, certificados, relatórios).
    • Comunicar orientações claras ao consumidor e à operação interna.
  • Quais KPIs são mais usados para acompanhar a performance da gestão de resíduos?

    Indicadores bem definidos suportam decisões, contratos e conformidade. Além de medir volumes e taxas, é crucial acompanhar custo, qualidade do dado e riscos. KPIs devem ser comparáveis no tempo, normalizados por atividade (produção, ocupação, receita) e apoiados por inventários auditáveis. Painéis com metas e alertas facilitam correções, enquanto análises por fornecedor e por unidade revelam oportunidades.

    • Geração total e específica (por unidade produzida, por m², por colaborador).
    • Taxa de desvio de aterro, reciclagem e recuperação.
    • Custo líquido por tonelada e receita com materiais valorizáveis.
    • Tempo de destinação, não conformidades e reincidências.
    • Emissões evitadas estimadas e % de fornecedores auditados.
  • Como prevenir riscos de segurança na segregação e no armazenamento temporário de resíduos?

    Boa gestão de risco começa pela identificação de perigos e pela compatibilidade entre resíduos. O objetivo é evitar reações indesejadas, incêndios, vazamentos e exposição ocupacional. Procedimentos claros, infraestrutura adequada e registros atualizados reduzem incidentes. A análise deve considerar condições normais e anormais de operação, além de cenários de emergência e contingência logística.

    • Manter incompatíveis separados (oxidantes x combustíveis, ácidos x bases, reativos).
    • Usar contenção secundária, ventilação adequada e aterramento para inflamáveis.
    • Aplicar rotulagem GHS, fichas de segurança e identificação legível.
    • Inspecionar recipientes, controlar prazos de armazenamento e integridade.
    • Treinar equipes, definir EPIs e planos de resposta a derramamentos.
  • Quais documentos e registros são essenciais para garantir rastreabilidade e conformidade na destinação?

    Rastreabilidade eficiente comprova origem, quantidade, natureza do resíduo e sua destinação ambientalmente adequada. A documentação sustenta auditorias, relatórios corporativos e diligências legais, além de reduzir disputas contratuais. Sistemas digitais ajudam a consolidar dados, anexos e evidências fotográficas, com trilha de auditoria e controles de acesso.

    • Inventário de resíduos, laudos de caracterização e registros de classificação.
    • Rótulos padronizados e fichas de segurança (FISPQ/FDS) quando aplicável.
    • Manifesto de transporte e certificados de destinação final.
    • Licenças e autorizações de transportadores/destinadores, contratos e escopo.
    • Comprovantes de pesagem, auditorias, incidentes e registros fotográficos.
  • Quais são erros comuns na gestão de resíduos em empresas e como mitigá-los?

    Falhas recorrentes decorrem de diagnósticos incompletos, integração precária com processos de negócio e governança frágil. Essas lacunas elevam custos, riscos de não conformidade e perda de valor de materiais. A mitigação passa por dados confiáveis, qualificação de parceiros e rotinas de melhoria contínua alinhadas aos objetivos corporativos e às exigências legais.

    • Misturar correntes e contaminar recicláveis; mitigue com segregação padronizada e sinalização.
    • Subdimensionar armazenamento; mitigue com análises de sazonalidade e contingências.
    • Não qualificar fornecedores; mitigue com auditorias e verificação documental.
    • Dados imprecisos; mitigue com pesagens, amostragens e reconciliação de massa.
    • Focar só em reciclagem; mitigue com prevenção na fonte e avaliação de rotas.
  • Quais critérios usar para qualificar e auditar transportadores e destinadores de resíduos?

    A qualificação de terceiros deve comprovar capacidade técnica, regularidade e integridade operacional. Auditorias de campo, revisão documental e testes de rastreabilidade reduzem riscos de coautoria ambiental e de interrupções logísticas. É recomendável manter critérios diferenciados por tipologia de resíduo e criticidade, além de cláusulas contratuais que exijam comunicação de mudanças relevantes.

    • Licenças vigentes, histórico de conformidade e relatórios ambientais.
    • Infraestrutura, capacidade instalada e controles de emissões/efluentes.
    • Sistemas de rastreabilidade, registros de entrada/saída e reconciliação de massa.
    • Critérios de aceitação, análises de recebimento e gestão de rejeitos.
    • Planos de emergência, seguros ambientais e contingências logísticas.
  • Quais diferenças práticas entre resíduos orgânicos, recicláveis, perigosos e da construção civil?

    Cada tipologia exige controles específicos para preservar valor, reduzir riscos e atender requisitos legais. Diferem em estabilidade, risco de contaminação, infraestrutura necessária e mercados de destino. Planejar a segregação na fonte e a logística interna é essencial para evitar degradação de materiais e custos extras.

    • Orgânicos: biodegradáveis; sensíveis a umidade/odor; indicam rotas de estabilização (ex.: compostagem, digestão).
    • Recicláveis: demandam baixa contaminação e triagem; qualidade define valor de mercado.
    • Perigosos: requerem compatibilidade química, embalagens homologadas e controles de segurança.
    • Construção civil: grande fração mineral; pede triagem, rastreabilidade e potencial de reuso/reciclagem em agregados.
  • Como a economia circular e a Produção mais Limpa se conectam à gestão de resíduos?

    Economia circular e Produção mais Limpa priorizam reduzir a geração na fonte, manter materiais em uso pelo maior tempo possível e recuperar valor ao fim de cada ciclo. Na prática, a gestão de resíduos integra essas abordagens ao redesenhar processos, alinhar compras e fechar ciclos internos e externos, sempre com dados para decisões baseadas em evidências.

    • Ecodesign e especificação para durabilidade, reparabilidade e reciclabilidade.
    • Reuso, remanufatura e logística reversa para ciclos técnicos.
    • Simbiose industrial e parcerias para valorização de subprodutos.
    • Compras circulares (conteúdo reciclado, requisitos de retorno).
    • Avaliação de ciclo de vida e metas de desvio de aterro/recuperação.
  • Quais são as principais áreas de atuação profissional em gestão de resíduos e competências valorizadas?

    Profissionais atuam em indústria, serviços, varejo, construção, consultoria e setor público, em funções que vão de operações e EHS a sustentabilidade corporativa e supply chain. A atuação envolve análise de dados, governança, contratos e relacionamento com partes interessadas. Competências combinam base técnica, visão de negócio e habilidade de implementação.

    • Funções: analista/gestor de resíduos, EHS, facilities, sustentabilidade, consultoria.
    • Conhecimentos: legislação, normas técnicas, caracterização e compatibilidade.
    • Habilidades: balanço de massa, estatística, BI/planilhas e sistemas de rastreio.
    • Gestão: qualificação de fornecedores, auditorias e due diligence.
    • Soft skills: comunicação, negociação, educação ambiental e gestão da mudança.
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