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Gestão da Psicologia Organizacional 4 gestao_marketing_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Gestão e Negócios gestao-e-negocios
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Pós-Graduação EAD Gestão da Psicologia Organizacional

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Você é psicólogo e deseja atuar na área organizacional, mas sente dificuldade para aplicar os conhecimentos da psicologia no contexto das empresas e na gestão de pessoas?
A Pós-Graduação em Gestão da Psicologia Organizacional foi desenvolvida justamente para preparar o psicólogo para atuar de forma qualificada no contexto das empresas. A formação aprofunda conhecimentos sobre comportamento organizacional, gestão de pessoas e práticas da psicologia aplicadas ao ambiente corporativo, capacitando o profissional para compreender as dinâmicas institucionais e contribuir de forma estratégica para o desenvolvimento de equipes e organizações.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Gestão da Psicologia Organizacional é voltada a psicólogos que desejam atuar de forma estratégica no contexto das organizações, contribuindo para a gestão de pessoas, desenvolvimento de lideranças e promoção da saúde mental no trabalho.

A formação aprofunda conhecimentos sobre comportamento organizacional, cultura e clima nas empresas, preparando o profissional para analisar dinâmicas institucionais e implementar práticas que fortaleçam o desenvolvimento humano e o desempenho das equipes.

Ao concluir o curso, o aluno obtém o título de Especialista em Gestão da Psicologia Organizacional, com certificação reconhecida pelo MEC, ampliando suas oportunidades de atuação em empresas, consultorias e projetos voltados à gestão e ao desenvolvimento de pessoas.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Comportamento Organizacional+
Teoria das Organizações. Cultura Organizacional. Psicologia das Organizações.
Direito do Trabalho e Relações Sindicais+
Admissão. Demissão. Benefícios. Controles. Legislação Trabalhista Básica. Desregulamentação na gestão de pessoas. Relações trabalhistas e sindicais.
Gestão Organizacional+
Governança e Estratégia Empresarial. Inteligência Competitiva. Economia e Mercado Financeiro. Finanças Corporativas. Gestão de Pessoas. Marketing – Ferramentas e Aplicações Estratégicas. Gestão para a sustentabilidade. Empreendedorismo, Cenários e Oportunidades.
Business Game+
Os jogos de negócios. Os conceitos fundamentais de mercado. Estratégias competitivas.
Comunicação Empresarial+
Introdução à comunicação de marketing. Processo de comunicação integrada. Relações Públicas. Propaganda. Marketing Direto. Eventos. Internet. Comunicação interna e integrada nas organizações.
Didática do Ensino Superior+
A docência no ensino superior. Aula universitária, processo didático e seus elementos. O planejamento e as possibilidades didáticas de organização de planos de ensino. Metodologias didáticas na docência no ensino superior. Relação pedagógica na aula universitária e mediação docente. Avaliação do processo ensino-aprendizagem: concepções teóricas e práticas, elaboração de instrumentos avaliativos.
Coaching+
Habilidades de Coaching. Modelos de diálogo e orientação estratégica. Estudo de cenário. Desenvolvimento de metas. Ambiente Coachable.
Ética e Responsabilidade Social das Organizações+
Ética nos negócios. A responsabilidade social como um modelo de gestão organizacional. Responsabilidade Social. Corporativa e Desenvolvimento Sustentável nas organizações.
Psicologia Organizacional e do Trabalho+
Noções de psicologia. Características da personalidade e aspectos psicológicos do AT. Seleção de recursos humanos. Aptidão para o trabalho. Relatórios psicotécnicos. Treinamento de pessoal. Atitudes e comportamento. Utilização de EPI. Comunicação no trabalho. Relações humanas. Dinâmica de grupo.
Planejamento Organizacional+
Conceituação de Planejamento. Fundamentação teórica. Princípios Gerais do Planejamento. Tipos de planejamento – estratégico, tático e operacional. Elaboração de Planejamento Estratégico. Diagnóstico Estratégico. Missão. Objetivos. Desafios. Projetos. Planos de Ação. Implementação, acompanhamento, controle e avaliação do plano estratégico.
Recrutamento e Seleção+
Ferramentas, conceitos e técnicas necessárias ao recrutamento, avaliação e seleção. Condução dos diversos processos técnicos de seleção.
Psicopatologia do Trabalho+
O campo teórico da saúde e trabalho. As abordagens: do desgaste, da psicodinâmica do trabalho, do estresse ocupacional, da ergonomia, do modo de vida. Investigações e intervenções sobre saúde e trabalho. Trabalho e saúde em categorias ocupacionais específicas. Metodologias no campo do trabalho e saúde. Aplicações e limites.As repercussões das doenças ocupacionais - LER, DORT na saúde psíquica. Programas de promoção à saúde psíquica.
Gestão de Recursos Humanos+
Introdução ao RH. Técnicas e tendências utilizadas para o planejamento, desenho e gestão eficiente de estruturas e sistemas de remuneração, benefícios e outros mecanismos de reconhecimento financeiro. Gestão e Avaliação de Desempenho. Gestão de Cargos e Remuneração. Legislação Trabalhista e Previdenciária.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Psicólogos e profissionais das áreas de gestão de pessoas, recursos humanos, administração e áreas afins que desejam aprofundar conhecimentos sobre comportamento humano no trabalho e atuação estratégica no contexto das organizações.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Gestão de pessoas em empresas: atuando no planejamento e implementação de políticas de desenvolvimento humano, gestão de desempenho e fortalecimento da cultura organizacional.
  • Recrutamento, seleção e avaliação de pessoas: conduzindo processos seletivos, avaliação de perfil profissional e análise de competências alinhadas às necessidades das organizações.
  • Desenvolvimento de lideranças e equipes: estruturando programas de treinamento, desenvolvimento de equipes e fortalecimento das competências de liderança no ambiente corporativo.
  • Consultoria em psicologia organizacional e saúde mental no trabalho: desenvolvendo projetos voltados ao clima organizacional, bem-estar dos colaboradores e promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

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Por que fazer uma Pós-Graduação em Gestão da Psicologia Organizacional?

A pós-graduação em Gestão da Psicologia Organizacional qualifica o profissional para compreender e atuar de forma estratégica nas relações humanas dentro das organizações, contribuindo para a gestão de pessoas, desenvolvimento de equipes e melhoria do ambiente de trabalho.

Formação em comportamento organizacional: Aprofunda conhecimentos sobre cultura, clima e relações de trabalho nas organizações.

Competências em gestão de pessoas: Prepara para atuar em recrutamento, desenvolvimento de equipes e avaliação de desempenho.

Ampliação das oportunidades profissionais: Possibilita atuação em empresas, consultorias e áreas de recursos humanos.

Diferenciação no mercado de trabalho: Fortalece o currículo e amplia a atuação estratégica na gestão de pessoas.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Qual a diferença prática entre clima e cultura organizacional e como isso afeta decisões de gestão em psicologia organizacional?

    Clima organizacional refere-se à percepção atual e agregada das pessoas sobre práticas, políticas e rotinas; é mais tático, sensível a mudanças de curto prazo e mensurável por surveys. Cultura organizacional envolve valores, pressupostos e símbolos que moldam o comportamento ao longo do tempo; é mais estável e profunda. Na gestão da psicologia organizacional, essa distinção orienta decisões:

    • Diagnóstico: clima é ?termômetro?; cultura é ?sistema operativo?.
    • Intervenções: ajustes de processos e liderança atuam no clima; rituais, seleção e histórias afetam cultura.
    • Métricas: clima muda em ciclos trimestrais/anuais; cultura pede séries históricas e dados qualitativos.
    • Riscos: tratar sintomas de clima sem tocar crenças culturais pode gerar efeitos temporários ou rebotes.
  • Quais KPIs priorizar para monitorar bem-estar psicológico e desempenho humano e como avaliar a qualidade dessas métricas?

    KPIs úteis em psicologia organizacional combinam indicadores de saúde, comportamento e resultados. Exemplos:

    • Absenteísmo, presenteísmo e afastamentos por adoecimento.
    • Engajamento, eNPS, satisfação com liderança e segurança psicológica.
    • Turnover voluntário, tempo de preenchimento e qualidade de contratação.
    • Incidentes de conflito/assédio e tempo de resolução.

    Ao avaliar qualidade das métricas, observe:

    • Validade (medem o construto certo) e confiabilidade (consistência ao longo do tempo).
    • Sensibilidade a mudanças e estabilidade sazonal.
    • Viés de método comum (mesma fonte para causa e efeito) e necessidade de triangulação.
    • Segmentações com limites mínimos de grupo para preservar confidencialidade.
    • Uso de séries temporais e benchmarks internos, evitando comparações externas descontextualizadas.
  • Como aplicar people analytics em temas de psicologia organizacional com ética e conformidade à LGPD?

    People analytics aplicado à psicologia organizacional exige rigor técnico e ético. Boas práticas incluem:

    • Finalidade explícita e legítima para cada análise, evitando coleta excessiva (minimização de dados).
    • Base legal adequada e transparência sobre uso, inclusive consentimento quando pertinente.
    • Anonimização ou pseudonimização robusta e gestão de riscos de reidentificação.
    • Controles de acesso, registro de auditoria e prazos de retenção definidos.
    • Avaliação de impacto à proteção de dados em projetos sensíveis.
    • Testes de viés e impacto diferencial entre grupos para evitar decisões discriminatórias.
    • Modelos explicáveis, com comunicação clara de incertezas e limitações.

    Também é recomendável separar times que produzem análises daqueles que tomam decisões, reforçando governança e evitando uso indevido de informações sensíveis.

  • O que considerar em uma avaliação de riscos psicossociais segundo boas práticas, como a ISO 45003?

    A avaliação de riscos psicossociais se beneficia de referenciais reconhecidos, como a ISO 45003, que trata de fatores organizacionais ligados à saúde psicológica. Pontos-chave:

    • Mapa de demandas e recursos (carga, autonomia, suporte, clareza de papel, justiça).
    • Integração com o sistema de gestão de SST, incluindo participação de trabalhadores.
    • Métodos mistos: surveys validados, grupos focais, dados de processos e indicadores de saúde.
    • Priorização por gravidade, probabilidade e capacidade de controle.
    • Planos de ação com responsáveis, prazos e critérios de sucesso observáveis.
    • Monitoramento contínuo e revisão após mudanças estruturais.

    Evite reduzir o diagnóstico a ?palestras? ou ações individuais; o foco deve contemplar desenho do trabalho, liderança e processos, preservando confidencialidade e não culpabilizando pessoas.

  • Quando o redesenho do trabalho é indicado e quais limites devem ser respeitados?

    O redesenho de trabalho é indicado quando há sinais persistentes de sobrecarga, filas e retrabalho, baixa autonomia, conflitos de papeis ou quedas de qualidade ligadas ao desenho das tarefas. Em vez de focar apenas em treinamentos individuais, a análise deve considerar fluxos, interfaces e recursos. Boas práticas incluem:

    • Clarificação de responsabilidades e critérios de sucesso.
    • Rebalanceamento de carga, janelas de foco e limites de interrupção.
    • Aumento de autonomia com salvaguardas e feedback frequente.
    • Aprendizagem no trabalho e apoio entre pares.

    Respeite limites: requisitos legais e de segurança, equidade interna, dependências de sistemas, e impactos em clientes. Meça efeitos com indicadores combinados (qualidade, prazos, bem-estar), evitando mudanças simultâneas demais que impeçam atribuir causa e efeito.

  • Em avaliação psicológica no contexto organizacional, como garantir validade, confiabilidade e equidade?

    Para avaliações psicológicas no contexto organizacional, a qualidade técnica depende de evidências para o uso pretendido. Recomenda-se:

    • Comprovar validade de conteúdo, construto e critério para a população alvo.
    • Verificar confiabilidade (por exemplo, consistência interna e estabilidade temporal) e normas atualizadas.
    • Testar invariância e viés diferencial de itens entre grupos, mitigando impactos indevidos.
    • Monitorar impacto adverso em decisões (seleção, promoção) e revisar cortes.
    • Triangular com múltiplas fontes (entrevistas estruturadas, amostras de trabalho, referências) para reduzir erro.
    • Garantir capacitação de aplicadores e registros éticos de consentimento e devolutiva adequada.

    Ferramentas devem ser usadas com escopo claro e documentação completa, incluindo limitações, para sustentar decisões defensáveis e alinhadas a princípios de justiça organizacional.

  • Como estruturar pesquisas de clima para reduzir vieses e gerar decisões acionáveis?

    Pesquisas de clima eficazes equilibram profundidade e segurança psicológica. Recomendações:

    • Itens claros, específicos e sem perguntas duplas; escalas consistentes ao longo do tempo.
    • Amostragem adequada e janelas de resposta que reduzam fadiga.
    • Anonimato real com agregação mínima por grupo e supressão de células pequenas.
    • Pilotos e análises de confiabilidade/validade antes de escalar.
    • Combinação de perguntas fechadas e campos abertos categorizáveis.
    • Periodicidade coerente com a cadência de mudanças; ?pulsos? quando necessário.
    • Planos de feedback e accountability: comunicar achados, priorizar poucos temas e acompanhar ações.

    Evite usar a pesquisa para ?caçar culpados? ou coletar dados que não serão usados. Resultados devem embasar decisões e ser integrados a indicadores operacionais para aumentar utilidade.

  • Quais alavancas psicossociais apoiam a gestão de mudanças e reduzem resistência?

    Em mudanças organizacionais, fatores psicossociais determinam adesão e desempenho. Boas práticas incluem:

    • Justiça processual: critérios claros, aplicação consistente e possibilidade de voz.
    • Comunicação bidirecional, com escuta ativa e correções rápidas de boatos.
    • Segurança psicológica em equipes para levantar riscos sem punição.
    • Participação de representantes de áreas na co-criação de soluções.
    • Líderes preparados para dar significado, reconhecer esforço e gerenciar ambiguidade.
    • Gestão da fadiga de mudança: cadência, priorização e janelas de estabilização.

    Mensure sinais precoces (sentimento de carga, conflitos de papel, quedas de qualidade) e ajuste o plano. Evite sobreprometer e alinhe incentivos para sustentar novos comportamentos.

  • Como identificar sinais organizacionais de burnout e priorizar intervenções sistêmicas?

    Sinais organizacionais compatíveis com risco de burnout incluem demandas altas e contínuas, conflitos de valores, baixa autonomia, suporte insuficiente e expectativas ambíguas. Em dados, isso pode aparecer como aumento de erros, presenteísmo, afastamentos, rotatividade voluntária e quedas em indicadores de segurança psicológica. Para diferenciar de outras causas (processos, tecnologia, competências), triangule fontes e observe se mudanças no desenho do trabalho alteram os indicadores. Intervenções sistêmicas priorizam causas: equilíbrio entre demanda e recursos, clareza de prioridades, autonomia com suporte, carga de reuniões sustentável e previsibilidade. Treinamento de lideranças para distribuição de trabalho e reconhecimento é útil, acompanhado de limites saudáveis de disponibilidade. Monitore efeitos ao longo do tempo.

  • Para quem a gestão da psicologia organizacional é mais relevante dentro das empresas?

    A gestão da psicologia organizacional é especialmente relevante para quem toma decisões sobre pessoas e trabalho. Exemplos:

    • Profissionais de RH, DHO e business partners que integram dados humanos à estratégia.
    • Líderes de áreas, gestores de projetos e PMOs que lidam com mudanças e prioridades.
    • Times de Saúde e Segurança do Trabalho, Compliance e Jurídico na prevenção de riscos psicossociais.
    • Comunicação interna e cultura, para alinhamento e engajamento.

    É útil em contextos de crescimento acelerado, reestruturações, fusões, adoção de modelos híbridos e desafios de retenção. A abordagem ajuda a conectar bem-estar, desempenho e qualidade de decisões organizacionais.

  • Qual é a diferença entre psicologia organizacional e gestão de RH tradicional?

    Gestão de RH tradicional organiza processos como recrutamento, folha, benefícios e relações trabalhistas. Psicologia organizacional foca os mecanismos humanos que sustentam esses processos: motivação, percepção de justiça, dinâmica de grupos, aprendizagem e saúde psicológica. Enquanto RH define políticas e fluxos, a psicologia organizacional contribui com diagnósticos baseados em evidências, desenho do trabalho, avaliação de riscos psicossociais, métricas de clima/engajamento e intervenções comportamentais. As áreas são complementares: decisões de pessoas ganham qualidade quando fundadas em ciência, ética e análise de dados, conectando indicadores humanos a resultados de negócio e reduzindo efeitos colaterais indesejados.

  • Quais competências são valorizadas para atuar em gestão da psicologia organizacional?

    Competências valorizadas incluem:

    • Métodos de pesquisa (surveys, entrevistas, análise qualitativa) e estatística aplicada.
    • Psicometria básica para avaliar instrumentos e indicadores.
    • People analytics, visualização de dados e comunicação executiva.
    • Design de intervenções organizacionais e gestão de mudanças.
    • Facilitação de grupos, negociação e mediação de conflitos.
    • Conhecimento de princípios legais e éticos, incluindo privacidade de dados e saúde ocupacional.
    • Gestão de projetos e priorização baseada em impacto.
    • Sensibilidade a diversidade, equidade e inclusão, com foco em justiça organizacional.

    A combinação técnica-comportamental permite traduzir diagnósticos em ações sustentáveis, com medição de efeitos e respeito à confidencialidade.

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