O redesenho de trabalho é indicado quando há sinais persistentes de sobrecarga, filas e retrabalho, baixa autonomia, conflitos de papeis ou quedas de qualidade ligadas ao desenho das tarefas. Em vez de focar apenas em treinamentos individuais, a análise deve considerar fluxos, interfaces e recursos. Boas práticas incluem:
- Clarificação de responsabilidades e critérios de sucesso.
- Rebalanceamento de carga, janelas de foco e limites de interrupção.
- Aumento de autonomia com salvaguardas e feedback frequente.
- Aprendizagem no trabalho e apoio entre pares.
Respeite limites: requisitos legais e de segurança, equidade interna, dependências de sistemas, e impactos em clientes. Meça efeitos com indicadores combinados (qualidade, prazos, bem-estar), evitando mudanças simultâneas demais que impeçam atribuir causa e efeito.