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Gestão de Pessoas - Mentoria, Liderança e Coaching 4 gestao_marketing_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Gestão e Negócios gestao-e-negocios
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Pós-Graduação EAD Gestão de Pessoas - Mentoria, Liderança e Coaching

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Você ocupa ou deseja ocupar posições de liderança, mas sente dificuldade para desenvolver pessoas, conduzir equipes, lidar com conflitos ou promover engajamento no ambiente de trabalho?
A Pós-Graduação em Gestão de Pessoas: Mentoria, Liderança e Coaching foi desenvolvida para preparar profissionais para liderar e desenvolver pessoas de forma mais estratégica nas organizações. A formação aprofunda conhecimentos sobre gestão de equipes, liderança contemporânea, mentoria e coaching aplicado ao contexto organizacional, ampliando a capacidade do profissional de conduzir processos de desenvolvimento humano, fortalecer o engajamento das equipes e contribuir para melhores resultados nas empresas.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Gestão de Pessoas: Mentoria, Liderança e Coaching é uma formação voltada a profissionais que desejam atuar no desenvolvimento de pessoas e na liderança de equipes dentro das organizações. Em um contexto em que empresas enfrentam desafios relacionados ao engajamento, clima organizacional e retenção de talentos, a formação prepara o profissional para compreender e conduzir processos de desenvolvimento humano com visão estratégica.

O curso aprofunda conhecimentos sobre liderança, gestão de equipes, mentoria profissional e coaching aplicado ao ambiente organizacional, ampliando a capacidade de desenvolver pessoas e fortalecer resultados nas organizações. Ao concluir a especialização, o profissional recebe certificado reconhecido pelo MEC, fortalecendo sua atuação na área de gestão e desenvolvimento de pessoas.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Gestão Organizacional+
Governança e Estratégia Empresarial. Inteligência Competitiva. Economia e Mercado Financeiro. Finanças Corporativas. Gestão de Pessoas. Marketing – Ferramentas e Aplicações Estratégicas. Gestão para a sustentabilidade. Empreendedorismo, Cenários e Oportunidades.
Treinamento e Desenvolvimento+
Gestão do tempo. Habilidades pessoais e profissionais. Plano de carreira. Plano de desenvolvimento pessoal. Educação Corporativa. Desenvolvimento de Grupos e Equipes. Treinamento e Liderança Corporativa.
Gestão de Recursos Humanos+
Introdução ao RH. Técnicas e tendências utilizadas para o planejamento, desenho e gestão eficiente de estruturas e sistemas de remuneração, benefícios e outros mecanismos de reconhecimento financeiro. Gestão e Avaliação de Desempenho. Gestão de Cargos e Remuneração. Legislação Trabalhista e Previdenciária.
Gestão de Cargos e Salários+
Salário e motivação. Conceitos. Desenho de cargo. Enriquecimento de cargo. Descrição e análise de cargo. Gestão do Plano de Cargos e Salários.
Planejamento Estratégico+
Análise de cenários competitivos. Planejamento e execução de projetos. Etapas de desenvolvimento de um projeto. Gestão Estratégica de resultados.
Gestão de Projetos+
Apresentação de gerência de projetos. Metodologia de gerência de projetos e ciclo de vida da gestão de projetos. Técnicas para planejamento de projetos objetivos. Ferramentas de planejamento e acompanhamento de projetos. Motivação de equipes e gestão de pessoas. Administração do tempo. Gerência por processos.
Comunicação Empresarial+
Introdução à comunicação de marketing. Processo de comunicação integrada. Relações Públicas. Propaganda. Marketing Direto. Eventos. Internet. Comunicação interna e integrada nas organizações.
Psicologia Organizacional e do Trabalho+
Noções de psicologia. Características da personalidade e aspectos psicológicos do AT. Seleção de recursos humanos. Aptidão para o trabalho. Relatórios psicotécnicos. Treinamento de pessoal. Atitudes e comportamento. Utilização de EPI. Comunicação no trabalho. Relações humanas. Dinâmica de grupo.
Direito do Trabalho+
Princípios. Alteração/ Suspensão do contrato de trabalho. Duração do trabalho. Remuneração e Salário. Estabilidade e Garantia de Emprego. Extinção do Contrato de Trabalho. Direito Coletivo. 
Recrutamento e Seleção+
Ferramentas, conceitos e técnicas necessárias ao recrutamento, avaliação e seleção. Condução dos diversos processos técnicos de seleção.
Coaching+
Habilidades de Coaching. Modelos de diálogo e orientação estratégica. Estudo de cenário. Desenvolvimento de metas. Ambiente Coachable.
Didática do Ensino Superior+
A docência no ensino superior. Aula universitária, processo didático e seus elementos. O planejamento e as possibilidades didáticas de organização de planos de ensino. Metodologias didáticas na docência no ensino superior. Relação pedagógica na aula universitária e mediação docente. Avaliação do processo ensino-aprendizagem: concepções teóricas e práticas, elaboração de instrumentos avaliativos.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais graduados em áreas como Psicologia, Administração, Recursos Humanos, Gestão de Pessoas e áreas afins, além de profissionais que atuam ou desejam atuar no desenvolvimento de pessoas e na liderança de equipes nas organizações.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Gestão de pessoas e liderança de equipes: conduzindo processos de desenvolvimento de colaboradores, gestão de desempenho e fortalecimento do clima organizacional.
  • Mentoria e desenvolvimento de lideranças: apoiando profissionais e gestores no aprimoramento de competências comportamentais e no desenvolvimento de carreira.
  • Coaching aplicado ao ambiente organizacional: conduzindo processos estruturados voltados ao desenvolvimento profissional, liderança e melhoria de desempenho.
  • Consultoria e projetos de desenvolvimento humano nas organizações: planejando e implementando programas de capacitação, desenvolvimento de talentos e fortalecimento da cultura organizacional.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que fazer uma Pós-Graduação em Gestão de Pessoas: Mentoria, Liderança e Coaching?

A pós-graduação em Gestão de Pessoas: Mentoria, Liderança e Coaching prepara profissionais para atuar no desenvolvimento de pessoas e na liderança de equipes nas organizações. Em um mercado que exige líderes cada vez mais preparados para lidar com comportamento humano, engajamento e gestão de talentos, a formação amplia a capacidade de conduzir equipes e contribuir para melhores resultados nas empresas.

Desenvolvimento de competências em liderança e gestão de equipes: Aprofunda conhecimentos sobre liderança, comportamento organizacional e práticas de gestão voltadas ao desenvolvimento e engajamento das equipes.

Aplicação de mentoria e coaching no desenvolvimento profissional: Apresenta métodos e ferramentas para apoiar o crescimento e o desenvolvimento de profissionais e líderes.

Ampliação das oportunidades na área de gestão de pessoas: Possibilita atuação em recursos humanos, desenvolvimento de talentos, liderança de equipes e consultoria organizacional.

Diferenciação profissional no mercado: Fortalece o currículo e prepara o profissional para atuar de forma mais estratégica na gestão de pessoas.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Qual a diferença entre mentoria, coaching e liderança no contexto organizacional e quando cada abordagem é mais indicada?

    Mentoria é uma relação de orientação baseada na experiência do mentor, com foco em carreira, repertório e navegação organizacional. Coaching é um processo estruturado e orientado a objetivos, que usa perguntas e compromissos para desenvolver competências e performance. Liderança é a função contínua de alinhar propósito, definir prioridades, tomar decisões e criar condições para que o time entregue valor. Em geral: mentoria é indicada para aceleração de carreira, transições e aprendizagem de contexto; coaching para metas específicas de desempenho, mudança de comportamento e desenvolvimento de habilidades; liderança para direcionamento cotidiano, cultura, gestão de riscos e resultados. É saudável separar papéis: um gestor pode adotar postura de coaching, mas não deve conduzir processos formais que exijam confidencialidade ampla. A clareza de contratos, expectativas e limites evita conflitos e vieses.

  • Quais frameworks de feedback estruturado são mais utilizados e como escolher o mais adequado ao contexto?

    Entre os frameworks reconhecidos estão: SBI (Situation?Behavior?Impact), útil para ancorar a conversa em fatos observáveis; DESC (Describe?Express?Specify?Consequences), indicado para acordos claros quando há impacto recorrente; e GROW (Goal?Reality?Options?Will), mais amplo, aplicável a conversas de desenvolvimento. Critérios de escolha incluem maturidade do time, urgência, complexidade e cultura de comunicação. Boas práticas comuns: preparar evidências, diferenciar percepção de fato, checar entendimento e registrar acordos de ação. Evite o "feedback sanduíche" quando ele diluir mensagens críticas. Para temas sensíveis, preferir formatos breves e frequentes (check-ins) em vez de conversas anuais únicas. Em ambientes remotos, combine canais síncronos para nuances e registro assíncrono para rastreabilidade. Sempre delimite confidencialidade e encaminhe casos que demandem apoio de RH ou compliance.

  • Como estruturar um sistema de gestão por competências alinhado à estratégia e ao plano de sucessão?

    Comece derivando competências a partir da estratégia: identifique capacidades críticas do negócio e traduza-as em competências técnicas e comportamentais. Construa um dicionário com definições claras e níveis de proficiência observáveis. Integre o modelo a processos-chave: recrutamento (critérios de seleção), desenvolvimento (trilhas e experiências), performance (avaliações calibradas) e sucessão (potencial vs prontidão). Boas práticas:

    • Governança com comitê multidisciplinar e revisões periódicas.
    • Calibração entre áreas para reduzir vieses e inflacionamento de notas.
    • Métricas de aderência (gap por unidade, evolução média de proficiência).
    • Conexão com diversidade e equidade na definição de indicadores de potencial.

    Evite listas extensas e vagas; mantenha foco nas poucas competências que movem resultados. Documente critérios, garantias de confidencialidade e trilhas de desenvolvimento aplicáveis a diferentes níveis de carreira.

  • Quais métricas avançadas de gestão de pessoas ajudam a monitorar clima, engajamento e desempenho?

    Para um painel robusto, combine indicadores de clima/engajamento com métricas de talento e produtividade. Exemplos:

    • eNPS e índices de clima por unidade, com cortes por senioridade e função crítica.
    • Turnover voluntário qualificado (por desempenho/criticidade) e taxa de rotatividade ajustada.
    • Time-to-productivity e rampa de performance de novas contratações.
    • Quality of Hire (QoH) combinando avaliações iniciais, desempenho pós-probatório e retenção.
    • Absenteísmo, presenteísmo e uso responsável de banco de horas.
    • Indicadores de liderança: frequência de 1:1, cobertura de feedback e follow-ups.

    Triangule dados de pesquisas pulsadas com análises de correlação e séries temporais. Defina metas realistas, separe leading e lagging indicators e documente premissas para evitar interpretações causais indevidas. Respeite privacidade e minimize tratamento de dados pessoais sensíveis.

  • Como integrar OKRs à avaliação de desempenho sem induzir comportamentos disfuncionais?

    Separe OKRs aspiracionais de metas de compromisso e evite atrelar 100% de recompensas a atingimento numérico. Boas práticas incluem ciclos trimestrais com check-ins quinzenais, foco em resultados (outcomes) e definição de evidências qualitativas quando apropriado. Ao consolidar avaliações, considere contribuição para objetivos coletivos, colaboração interfuncional e aprendizado gerado, não apenas números finais. Reduza incentivos ao "gaming" usando faixas de desempenho e calibragens interáreas. Para funções de apoio, vincule OKRs a clientes internos e SLAs de valor. Documente critérios de ponderação e transparência de mudanças durante o ciclo. Em contextos de incerteza, permita replanejamento formal e OKRs de aprendizado. Mantenha consistência terminológica e treine líderes para diferenciar metas de atividade de resultados efetivos para o negócio.

  • Quais riscos éticos e de compliance existem em programas de coaching e mentoria corporativos?

    Principais riscos envolvem confidencialidade, conflitos de interesse, limites de atuação e proteção de dados. Boas práticas:

    • Contratos claros sobre objetivos, escopo e sigilo, com registro do consentimento.
    • Separação de papéis quando houver avaliação hierárquica (evitar que o coach seja também avaliador direto).
    • Encaminhamento de temas clínicos para serviços apropriados; coaching e mentoria não substituem suporte terapêutico.
    • Conformidade com requisitos de privacidade: minimização de dados, acesso restrito, retenção limitada e registros de auditoria.
    • Mecanismos para declarar e mitigar conflitos (ex.: relação prévia entre mentor e mentorado).

    Defina canais para relatos de incidentes e orientações de conduta, além de métricas de governança (taxa de adesão a contratos, prazos de descarte de registros). Comunicação transparente e treinamento reduzem risco reputacional e legal.

  • Como conduzir conversas difíceis sobre performance preservando segurança psicológica e evidências documentadas?

    Prepare-se com fatos observáveis (resultados, prazos, comportamentos) e exemplos situacionais. Estruture a conversa com um modelo como SBI para reduzir julgamento, convide a pessoa a compartilhar contexto e co-construa ações com metas claras e mensuráveis. Boas práticas:

    • Agende 1:1 dedicado, sem interrupções, e sinalize objetivo da conversa.
    • Registre acordos, prazos e indicadores de acompanhamento em sistema apropriado.
    • Reforce expectativas de papel e recursos disponíveis, diferenciando "não pode" de "pode com mitigação".
    • Para temas sensíveis, envolva RH como terceiro imparcial.

    Evite rótulos, comparações entre pares e generalizações. Faça follow-ups periódicos para checar avanços e obstáculos. Em casos de risco ao negócio, detalhe consequências previstas em políticas vigentes, mantendo linguagem respeitosa e foco em melhoria.

  • Quais abordagens de liderança situacional e adaptativa funcionam melhor em times híbridos e distribuídos?

    Times híbridos exigem ajustar direção e suporte conforme maturidade e contexto. Abordagens úteis incluem:

    • Liderança situacional: variar entre dirigir, orientar, apoiar e delegar conforme competência e motivação.
    • Liderança adaptativa: focar em aprendizagem coletiva, experimentação e ajuste de fronteiras em cenários incertos.
    • Gestão por resultados: clareza de prioridades, definição de resultados-alvo e critérios de aceitação.
    • Rituais híbridos: cadência de 1:1, dailies assíncronas, revisões de prioridades e retrospectivas.

    Mitigue vieses de proximidade com acordos de disponibilidade, documentação acessível e decisões registradas. Use matrizes RACI para clarear papéis e reduza a "gestão por presença" com dashboards de progresso. Promova inclusão ativa de membros remotos em discussões críticas e reconhecimento público.

  • Como mensurar o impacto de iniciativas de desenvolvimento de liderança e programas de mentoria?

    Combine modelos de avaliação (ex.: Kirkpatrick para níveis de reação a resultados e Phillips para estimativas de ROI) com indicadores leading e lagging. Leading: adesão, horas de prática, qualidade das sessões, rede de relacionamento formada, evolução em avaliações 180°/360°. Lagging: retenção de talentos críticos, promoções internas, tempo de prontidão para sucessão, engajamento dos liderados e desempenho de equipes. Utilize grupos de comparação ou séries históricas para reduzir viés de atribuição. Defina janelas temporais realistas (6?18 meses) e hipóteses claras sobre mecanismos de impacto. Documente custos diretos e indiretos e registre fatores externos relevantes (mercado, reestruturações). Triangule dados quantitativos com evidências qualitativas (estudos de caso, narrativas de aplicação) para fortalecer a interpretação.

  • Quais erros comuns em planos de sucessão e como preveni-los?

    Erros recorrentes incluem avaliação subjetiva sem critérios, viés de semelhança, confidencialidade excessiva que impede desenvolvimento, foco apenas em posições c-level e pipelines rasos. Boas práticas:

    • Definir critérios objetivos de potencial e prontidão, alinhados a competências futuras.
    • Usar calibragens interáreas e painéis 9-box com evidências documentadas.
    • Planejar experiências de stretch e rotações para reduzir risco de "ponto único de falha".
    • Mapear riscos de saída (flight risk) e planos de contingência por função crítica.
    • Revisar semestralmente e acompanhar indicadores de bench strength.

    Transparência controlada e planos de desenvolvimento individuais claros aceleram prontidão. Monitore diversidade em todo o funil e questione pressupostos que excluem perfis atípicos, ampliando a base de sucessores.

  • Para quem faz sentido aprofundar estudos em gestão de pessoas com foco em mentoria, liderança e coaching?

    Faz sentido para quem atua ou pretende atuar em posições que impactam cultura, desempenho e desenvolvimento de talentos. Exemplos: lideranças técnicas em transição para gestão, gestores de times multifuncionais, profissionais de RH (BP, T&D, Talent), consultores organizacionais e founders que precisam escalar equipes. Também é útil para especialistas que coordenam projetos complexos e dependem de influência sem autoridade formal. Em contextos de crescimento acelerado, fusões, transformação digital ou reestruturações, o repertório de mentoria, liderança e coaching ajuda a orquestrar mudanças com menor atrito, estabelecer métricas claras e fortalecer segurança psicológica. O objetivo é ampliar ferramentas para decisões melhores sobre pessoas e resultados, com ética, estrutura e foco estratégico.

  • Quais competências são mais valorizadas em profissionais de gestão de pessoas e desenvolvimento de líderes?

    Destacam-se competências que conectam estratégia, análise e relacionamento:

    • Pensamento sistêmico e leitura de contexto de negócio.
    • Comunicação clara e escuta ativa, com técnicas de conversas difíceis.
    • Fluência em dados de pessoas (métricas, correlações, storytelling analítico).
    • Facilitação de grupos, mediação de conflitos e negociação.
    • Gestão de mudanças, desenho de experiências de aprendizagem e acompanhamento.
    • Promoção de diversidade, equidade e inclusão com decisões baseadas em evidências.
    • Ética, confidencialidade e consciência de vieses.

    Complementam-se habilidades digitais (colaboração assíncrona, ferramentas de engajamento), governança (políticas claras, rastreabilidade) e orientação a resultados com foco em outcomes, não apenas atividades. A combinação técnica + humanizada sustenta impacto consistente.

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