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Direito Penal e Direito Processual Penal 11 direito_pos_graduacao_verbo_educacional.jpg Direito direito
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Você atua ou pretende atuar na área criminal, mas sente dificuldade para compreender com segurança a aplicação prática das normas penais e dos procedimentos do processo penal?
A Pós-Graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal foi desenvolvida para aprofundar a compreensão das normas, princípios e procedimentos que estruturam a atuação na área criminal. A formação integra fundamentos teóricos, análise de jurisprudência e estudo das diferentes fases do processo penal, contribuindo para que o profissional desenvolva raciocínio jurídico mais sólido e uma atuação mais segura e qualificada no campo penal. 
 
  • 360 horas/aula
  • Certificação reconhecida pelo MEC
  • 100% EAD
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SOBRE O CURSO

A Pós-Graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal é destinada a profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos na área criminal e compreender, de forma atualizada, os fundamentos que orientam a aplicação do direito penal e a condução do processo penal no Brasil.

A formação aborda temas centrais como teoria do crime, aplicação da pena, investigação criminal e fases do processo penal, além do estudo de crimes previstos no Código Penal e em legislações penais especiais. O curso também promove a análise de práticas relacionadas à atuação na acusação e na defesa, contribuindo para o desenvolvimento do raciocínio jurídico e para uma atuação profissional mais qualificada na área.

Como você vai estudar?

Matriz Curricular

Injusto Penal+
Introdução à Teoria do Crime e Fato Típico. Iter Criminis.
Culpabilidade e Punibilidade+
Teorias e Imputabilidade. Potencial Consciência da Ilicitude e Exigibilidade de Conduta Diversa.
Teoria Geral da Pena+
Espécies de Penas Privativas de Liberdade e Regimes de Cumprimento. Penas Restritivas de Direitos, Pena de Multa e Sursis.
Tutela Penal de Bens Jurídicos Individuais+
Crimes contra a Vida, Honra e Liberdade Sexual
Tutela Penal de Bens Jurídicos Supraindividuais+
Crimes Tributários. Lavagem de Dinheiro.
Tutela Penal da Administração Pública+
Crimes Funcionais em Espécie. Crimes em Licitações e Contratos Administrativos.
Fase Inquisitorial+
Sistemas Processuais Penais e Investigação Criminal no Brasil. Juizado Especial Criminal.
Fase Processual+
Ação Penal Pública e Privada
Fase Recursal e Ações Autônomas de Impugnação+
Recursos Criminais em Espécie. Habeas Corpus.
Direitos Humanos e Criminologia+
Delito, Delinquente, Vítima. Teorias do Consenso e do Conflito.
Legislação Penal Especial+
Organizações Criminosas. Crimes Hediondos e Equiparados.
Violência de Gênero+
Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero e sua Aplicação. Lei Maria da Penha. Racismo Estrutural.
Prática Criminal – Acusação+
Teses Acusatórias - Relacionadas à teoria do crime e pena. Peças Acusatórias - Denúncia e Memoriais.
Prática Criminal – Defesa+
Teses Defensivas - Relacionadas à teoria do crime e pena. Peças Defensivas - Fase pré-processual e processual.
Atuação Prática+
A prática do Delegado de Polícia. O trabalho da defesa na Delegacia de Polícia. Advocacia Criminal nos Tribunais.
Observações - Matriz Curricular+
*Organização Curricular sujeita a alterações.
**Conteúdo programático não compatível com o projeto pedagogico da especialização do núcleo Verbo Jurídico.

Metodologia do curso:

  • Videoaulas em plataforma exclusiva
  • Tutoria acadêmica para esclarecimento de dúvidas
  • Materiais de estudo elaborados pelos professores
  • Biblioteca virtual e atendimento personalizado

Depoimentos de Sucesso

Grazielle Leite

"Amei os professores e a metodologia do curso. O conteúdo foi top demais e toda a turma do Verbo é muito atenciosa!"

Érica Secco

"As aulas do Verbo são incríveis! A plataforma é muito fácil de usar e as aulas são muito interessantes. Tá de parabéns!"

Silvana Terezinha

"O professor Charles manda muito bem! Sempre que assisto às aulas dele fico com vontade de aprender mais. Muito obrigada"

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Corpo Docente

 

 

Público-alvo

Este curso é voltado para: Profissionais graduados em Direito que desejam aprofundar sua formação na área criminal e ampliar sua atuação em atividades relacionadas ao sistema de justiça penal.
Profissionais formados poderão atuar em:
  • Advocacia criminal: atuação na defesa ou representação de clientes em investigações, processos penais e recursos nas diferentes instâncias do Poder Judiciário.
  • Instituições públicas do sistema de justiça: atuação em órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública e demais instituições vinculadas à persecução penal.
  • Carreiras policiais e investigação criminal: atuação em atividades relacionadas à investigação, análise de fatos delituosos e procedimentos ligados à fase inquisitorial.
  • Análise jurídica e consultoria na área penal: desenvolvimento de pareceres, estudos e análises técnicas relacionadas à legislação penal e processual penal em diferentes contextos jurídicos.
Invista em sua carreira e faça a diferença.
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Por que fazer uma Pós-Graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal?

A pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal permite aprofundar conhecimentos em uma das áreas mais complexas do sistema jurídico. A especialização contribui para ampliar a compreensão das normas penais, do funcionamento do processo penal e das dinâmicas que envolvem a investigação e o julgamento de crimes.

Atualização no direito penal: Estudo das mudanças legislativas, jurisprudenciais e dos debates atuais da área criminal.

Aprimoramento da análise jurídica: Desenvolvimento de raciocínio jurídico mais consistente na interpretação das normas penais e processuais.

Ampliação das oportunidades na área criminal: Fortalecimento da atuação em atividades relacionadas ao sistema de justiça penal.

Fortalecimento da qualificação profissional: Ampliação do conhecimento técnico para lidar com demandas jurídicas de maior complexidade.

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Estude onde e quando quiser

Com o aplicativo exclusivo do curso, você tem acesso a todo o conteúdo diretamente do seu smartphone, permitindo estudar a qualquer hora e de qualquer lugar.

  • Videoaulas e materiais de apoio sempre disponíveis.

  • Interatividade, com tutoria e suporte ao alcance da sua mão.

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Dúvidas Frequentes

  • Posso fazer uma pós-graduação mesmo sendo de outra área de formação?
    Sim, é possível se inscrever em cursos de áreas diferentes da sua graduação, especialmente se você busca uma mudança de carreira ou ampliar seus conhecimentos.
  • O TCC é obrigatório?
    Não, o TCC não é obrigatório no nosso curso de pós-graduação. Conforme a regulamentação do MEC, essa é uma escolha que deixamos para você, garantindo flexibilidade no seu percurso acadêmico.
  • Qual a diferença entre tipicidade formal e material no Direito Penal, e quando se aplica o princípio da insignificância?

    Tipicidade formal é a subsunção da conduta ao enunciado do tipo penal: a descrição legal coincide com o fato. Tipicidade material exige que a conduta efetivamente ofenda, de modo relevante, o bem jurídico tutelado, considerando lesividade e reprovabilidade. O princípio da insignificância atua como causa supralegal de atipicidade material quando a lesão é inexpressiva. Em geral, avaliam-se: mínima ofensividade da conduta, ausência de periculosidade social da ação, reduzido grau de reprovabilidade e inexpressividade do resultado. Costuma-se restringir a aplicação em casos de violência ou grave ameaça, crimes de perigo abstrato e habitualidade delitiva específica. A análise é casuística, demanda fundamentação concreta e não dispensa a verificação de elementos como circunstâncias do fato, contexto social e eventual reincidência pertinente ao mesmo bem jurídico.

  • Como diferenciar dolo eventual de culpa consciente na análise do caso concreto?

    Ambas pressupõem previsão do resultado. Na culpa consciente, o agente prevê o resultado, mas confia sinceramente na sua não ocorrência, violando dever objetivo de cuidado. No dolo eventual, o agente prevê o resultado e, mesmo assim, assume o risco de produzi-lo (consente ou indifere). Indicadores probatórios úteis incluem: grau de risco criado, comportamento anterior e posterior, violação intensa de normas de segurança, capacidade de controle da situação, advertências ignoradas e benefício esperado. A avaliação é global, integrando elementos objetivos (risco proibido, intensidade da probabilidade) e subjetivos (discurso, decisões tomadas sob informação adequada). Evite reduzir a distinção a fórmulas automáticas; é necessária motivação específica, demonstrando por que a confiança na evitação seria plausível (culpa consciente) ou por que houve aceitação do resultado (dolo eventual).

  • O que muda entre concurso material, concurso formal e crime continuado na dosimetria da pena?

    No concurso material, há pluralidade de condutas e crimes, com somatório aritmético das penas. No concurso formal, uma única ação ou omissão produz dois ou mais crimes: se o desdobramento múltiplo é não intencional (formal próprio), aplica-se uma pena aumentada; se há desígnio autônomo (formal impróprio), as penas se somam. No crime continuado, diversos delitos homogêneos, praticados em condições semelhantes de tempo, lugar e modo, revelam continuidade, aplicando-se aumento sobre a pena de um deles. A escolha da fração de aumento deve ser motivada pela quantidade de infrações, o intervalo temporal e a homogeneidade dos contextos. Fundamentação concreta é imprescindível para evitar bis in idem, respeitar proporcionalidade e refletir a real gravidade do conjunto fático.

  • Como a teoria do domínio do fato se relaciona com autoria mediata e participação?

    A teoria do domínio do fato define autor como quem detém o controle final da realização do crime. Na coautoria, há domínio funcional: divisão de tarefas essenciais para o resultado. Na autoria mediata, o autor atua por intermédio de outrem (executor) que serve como instrumento, por erro, coação ou inserção em aparato organizado de poder, desde que o mediato possa substituir o executor e controlar o fato. O partícipe, por sua vez, contribui sem domínio do acontecimento (instiga ou auxilia). O uso da teoria requer cautela: não basta posição hierárquica ou título formal; exige-se prova de contribuição relevante e consciente para o núcleo do injusto. Em omissões impróprias, discute-se domínio do fato por posição de garante e capacidade de evitar o resultado.

  • Quais são os requisitos e limites das medidas cautelares pessoais no processo penal?

    Medidas cautelares pessoais, incluindo a prisão preventiva e alternativas, exigem fumus commissi delicti (indícios de autoria e materialidade) e periculum libertatis (risco concreto à ordem pública, econômica, à instrução ou à aplicação da lei penal). Devem respeitar legalidade, necessidade, adequação e proporcionalidade, com preferência por medidas menos gravosas quando suficientes (subsidiariedade). A decisão precisa de fundamentação individualizada, revisão periódica e controle de duração, sob pena de transformar cautelar em sanção antecipada. Exemplos de cautelares alternativas incluem proibições de contato, monitoramento eletrônico e comparecimento periódico. A escolha e o escalonamento devem considerar gravidade do fato, antecedentes relevantes, comportamento processual e riscos objetivos, sempre preservando a presunção de inocência e o contraditório efetivo.

  • O que é cadeia de custódia da prova e quais falhas costumam gerar nulidades?

    Cadeia de custódia é o conjunto de procedimentos que assegura a autenticidade, integridade e rastreabilidade de vestígios e evidências, do reconhecimento ao descarte. Inclui registro, coleta, acondicionamento, lacração, transporte, recebimento, processamento, armazenamento e controle de acesso, com documentação formal de cada etapa. Falhas típicas: violação de lacres sem justificativa, mistura de amostras, ausência de registro de responsáveis, acondicionamento inadequado, contaminação ambiental, extravio de mídias e relatórios incompletos. Tais vícios podem comprometer a confiabilidade, ensejando desentranhamento, invalidação do laudo ou nulidade, especialmente quando demonstrado prejuízo à defesa. Para prevenção, recomenda-se padronização de protocolos, capacitação periódica, auditorias internas, uso de selos numerados e registros fotográficos, garantindo a possibilidade de verificação independente em juízo.

  • Quais cuidados jurídicos são essenciais na obtenção e análise de provas digitais em investigações criminais?

    Provas digitais exigem atenção a legalidade, proporcionalidade e privacidade. A coleta deve observar competência e, quando aplicável, ordem judicial específica e motivada. Recomendam-se procedimentos forenses: imagem bit a bit, geração e verificação de hash, registro de logs, preservação de metadados e documentação contínua da cadeia de custódia. Em ambientes em nuvem, considere jurisdição, localização de dados e mecanismos de cooperação internacional. Evite contaminação: manipulação mínima, ferramentas validadas e registro de versões. Prints isolados são frágeis; priorize extrações replicáveis e auditáveis. Atenção à prova derivada de fonte ilícita e à necessidade de vinculação entre o dado e o usuário. Relatórios técnicos devem ser claros, metodologicamente transparentes e aptos ao contraditório, permitindo reanálise independente.

  • Em que situações são cabíveis ANPP e colaboração premiada, e quais riscos podem levar à invalidação dos acordos?

    O Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) é, em regra, cabível em crimes sem violência ou grave ameaça e pena mínima reduzida, mediante confissão formal e outras condições legais. A colaboração premiada demanda voluntariedade, utilidade e regularidade procedimental, com controle judicial e respeito às garantias do colaborador e dos delatados. Riscos de invalidação incluem coação, ausência de defesa efetiva, cláusulas abusivas, falta de motivação, benefícios desproporcionais, descumprimento de requisitos legais e obtenção de provas por meios ilícitos. Boas práticas: negociação transparente, registros integrais dos atos, clara delimitação fática, verificação de compatibilidade entre obrigações e resultados esperados e acompanhamento técnico qualificado. A homologação deve aferir legalidade, voluntariedade e adequação, preservando o devido processo.

  • Como funciona a dosimetria da pena e quais erros frequentes na fixação da pena-base?

    A dosimetria segue método trifásico: na primeira fase, define-se a pena-base à luz das circunstâncias judiciais (culpabilidade, antecedentes, conduta social, personalidade, motivos, circunstâncias e consequências do crime, comportamento da vítima). Na segunda, aplicam-se agravantes e atenuantes. Na terceira, causas de aumento e de diminuição. Erros recorrentes incluem fundamentação genérica, negativação de vetores sem base empírica, bis in idem (usar o mesmo dado em fases distintas), utilização de inquéritos ou ações em curso como maus antecedentes e frações de aumento/diminuição arbitrárias. Boas práticas exigem motivação concreta, correlação probatória entre fatos e vetores, coerência com a gravidade real do caso e proporcionalidade, além de evitar duplicidade valorativa.

  • Quando uma nulidade processual é absoluta ou relativa, e como demonstrar o prejuízo?

    Nulidades absolutas decorrem de violações a garantias fundamentais ou competências, irradiando invalidade independentemente de arguição oportuna. Nulidades relativas referem-se a vícios que não atingem o núcleo do devido processo e exigem arguição tempestiva, com demonstração de prejuízo (pas de nullité sans grief). O prejuízo prova-se evidenciando como o vício afetou o exercício de defesa, a confiabilidade da prova ou o resultado do ato, estabelecendo nexo entre a irregularidade e a limitação concreta do contraditório. Sempre avalie possibilidade de convalidação, preclusão e teoria do aproveitamento dos atos. Relatórios e petições devem articular fatos, regras violadas e impactos no caso, propondo solução proporcional (renovação do ato, exclusão probatória ou absolvição, conforme o alcance do vício).

  • Quais competências profissionais são mais valorizadas na atuação em Direito Penal e Direito Processual Penal?

    Destacam-se competências técnico-analíticas e habilidades forenses. Entre elas: leitura crítica de provas, domínio de regras de admissibilidade e cadeia de custódia, elaboração de peças objetivas e bem fundamentadas, gestão de prazos e de risco, argumentação oral estratégica, negociação em justiça penal negocial, ética profissional e sigilo. Conhecimentos sobre tecnologias de prova digital, técnicas de entrevista e análise de consistência testemunhal agregam valor. Atualização legislativa e jurisprudencial contínua é essencial, assim como compreensão de compliance, lavagem de dinheiro e cooperação internacional quando pertinentes. Soft skills relevantes incluem comunicação clara, organização, trabalho em equipe interdisciplinar (com peritos e analistas) e resiliência para ambientes de alta complexidade e pressão.

  • Quais são as principais fontes normativas e temas de estudo prioritários em Penal e Processual Penal hoje?

    Além da Constituição, o Código Penal e o Código de Processo Penal são centrais. Leis especiais recorrentes incluem: organização criminosa, lavagem de dinheiro, drogas, violência doméstica, desarmamento, crimes tributários e econômicos, trânsito e estatutos protetivos. Em processo, ganham destaque justiça penal negocial (ANPP, acordos), medidas cautelares e execução penal. Temas transversais relevantes: provas digitais e cadeia de custódia, proteção de dados e privacidade, cooperação jurídica internacional, persecução patrimonial, compliance e responsabilização por omissão imprópria. Para atualização, recomenda-se acompanhar alterações legislativas, decisões dos tribunais superiores, relatórios de agências e organismos internacionais e publicações técnicas, mantendo visão crítica sobre impacto prático e coerência sistêmica das mudanças.

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