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Gestão em Segurança Pública 9 seguranca_publica_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Segurança Pública seguranca-publica
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Pós-Graduação EAD Gestão em Segurança Pública

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Você, que atua na área de segurança pública, já enfrentou dificuldades para analisar riscos, compreender políticas de segurança ou tomar decisões em cenários críticos que exigem preparo técnico e visão estratégica?
A Pós-Graduação em Gestão em Segurança Pública foi desenvolvida para qualificar profissionais que já atuam no setor e desejam fortalecer sua capacidade de análise, planejamento e tomada de decisão. A formação aprofunda conhecimentos em gestão da segurança, políticas públicas, legislação e estratégias de enfrentamento ao crime, preparando o profissional para atuar de forma mais estratégica na organização e no aprimoramento das instituições de segurança pública.
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Gestão em Segurança Pública aprofunda conhecimentos sobre organização, análise e gestão dos sistemas de segurança, preparando profissionais para compreender os desafios contemporâneos da área. O curso aborda temas como legislação de segurança pública, inteligência, políticas públicas e tecnologias aplicadas ao combate ao crime, conectando fundamentos jurídicos e estratégias de gestão.

Ao concluir a especialização, o profissional torna-se especialista em Gestão em Segurança Pública, com certificação reconhecida pelo MEC, ampliando sua qualificação para atuar na análise, planejamento e gestão de políticas e processos de segurança pública.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Atividade de Inteligência na Segurança Pública+
Conceito. Origem e Evolução da Atividade de Inteligência no Brasil. Sistema de Inteligência. Ramos da Atividade de Inteligência. Princípios Básicos da Atividade de Inteligência: Objetividade, Segurança, Oportunidade, Controle, Imparcialidade, Simplicidade, Amplitude. Leis que regulam a atividade de Inteligência no Brasil.
Legislação Especial de Segurança Pública+
Tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes (Lei nº 11.343/2006). Crimes hediondos (Lei nº 8.072/1990). Crimes resultantes de preconceitos de raça ou cor (Lei nº 5.553/1968). O direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa civil e penal, nos casos de abuso de autoridade (Lei nº 4.898/1965). Definição dos crimes de tortura (Lei nº 9.455/1965). Estatuto da criança e do adolescente (Lei nº 8.069/1970). Estatuto do desarmamento (Lei nº 10.826/2003). Crimes contra o SFN (Lei nº 7.492/1986). Crimes contra a organização do trabalho (Código Penal). Lei Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). Execução Penal (Lei nº 7.210/1984).
Direito Processual e Administrativo+
Inquérito Policial Militar. Prisão e Liberdade Provisória. Processo Penal Militar. Execução Penal. Direito Administrativo Militar.
Processo Penal Militar+
Introdução ao direito processual penal militar. Princípios do processo penal militar. Jurisdição e competência. Procedimento e Processo. Processos em espécie. Processo Ordinário. Processo Especial. Processo em tempo de guerra. Sistema recursal. Execução Penal: Regime de cumprimento de pena. Recursos.
Didática do Ensino Superior+
A docência no ensino superior. Aula universitária, processo didático e seus elementos. O planejamento e as possibilidades didáticas de organização de planos de ensino. Metodologias didáticas na docência no ensino superior. Relação pedagógica na aula universitária e mediação docente. Avaliação do processo ensino-aprendizagem: concepções teóricas e práticas, elaboração de instrumentos avaliativos.
Segurança Pública+
O monopólio legítimo da violência pelo Estado. A história da segurança pública. Modelos de policiamento. História da pena de prisão. A organização do Sistema de Defesa Social. Tendências contemporâneas em segurança pública. Mostrar o dia a dia de uma repartição policial: principais documentos. Atividades correntes: abordagens e investigações. Peculiaridades da investigação policial: aspectos jurídicos para validar as provas. A preservação dos locais de crimes. Trato com informantes. A Inquirição policial. O Inquérito Policial.
Políticas de Segurança Pública+
Plano Nacional de Segurança Pública. Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Inovações na política de segurança pública brasileira. Limites e desafios para democratização da política de segurança.
Direito Penal Militar (Parte Geral e Especial)+
Geral: Introdução ao direito penal militar. A hierarquia e a disciplina. Aplicação da lei penal militar, do crime militar, da imputabilidade penal, do concurso de agentes, das penas principais e acessórias, do livramento condicional, dos efeitos da condenação, das medidas de segurança, da ação penal, da extinção da punibilidade. Especial: Crimes Militares próprios e Crimes Militares Impróprios. Crimes contra o serviço e o dever militar. Crimes contra autoridade militar. Crimes sexuais. Crimes contra administração militar (desacato a superior, desacato a militar e desobediência etc.).
Dialogando com os Índices de Encarceramento no Brasil+
Direito Constitucional e Direito Penal Militar+
Direitos Fundamentais. Tratados e Convenções Internacionais. Aplicação em face da Constituição Federal. Competência da Justiça Militar estadual e da União (diferenças). Forças Armadas (atribuições e missões, Integrantes). Segurança Pública (atribuições da Polícia Militar, Atividade de Polícia Judiciária Militar).
Tecnologia Contra o Crime+
Inovações tecnológicas que auxiliam a solucionar crimes, monitorar áreas, encontrar suspeitos e prevenir a prática de delitos: ShotSpotter Gunshot Loca- tion System (GLS), UAVs (espiões que voam), Câmeras que detectam calor.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais que atuam ou desejam atuar na área de segurança pública, especialmente integrantes das forças policiais, militares, profissionais do direito, gestores públicos e servidores envolvidos na gestão, análise e formulação de políticas de segurança.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Gestão de instituições de segurança pública: atuando no planejamento, organização e gestão de processos em órgãos policiais, instituições de segurança e estruturas administrativas do setor.
  • Análise e formulação de políticas públicas de segurança: participando da elaboração, avaliação e implementação de programas e estratégias voltadas à segurança pública.
  • Inteligência e análise estratégica em segurança: desenvolvendo análise de cenários, avaliação de riscos e produção de conhecimento estratégico para apoio à tomada de decisões.
  • Consultoria, pesquisa e assessoria em segurança pública: contribuindo com estudos, diagnósticos e projetos voltados ao aprimoramento da gestão e das políticas de segurança.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

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Por que fazer uma Pós-Graduação em Gestão em Segurança Pública?

A pós-graduação em Gestão em Segurança Pública é voltada a profissionais que desejam compreender e atuar de forma estratégica no sistema de segurança. Em um cenário de alta complexidade institucional e crescente necessidade de gestão qualificada, a especialização desenvolve competências para análise, planejamento e gestão de políticas e processos de segurança pública.

Formação estratégica em segurança pública: O curso aprofunda conhecimentos sobre gestão, políticas de segurança, legislação e funcionamento das instituições do setor.

Desenvolvimento da análise e da tomada de decisão: A especialização prepara o profissional para avaliar riscos, analisar cenários e atuar com maior precisão em contextos de segurança.

Ampliação das oportunidades no setor público: profissionais especializados podem atuar em órgãos de segurança, instituições governamentais e áreas de gestão e planejamento.

Fortalecimento do currículo em uma área estratégica: a pós-graduação qualifica o profissional para atuar de forma mais técnica e estratégica na segurança pública.

Vagas limitadas, garanta sua matrícula agora!

Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Quais são os pilares de uma gestão orientada por inteligência em segurança pública?

    Uma gestão orientada por inteligência se apoia no ciclo de inteligência (planejamento, coleta, processamento, análise, disseminação e avaliação). Os pilares incluem: qualidade e integridade dos dados, integração de fontes (registros policiais, saúde, mobilidade e dados abertos), governança e segurança da informação, aderência legal e ética, e produção de conhecimento acionável para apoiar decisões. É crucial padronizar taxonomias, garantir trilhas de auditoria e documentar premissas analíticas. Boas práticas incluem validação cruzada das análises, avaliações de impacto de privacidade quando há dados pessoais e rotinas de feedback entre áreas operacionais e analíticas para ajustar prioridades. O objetivo é transformar informação em decisões proporcionais, transparentes e efetivas, reduzindo ruído e priorizando riscos relevantes.

  • Como definir indicadores de desempenho (KPIs) para operações de segurança urbana?

    KPIs eficazes devem ser específicos, comparáveis e vinculados a objetivos públicos claros. Exemplos: tempo de resposta a chamadas críticas, taxa de elucidação por tipo de crime, variação de crimes violentos por área e turno, reincidência incidente-centrada, conformidade procedimental e satisfação do cidadão. Para evitar distorções, combine indicadores de volume, qualidade e resultado, rode auditorias metodológicas e monitore efeitos indesejados (subnotificação, deslocamento espacial). Use séries temporais e segmentação geográfica consistente, e estabeleça linhas de base antes de intervenções. Sempre documente a fórmula de cada indicador, a fonte e as limitações, garantindo que decisões orçamentárias e de alocação de efetivo considerem tanto desempenho operacional quanto impactos em direitos e confiança pública.

  • Qual a diferença entre policiamento orientado por dados, policiamento comunitário e policiamento orientado por problemas?

    Policiamento orientado por dados utiliza análise estatística e geoespacial para identificar padrões e priorizar recursos; seu foco é a tomada de decisão baseada em evidências, com risco de viés se as fontes forem desbalanceadas. Policiamento comunitário enfatiza relações de confiança, coprodução de soluções e canais permanentes com moradores e lideranças, medindo sucesso por legitimidade, prevenção e resolução colaborativa. Policiamento orientado por problemas (POP) aplica diagnósticos estruturados de causas (pessoas, lugares, tempos e rotinas) e desenha respostas específicas, avaliando resultados. Na prática, modelos eficazes combinam elementos dos três: dados para priorização, engajamento para legitimidade e POP para intervenções sob medida, com avaliação contínua e salvaguardas éticas.

  • Como estruturar interoperabilidade entre segurança pública, saúde e defesa civil em incidentes críticos?

    Interoperabilidade exige protocolos prévios, taxonomias comuns e canais redundantes. Boas práticas incluem: adoção de princípios de comando de incidentes (clareza de papéis, escalabilidade, comando unificado), planos de comunicação interagências, centros integrados de operações, exercícios de mesa periódicos e interoperabilidade técnica (frequências, CAD/CRM integráveis, mensagens padronizadas). Memorandos de entendimento devem definir gatilhos de acionamento, responsabilidades, compartilhamento de dados e critérios de desmobilização. Em crises complexas, é vital sincronizar fluxos com saúde, mobilidade e assistência social, resguardando privacidade e segurança operacional. Após o evento, conduza debriefings intersetoriais com lições aprendidas e planos de melhoria, preferencialmente registrados e disseminados para evitar recorrência de falhas.

  • Quais boas práticas de governança ao adquirir tecnologias de vigilância e centros de comando?

    Priorize governança robusta e avaliação de impacto. Recomenda-se: estudos de necessidade, análise de risco e de proporcionalidade, requisitos de privacidade e segurança by design, interoperabilidade e padrões abertos, políticas claras de retenção de dados, controles de acesso e logs auditáveis. Realize testes independentes de desempenho e calibração, defina SLAs verificáveis e critérios de descontinuidade. Inclua cláusulas de proteção de dados e de transferência de conhecimento, evitando lock-in tecnológico. Documente decisões de compra, critérios de avaliação e resultados de pilotos. Estabeleça comitês multidisciplinares (operações, TI, jurídico, controle) e rotinas de auditoria periódica. Transparência proativa sobre objetivos e salvaguardas aumenta a legitimidade e reduz riscos reputacionais e legais.

  • Como priorizar alocação de efetivo usando análise de risco sem reforçar vieses?

    Use modelos multivariados que combinem fatores ambientais, temporais e situacionais, evitando proxies sensíveis (como variáveis que reflitam discriminações históricas). Garanta qualidade de dados, amostras representativas e validação fora da amostra. Implemente avaliações de equidade (disparate impact), publique metodologias de forma compreensível e adote revisões por pares internos. Combine análise preditiva com governança: limites claros de uso, revisão humana qualificada e monitoramento contínuo de acurácia e efeitos colaterais. Rotacione áreas de prioridade para mitigar loops de retroalimentação, use indicadores de legitimidade e queixas procedimentais, e inclua participação social estruturada. Decisões finais devem ser proporcionais, justificáveis e alinhadas a marcos legais e direitos fundamentais.

  • Quais requisitos de proteção de dados se aplicam a videomonitoramento e bancos de dados criminais?

    Aplicam-se princípios de finalidade, necessidade, minimização, segurança e transparência. Boas práticas incluem: bases legais claras, avaliações de impacto à proteção de dados para novas operações, segregação de funções, criptografia em trânsito e em repouso, gestão de identidades e perfis de acesso, trilhas de auditoria, retenção com prazos definidos e descarte seguro. Políticas devem contemplar direitos dos titulares quando cabível, exceções legais justificadas e governança de fornecedores com cláusulas de proteção de dados. Em videomonitoramento, avalie proporcionalidade, áreas sensíveis, mascaramento quando aplicável e critérios de acesso a imagens. Documentação e treinamento contínuo fortalecem conformidade e reduzem riscos operacionais, legais e reputacionais.

  • Quais conceitos-chave ajudam a acompanhar debates de gestão em segurança pública?

    Alguns conceitos estruturam a área: prevenção situacional, governança e accountability, ciclo de inteligência, análise de hotspots, policiamento orientado por problemas, legitimidade procedimental, indicadores de desempenho (tempo de resposta, elucidação), avaliação de impacto, gestão de crises e comando de incidentes, interoperabilidade, proteção de dados e privacidade, gestão orçamentária por resultados e transparência. Também são relevantes noções de vitimização, deslocamento do crime, risco e vulnerabilidade, viés algorítmico, auditoria de dados, e integração intersetorial (saúde, assistência, urbanismo). Dominar essa linguagem técnica facilita a leitura de diagnósticos, planos e relatórios, e melhora a capacidade de dialogar com áreas operacionais, controle interno e controle social.

  • Quais são erros comuns na gestão de despacho e atendimento de ocorrências e como mitigá-los?

    Erros frequentes incluem geocodificação imprecisa, categorização inconsistente de chamadas, duplicidade de registros, status desatualizado de recursos, congestionamento de comunicações e lacunas no pós-ocorrência. Para mitigar: padronize taxonomias e protocolos, promova treinamento periódico de triagem, adote interfaces amigáveis com validações, garanta redundância de canais, integre CAD com sistemas correlatos (quando seguro e legal), e realize controle de qualidade amostral. Debriefings estruturados e análises pós-ação alimentam melhorias. Métricas como tempo de atendimento por prioridade, taxa de retrabalho e precisão de despacho ajudam a identificar gargalos. Segurança da informação e registro confiável são essenciais para continuidade operacional e prestação de contas.

  • Para quem faz sentido estudar gestão em segurança pública e quais competências são valorizadas?

    É relevante para profissionais do setor público e organizações parceiras que atuam com prevenção, resposta a emergências, análise de dados, planejamento urbano, saúde, assistência social e tecnologia. Competências valorizadas incluem: análise estatística e geoespacial, gestão de projetos e processos, governança e integridade, proteção de dados, avaliação de políticas, liderança e tomada de decisão sob incerteza, comunicação de crise e negociação interinstitucional. Também pesam conhecimentos sobre orçamento por resultados, legislação aplicável, ética, direitos e relacionamento com comunidades. Essa combinação técnica e gerencial favorece coordenação entre órgãos, uso responsável de tecnologia e implementação de estratégias proporcionais, transparentes e orientadas por evidências.

  • Como organizar gestão de crises e comunicação pública em eventos de grande impacto?

    Defina gatilhos claros para ativação, adote princípios de comando de incidentes e estabeleça um centro de coordenação com papéis definidos (operações, logística, planejamento e suporte). Na comunicação, prepare mensagens iniciais factuais, um porta-voz treinado e processos de validação rápida das informações. Integre saúde, mobilidade e assistência para mensagens coerentes, evitando contradições e especulações. Monitore rumores e atualize a imprensa e o público com cadência previsível. Proteja dados sensíveis e respeite vítimas e comunidades afetadas. Após estabilização, realize revisão pós-incidente com indicadores de desempenho, lições aprendidas e plano de melhorias, preferencialmente com transparência e envolvimento de órgãos de controle e sociedade.

  • Como a gestão em segurança pública se conecta a políticas urbanas e de prevenção?

    A interface é direta: desenho urbano, iluminação, uso do solo e mobilidade influenciam riscos e oportunidades de crime. Estratégias de prevenção efetivas combinam ações situacionais (ambiente construído e rotinas) com políticas sociais (educação, emprego, apoio a grupos vulneráveis) e governança local. A gestão deve articular segurança com urbanismo, transporte, saúde e assistência, compartilhando dados e metas mensuráveis. Ferramentas como auditorias de segurança urbana, avaliações de impacto em segurança e projetos piloto com monitoramento ajudam a ajustar intervenções. Participação social estruturada fortalece legitimidade e reduz efeitos indesejados. A integração orçamentária e indicadores intersetoriais permitem avaliar resultados de forma mais completa e sustentável.

  • Quais documentos e rotinas fortalecem a prestação de contas em segurança pública?

    Transparência e controle se consolidam com: políticas de integridade e conflito de interesses, normativos de uso da força e registro obrigatório, relatórios estatísticos com método documentado, auditorias internas e avaliações independentes, comitês de ética, ouvidoria e canais seguros de relato, portais de transparência com dados abertos anonimizados, e trilhas de auditoria nos sistemas. Planos de gestão por resultados, matrizes de risco, relatórios pós-incidente e revisões por pares aprimoram aprendizado institucional. Convênios e contratos devem ter justificativas técnicas e cláusulas de governança publicadas. A combinação de documentação robusta e rotinas periódicas de revisão reduz assimetria de informação e aumenta confiança pública e efetividade.

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